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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 343

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  3. Capítulo 343 - 343 Os Atônitos 343 Os Atônitos Felicia suspirou
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343: Os Atônitos 343: Os Atônitos Felicia suspirou profundamente. “Quero ir à Matilha Mística. A mãe da minha companheira está lá, e quero saber como ela está. Também quero saber o que está acontecendo lá, já que a Rainha anterior reside nesse bando,” ela explicou com uma sobrancelha franzida.

“De jeito nenhum, Minha Senhora,” Vinício balançou a cabeça agressivamente.

“Eu sei que é perigoso, mas se eu puder obter algumas informações deles—” a explicação de Felicia foi interrompida quando Vinício levantou a mão para impedi-la.

“Acho que você está encarando isso de forma muito leve, Senhora Felissa. Se eles te pegarem, você pode não viver mais um dia, ou eles vão te usar como peão para forçar os Monarcas a se submeterem a eles. Há um risco maior em você fazer esse plano,” Vinício explicou, mas Felicia não estava aceitando bem o seu conselho.

Felicia fechou a boca, pois não queria que Vinício soubesse sobre o poder do pingente. Sem ele, o plano pareceria impossível de ser alcançado.

“Entendo. Agora me diga. O que é esse lugar?” Felicia perguntou, mudando o tópico para longe dela.

“Este lugar… hah,” Vinício riu sem graça e esfregou o rosto. Naquele momento, ele estava frustrado por não conseguir pronunciar as palavras diretamente.

“Só me diga, Cavaleiro Vinício,” Felissa insistiu, pois não queria ficar na posição de não saber tudo.

“Eu não tenho permissão para te contar isso, mas este lugar… é como uma prisão,” Vinício sussurrou e se inclinou sobre suas mãos entrelaçadas.

“Hã? Do que você está falando?” Os olhos de Felicia tremeram com o que ela acabou de ouvir. Ela suspirou enquanto tentava absorver a informação em sua cabeça.

“Este lugar foi criado por Sua Majestade como uma ilusão ótica de viver em um mundo livre, mas é um espaço privado do qual ninguém pode escapar se não tiver acesso ao portão. Há apenas uma entrada e saída aqui,” Vinício suspirou, pois não conseguia olhar para Felicia nos olhos.

Também incomodava Vinício que Rosina tivesse criado aquele lugar como se formasse um mundo artificial para os prisioneiros, mas se você mudar para outra perspectiva, era melhor do que uma prisão real no bando.

Embora, colocar Felicia ali não era certo.

“Então… por que estou aqui?” Felicia perguntou a si mesma enquanto tentava entender sua situação.

“Eu não sei sobre isso, Senhora Felissa. Você só pode responder isso por si mesma,” Vinício declarou e levantou-se. “Nossa conversa acabou, e vamos voltar para a casa, Senhora Felissa,” ele acrescentou, estendendo a mão para ela.

Felicia o olhou atônita, mas acompanhou-o. “Você concorda que Sua Majestade criou este lugar?” ela perguntou.

“Se foi feito para te impedir de fazer algo irracional. Então minha resposta é sim, Minha Senhora,” Vinício respondeu com seriedade, seguido de um resmungo.

Felicia contraiu os lábios em um sorriso apertado e inclinou a cabeça em direção a Vinício. “Me diga, você já esteve na Matilha Mística?” ela perguntou suavemente.

Vinício a encarou com um suspiro. “Sim, estive lá uma vez anos atrás,” ele respondeu, já que para ele não era grande coisa.

“Então, já que não posso escapar desta prisão. Você pode me contar como é a Matilha Mística?” Felicia perguntou e parou de caminhar.

Vinício estreitou os olhos e sentiu que Felicia estava suspeita de fazer essa pergunta quando queria ir para lá em primeiro lugar.

“Cavaleiro Vinício, me dói que não possa escapar deste lugar para ajudar Sua Majestade na guerra que se aproxima, mas pelo menos me diga como é o lugar?” Felicia insistiu no tópico. Ela tentou manipular Vinício para saber onde ela teleportaria usando o pingente.

Felicia deixou Vinício desconfortável, e ele sabia que ela estava tentando arrancar informações dele, mas ele não conseguia entender como isso a ajudaria de qualquer maneira. Ele concluiu que era uma pergunta segura para responder.

“A Matilha Mística… Você pode dizer que é um bando poderoso baseado em sua classificação—” Vinício começou a explicar, mas Felicia o interrompeu.

“Eu entendo, mas estou perguntando sobre o lugar, como a casa do bando e a floresta ao redor. Como eles são?” Felicia especificou.

“E qual é o seu propósito para essa informação?” Vinício perguntou e cruzou os braços.

“Eu quero pintar o lugar,” Felicia declarou com um sorriso inocente, que Felissa praticou por boa parte de sua vida.

Vinício franziu a testa, mas acreditou nela. “Certo, vou tentar lembrar o máximo possível, mas por enquanto. Vamos voltar para casa antes que Idola entre em pânico,” ele riu.

“Aquela traidora,” Felicia comentou e mexeu com a língua.

“Você não precisa ficar com raiva de Idola. Ela só está fazendo o trabalho dela,” Vinício afirmou ao notar a expressão facial de Felicia.

“Tudo bem,” Felicia resmungou, já que podia entender que Idola não tinha poder para dizer não a Rosina.

À medida que se aproximavam da casa. Eles viram Idola sair da porta com lágrimas nos olhos.

“Senhor!” Idola gritou enquanto procurava por Vinício. Ela foi ao quarto de Felicia e notou que não havia ninguém por lá, e pensar que falhou em seu trabalho a deixou com medo pela sua vida.

“Idola!” Vinício gritou e acenou com as mãos, o que chamou a atenção de Idola.

Idola quase desabou ao testemunhar Felicia parada ao lado de Vinício. Ela correu em direção a eles e ajoelhou-se diante de Felicia.

“Minha Senhora, onde você esteve? Eu procurei por toda parte,” Idola disse, com o coração batendo rapidamente.

“Não se preocupe, Idola. Quem pode fugir deste lugar sem ser pego, certo?” Felicia declarou sarcasticamente e olhou para Vinício, cujo rosto endureceu com as palavras dela.

“Hã?… Eu- hã?” Idola ficou confusa e piscou várias vezes ao se levantar. Ela não sabia que aquele lugar era uma prisão e pensou que era apenas uma das propriedades de Rosina.

Felicia franziu a testa quando percebeu que Idola não tinha ideia, o que a fez rir, pois agora entendia por que Idola era muito protetora com ela, já que, em sua mente, sua mestra poderia fugir a qualquer momento.

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