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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 339

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339: O Plano de Roubar 339: O Plano de Roubar Nos próximos dois dias, Felícia compilou tudo o que precisava, o que basicamente saía do ordinário. Ela escondeu suas ferramentas embaixo do monte de roupas que consistiam em diferentes desenhos.

Nesse intervalo de tempo, Felícia nunca se encontrou com Vicenzo depois do que havia acontecido na biblioteca. Ela não se importava, já que podia se concentrar em seu objetivo.

“Eu queria que uma semana fosse o suficiente,” Felícia murmurou enquanto olhava para suas malas arrumadas.

Uma batida na porta chamou sua atenção.

“Felissa,” Rosina entrou no quarto com um pequeno sorriso.

“Vossa Majestade,” Felícia declarou e curvou a cabeça em respeito à coroa.

“Eu encontrei um lugar seguro para você,” Rosina informou suavemente. Ela olhou para a roupa de Felícia e suspirou profundamente; ela vestia roupas masculinas que eram grandes demais para ela.

“Obrigada, Vossa Majestade,” Felícia respondeu timidamente. Seus olhos se focaram no colar no pescoço de Rosina.

“Hmm,” Rosina resmungou e encarou o rosto de Felícia intensamente. Seu olhar queimava a pele de Felícia e a deixava desconfortável.

“Há algo errado, Vossa Majestade?” Felícia perguntou e deu um pequeno passo para trás, mas Rosina percebeu.

“Estamos sós e ainda assim, você me chama pelo meu título,” Rosina murmurou e cruzou os braços, inclinando a cabeça para o lado.

“Há algo de errado nisso, Vossa Majestade?” Felícia perguntou com um olhar confuso.

Rosina não respondeu e deu um passo à frente. Ela agarrou o queixo de Felícia e a fez olhar em seus olhos. Ela se inclinou para baixo, e seus rostos ficaram a uma polegada de distância.

“Vossa Majestade…” Felícia murmurou e virou o rosto para o lado. Ela não conseguia suportar olhar nos olhos de Rosina. Afinal, ela era sua criadora.

“Quem é você?” Rosina perguntou com uma sobrancelha franzida.

Essa pergunta fez Felícia entrar em pânico, e ela deu um tapa na mão de Rosina para afastá-la.

“Eu sou a Senhora Felissa,” Felícia se apresentou com a mão no peito. Seu rosto mostrava desespero para fazer Rosina acreditar nela.

Rosina ficou surpresa com o que Felícia fez e olhou para sua mão, que sua amiga havia batido. Ela enrolou os dedos e riu.

“Sim, claro,” Rosina disse com um sorriso e virou as costas, mas antes de deixar o quarto, ela falou. “Você partirá nas próximas 2 horas. Sugiro que prepare todas as suas necessidades e peça aos servos para carregar suas coisas até a carruagem, Senhora Felissa,” ela adicionou antes de sair.

Felícia abriu a boca para falar, mas nenhuma palavra saiu. Ela estava chocada ao ouvir que só tinha 2 horas para se preparar e ainda precisava roubar o colar de Rosina como parte de seu plano.

“Preciso me apressar!” Felícia cerrava os dentes e tocou a campainha na parede para chamar Idola, que chegou após alguns minutos.

“Minha Senhora,” Idola cumprimentou com um sorriso.

“Idola, leve minhas coisas para a carruagem,” Felícia afirmou, apontando para suas malas preparadas.

“Sim, Minha Senhora,” Idola respondeu, chamando outros dois servos para ajudá-la.

Felícia os observava impacientemente enquanto batia o pé. Sentia que quanto mais ficava para supervisioná-los, mais tempo perdia.

“Idola, preciso ir a algum lugar. Por favor, certifique-se de ajeitar tudo,” Felícia declarou antes de caminhar em direção à porta sem esperar pela resposta de Idola.

Enquanto isso, o plano de Felícia de roubar o colar de Rosina estava arruinado, e ela precisava de um novo, mas não conseguia pensar em mais nada, já que nem era noite para que pudesse se esgueirar para dentro; o sol brilhava forte no céu.

O coração de Felícia batia alto, e quando ela virou a esquina, se deparou com Vicenzo carregando Neve nos braços.

“Felissa!” Vicenzo exclamou e virou a cabeça para o lado. As memórias de seu último encontro ainda estavam frescas em sua mente, e ele se envergonhava do que havia feito.

“Senhor Vicenzo,” Felícia murmurou e baixou a cabeça, mas parou no meio do caminho, pois agia como se não fosse companheira dele.

“Senhor?” Vicenzo perguntou confuso. Era a primeira vez que ouvia Felissa chamá-lo pelo seu título depois de se tornarem companheiros.

Felícia ignorou as perguntas de Vicenzo e encarou o cachorro. Vicenzo notou seu olhar e se ofereceu para dar o cachorro a ela.

“Você deve ter sentido falta da Neve. Pode passar um tempo com ela antes de ir,” Vicenzo afirmou e estava prestes a entregar Neve quando o cachorro rosnou.

Felícia agora percebeu que Neve era o animal de estimação de Felissa que ela ainda não havia encontrado. Ela se encolheu quando Neve começou a latir para ela e mostrou os dentes.

“Neve!” Vicenzo ficou confuso, pois Neve era muito próxima de Felissa e tendia a uivar de felicidade quando ela estava por perto, mas o que estava acontecendo naquele momento era completamente o oposto.

