A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 352
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- Capítulo 352 - 352 O Sangue Novo 352 O Sangue Novo Felicia olhou para trás
352: O Sangue Novo 352: O Sangue Novo Felicia olhou para trás, na direção de Paku, enquanto falava com os dois cavaleiros. “Tenha cuidado, Paku,” ela sussurrou, continuando a correr em direção à masmorra desprotegida. Quando chegou lá, foi até a porta e percebeu que estava trancada.
“Merda,” Felicia xingou e tentou arrombar a porta com um chute, mas ela não se moveu. Ela rangeu os dentes e começou a mexer nas fechaduras com seus grampos, mas depois de um minuto, foi inútil.
“Tsc,” Felicia franzia a testa e respirava fundo para se acalmar. Um minuto já era muito tempo se ela quisesse evitar ser pega.
“Preciso encontrar outra solução,” Felicia sussurrou, olhando para o pingente. Ela poderia usar o item, mas não sabia como era o interior da masmorra.
Em desespero, Felicia aguçou seu olfato e colocou o nariz na fechadura. Ela inalou profundamente para encontrar o cheiro de Piku; ao mesmo tempo, desejava que Piku ainda estivesse lá dentro para facilitar as coisas, mas a sorte não estava do seu lado.
“Não consigo sentir o cheiro de Piku aqui,” Felicia declarou ao perceber. Ela franziu a testa antes de correr para dentro da casa do bando, mas antes que pudesse abrir a porta, os cavaleiros em ronda passaram.
Felicia correu para o canto oposto e não perdeu tempo para morder seu dedo. Ela colocou sangue no pingente e imaginou o corredor que levava ao quarto de Cinzia. Ela se teleportou imediatamente para o local e teve sorte de ninguém estar por perto.
‘Piku,’ Felicia pensou e caminhou silenciosamente para mais perto da porta. Ela queria saber se Cinzia estava dentro. Ela pressionou os ouvidos na porta para ouvir qualquer movimento, mas não havia nenhum. Ela usou imediatamente o poder do pingente e se teleportou para dentro do quarto de Cinzia.
O coração de Felicia batia alto demais por causa do medo e nervosismo. Ela ficou perto da porta e olhou ao redor, mas o quarto estava vazio. No entanto, ela podia sentir um leve cheiro de Cinzia. Ela andou na ponta dos pés até o banheiro e armário para ter certeza de que Cinzia não estava lá.
‘Piku, por favor, esteja viva,’ Felicia pensou enquanto seus olhos iam direto para o azulejo branco embaixo do armário. Ela se agachou, cheirou o chão e imediatamente foi atingida por um cheiro metálico de sangue fresco.
A adrenalina tomou conta de Felicia enquanto suas mãos tremiam tocando no azulejo. Ela estava tentando encontrar uma maneira de abrir alguma porta secreta que pudesse levar a Piku.
“Por favor, esteja bem,” Felicia sussurrou enquanto orava silenciosamente para a Deusa da Lua. Ela continuou tocando no azulejo mas sem sucesso. A frustração a invadiu; o pensamento de que poderia ser tarde demais a consumia.
Felicia mordeu os lábios para se manter calma e concentrada. Ela começou a tocar nos azulejos novamente quando sua mão bateu na superfície do armário.
“Ai!” Felicia exclamou e recuou segurando a mão. Ao fazer isso, suas nádegas sentaram no azulejo atrás dela. Ela sentiu movimento e viu o azulejo sendo pressionado para baixo e a porta do armário se destrancando.
Sem hesitar, Felicia abriu a porta e viu uma escada descendo. Ela engoliu em seco e puxou o manto mais para perto do corpo enquanto descia.
Felicia não sabia o que esperar ao chegar ao fundo ou o que faria se enfrentasse Cinzia.
‘Cinzia é uma inimiga,’ Felicia pensou, pois não queria se intimidar por sua hierarquia. Ela garantiu que seus passos não fizessem eco no pequeno espaço úmido.
Uma porta de metal estava na sua frente quando chegou ao final da escada.
Felicia se aproximou, e o cheiro metálico atingiu seu nariz com força, seguido por um grito. O som era fraco e abafado.
“AHHH! AJUDA!”
Os olhos de Felicia se arregalaram, pois a voz era parecida com a de Piku. Ela estava prestes a pegar a maçaneta quando ouviu uma série de risadas.
“Grite à vontade. Ninguém vai te ouvir daqui.”
‘Cinzia!’ Felicia pensou enquanto suas mãos tremiam. Ela sabia que, uma vez que abrisse aquela porta, Cinzia e Piku estariam lá, mas o problema era como salvaria Piku.
‘Mova a sua mão!’ Felicia pensou, mas seu corpo não a obedecia. Mesmo sabendo que poderia fazer isso, ela não conseguia se ver envolvida com Cinzia, que tinha uma posição mais alta do que a dela.
No reino dos Lobisomens, todos agiam conforme a classe e como seus papéis diferiam na vida.
Embora Cinzia já não fosse mais a Rainha atual. Seu título como a Rainha anterior ainda era relevante, e Felicia era apenas uma nobre de um rang de bando inferior.
Felicia fechou a mão em punho e respirou fundo antes de reunir suas forças. Ela chutou a porta aberta e revelou Cinzia na banheira nua enquanto Piku ajoelhava com a cabeça inclinada para dentro da banheira, expondo seu pescoço. Duas servas seguravam Piku, e uma delas portava uma faca enorme.
“Oh, temos mais uma convidada!” Cinzia exclamou surpresa e farejou o ar. Ela não sentiu nenhum cheiro e confirmou que era Felicia. “Ah! A feia,” ela adicionou, revirando os olhos.
Cinzia estalou os dedos, e uma das servas se aproximou de Felicia. Ela balançou a faca para causar dano.
“Estou impressionada que você descobriu este lugar, Felicia, mas não vou te dar minha presa,” Cinzia explicou com um tom entediado. Ela inclinou a cabeça para trás, pois não achava que Felicia pudesse fazer alguma coisa.
As duas servas com Cinzia não eram meras Omegas. Elas eram cavaleiras treinadas que estavam aos seus cuidados.
“Por que está fazendo isso? Deixe Piku em paz!” Felicia gritou enquanto desviava do ataque da serva.
“Felicia!!!” Piku gritou e foi atingida na cabeça pela serva ao seu lado, o que a fez perder a consciência.
“Omegas realmente não entendem, né,” Cinzia suspirou e fez um sinal para sua serva parar de atacar Felicia. Ela se levantou da banheira e olhou Felicia de cima a baixo. Ela não se importou se a viram nua, pois estava orgulhosa de seu corpo.
“Veja, Felicia. Eu preciso continuar jovem quando reivindicar meu trono novamente, e para fazer isso, preciso do sangue fresco de uma jovem bela donzela para me nutrir,” Cinzia explicou com um sorriso malicioso no rosto.