“Talvez Neve tenha ficado chateada por eu não ter visitado ela há algum tempo,” Felícia declarou para desviar de qualquer dúvida. Ela deu um passo para trás para se proteger caso Neve a mordesse.

“É, também acho,” Vicenzo respondeu, embalando Neve de volta. Ele acalmou o cachorro e o acariciou na cabeça para sossegar.

“Eu deveria ir,” Felícia declarou antes de virar-se para sair.

“Você realmente vai?” Vicenzo perguntou, esperando que Felícia ainda mudasse de ideia.

Felícia apertou as mãos juntas. “Espere por mim,” ela respondeu antes de se afastar.

Vicenzo mordeu os lábios para se conter de implorar para sua companheira ficar. Ele queria respeitar a decisão dela, mesmo que isso o machucasse e ao seu lobo com o pensamento de que estariam longe dela.

“Merda,” Felícia xingou e andou apressadamente. Ela planejou ir ao escritório de Rosina para checar ela, mas não pôde já que Vicenzo estava nessa direção. Ela parou de andar, encostou-se na parede para relaxar e pensou em um plano.

“Você trouxe as toalhas de algodão? A verde,” uma voz foi ouvida à distância.

Felícia olhou para cima e viu Fina caminhando com três servos atrás dela. Eles carregavam toalhas, sabonetes e outras fragrâncias.

“Senhora Felissa,” Fina cumprimentou quando viu a nobre.

“Olá,” Felícia respondeu com um sorriso gentil e observou como os servos foram na frente. Ela concluiu que Rosina estava prestes a tomar banho, o que era uma oportunidade perfeita para ela roubar o colar.

Felícia esperou alguns minutos até que os servos estivessem fora de vista. Ela seguiu na direção e viu-os entrar em um quarto.

“Eu tenho que conseguir isso,” Felícia sussurrou e deu um tapinha no ombro para autoencorajamento. O pensamento a deixava ansiosa, mas ao mesmo tempo, ela estava empolgada. Roubar fazia com que ela sentisse que estava recuperando sua identidade.

Felícia se aproximou e esperou mais um pouco. Quando ela ouviu vozes ao longe, seguidas por um splash de água. Isso a fez saber que haviam começado a banhar Rosina. Ela lentamente abriu a porta e espiou sua cabeça para dentro.

Felícia viu os corpos dos servos de pé do outro lado; vários estavam trabalhando. Então ela ouviu a risada de Rosina.

“Tenho certeza de que a Senhora Felissa vai apreciar o lugar que você deu a ela,” Fina declarou com um sorriso.

“Hmm, eu só quero o melhor para ela. Afinal, ser companheira não é tão fácil quanto os mais velhos mostram,” Rosina respondeu, suspirando, pois ela também havia passado por dificuldades.

“Bem, talvez viver com o companheiro dela a sobrecarregou,” Fina disse enquanto esfregava o corpo de Rosina.

“Só nos resta esperar,” Rosina respondeu, desfrutando de um banho relaxante antes de se despedir de Felissa em algumas horas.

Felícia apertou os lábios já que ela era o tópico da conversa delas. Ela balançou a cabeça para se concentrar em seu objetivo. Ela entrou lentamente no quarto e se certificou de não fazer barulho. Seus olhos percorreram onde haviam colocado as roupas e itens de Rosina.

‘Consegui isso!’ Felícia pensou antes de andar na ponta dos pés onde havia um cesto grande. As roupas sujas de Rosina estavam lá dentro, mas suas joias estavam em lugar nenhum para serem vistas.

‘Merda!’ Felícia xingou em sua mente e procurou novamente. Foi quando ela viu uma bandeja que continha as joias, mas havia um problema.

A bandeja estava ao lado de Fina, que estava atrás da cabeça de Rosina.

Felícia arregalou os olhos quando viu o colar com o pingente preto. ‘Se a Senhora Vanda mentiu para mim, eu a esbofetearia muitas vezes por me fazer lidar com esta dificuldade!’ ela pensou com raiva.

Para pegar o colar, Felícia precisava distraí-las para o outro lado para evitar que vissem sua mão. Ela agradeceu o grande bloqueio de madeira que cobria a banheira de Rosina, pois ocultava seu corpo delas.

Felícia pegou uma barra de sabão do recipiente e mirou para jogar no canto para criar um barulho e desviar a atenção delas e roubou o colar, mas enquanto estava prestes a executar seu plano. A porta se abriu, e Draco entrou sem aviso.

“Meu amor!” Draco exclamou, e imediatamente, todos os servos baixaram as cabeças e saíram às pressas, pois era costume sair quando os monarcas decidiam fazer sexo onde quer que desejassem. Eles nem sequer notaram Felícia de pé ao lado com uma expressão assustada.

“Draco, meu amor. Por que você está aqui?” Rosina perguntou com um grande sorriso enquanto recebia seu companheiro em seus braços.

“Bem, eu anseio por você. Eu te quero agora mesmo,” Draco respondeu e beijou Rosina profundamente.

Ao mesmo tempo, Felícia aproveitou a oportunidade para agarrar o colar o mais rápido que pôde e correu para fora. Ela havia realizado com sucesso seu plano.

“Deixa ela,” Rosina murmurou quando Draco se afastou e olhou fixamente para a porta. Eles sabiam que Felícia estava lá o tempo todo, mas não disseram nada, pois queriam saber o que ela faria.

“Como você desejar, meu amor,” Draco respondeu, juntando-se a Rosina na banheira enquanto faziam amor por uma hora.

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