A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 338
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338: A Outra Metade 338: A Outra Metade Felicia despejou mais um balde de água sobre seu corpo e soltou um longo suspiro. Começou a esfregar a pele até ficar vermelha de tanto atrito.
“Nojento do caralho!” Felicia exclamou alto e espirrou a água na banheira. Ela se sentia suja por ter engolido vários gozos do Vicenzo dentro dela. Levou vários minutos antes que finalmente se acalmasse e se submergisse até o fundo.
O silêncio deixou Felicia feliz; ela lentamente abriu os olhos e viu um reflexo de si mesma olhando diretamente nos seus olhos. Ela sabia que não era ela, embora parecessem iguais em características físicas.
“Felissa,” Felicia murmurou, e bolhas escaparam de sua boca. O reflexo balançou a cabeça em decepção enquanto lágrimas escorriam pelos seus olhos,
Aquela imagem fez com que a culpa de Felicia aumentasse. Ela sabia que Felissa amava Vicenzo demais e estava disposta a se entregar a ele a qualquer custo, mas não da maneira como Felicia fez.
O reflexo de Felissa estava consumido de raiva, e suas mãos tentaram estrangular Felicia.
“Ah!” Felicia se debateu e imediatamente se levantou. Ela enxugou a água do rosto e olhou em volta; não havia ninguém por perto.
“Foda-se isso!” Felicia praguejou, irritada. Ela não gostava quando Felissa aparecia em sua visão sempre que queria. “Finalmente tomei este corpo depois de tantos anos presa dentro de você. Estou fazendo um favor, já que você é uma b*ceta estúpida que não consegue fazer nada sem sua companheira!” ela gritou com raiva.
A respiração de Felicia tremia à medida que a ira queimava dentro dela. Ela não queria machucar, pois compartilhavam o mesmo corpo. Tudo que queria era fazer o que desejava e nada mais.
“É tão difícil me deixar viver só uma vez!” Felicia não pôde evitar lágrimas de frustração. Ela as enxugou agressivamente quando sentiu Idola se aproximando da porta do banheiro.
“Senhora, está aí dentro?” Idola chamou de fora depois de bater duas vezes.
“Sim, Idola, estou terminando,” Felicia gritou, já que não queria que Idola entrasse. Ela queria sua privacidade por enquanto.
“Senhora, deixe-me ajudá-la a lavar,” Idola respondeu. Ela estava apenas cumprindo seu dever como serva de uma nobre.
“Não precisa,” Felicia apertou a ponte do nariz e saiu da banheira, cobriu-se com uma toalha e saiu.
“Senhora!” Idola ficou surpresa que Felicia abriu a porta de repente.
“Talvez prepare algumas calças para eu vestir, não vestidos ou saias longas. Me dê algo com que eu possa me mover bem e não impeça minha mobilidade,” Felicia disse sem pausa e foi se secar.
Idola ficou sem palavras, mas entendeu e foi até o armário procurar o que Felicia queria, mas todas as roupas lá dentro eram vestidos. Ela franziu os lábios e lentamente se virou.
“Minha Senhora, não há calças aqui,” Idola informou e guinchou de medo quando os olhos de Felicia a fuzilaram.
“Então ache algumas,” Felicia respondeu com um olhar que fazia Idola parecer estúpida.
“Sim, Minha Senhora,” Idola disse com uma reverência antes de sair correndo do quarto para procurar um par de calças.
Felicia segurou a cabeça, pois ficou ainda mais estressada após falar com Idola. Ela olhou para si mesma no espelho e viu o mesmo rosto que tinha visto na banheira.
“Estúpida,” Felicia murmurou antes de tirar a toalha do corpo e jogá-la contra o espelho. Ela estava completamente nua e não se importava.
Felicia colocou as mãos na cintura e olhou em volta; ela se sentou na cama quando sentiu algo cutucar suas nádegas.
“Hã?” Felicia murmurou, deu uns tapinhas na colcha e pegou o objeto. Seus olhos se arregalaram de surpresa ao ver que era o d^ldo que Rosina comprou para Felissa.
Felicia desembrulhou o saco e ficou cara a cara com o pequeno d^ldo. Ela franzia a cara em desaprovação mas, ao lembrar o quanto sofreu com o tamanho de Vicenzo, pôde imaginar a dor e o sangramento que sentiria se realmente transassem.
“Isso vai mesmo ajudar? É muito pequeno,” Felicia falou estranhamente, mas o interesse aumentou, e ela quis testá-lo. Subiu na cama e estava prestes a se posicionar quando Idola bateu na porta.
Felicia se assustou e imediatamente se escondeu embaixo do cobertor. “Entre,” ela disse.
Idola entrou na porta o mais silenciosamente possível. Um monte de calças e uma camisa lisa com um roupão combinando estavam em suas mãos. Ela as segurava firmemente antes de se aproximar de Felicia.
“Isso é tudo que consegui encontrar com o alfaiate do Palácio, mas todas são feitas para homens,” Idola explicou e mostrou as roupas para Felicia.
“Está ótimo. Pode colocar ali,” Felicia respondeu, apontando para o criado-mudo. “Além disso, Idola, diga aos alfaiates para me darem várias roupas masculinas amanhã,” ela adicionou.
Idola estava confusa, mas concordou com um aceno de cabeça. “Sim, minha Senhora, tem algo mais que eu possa fazer por você?” ela perguntou.
“Não,” Felicia respondeu e gesticulou para que Idola fosse embora.
“Antes que eu me esqueça, minha Senhora. Neve está aos cuidados do Senhor Vicenzo. Com licença,” Idola baixou a cabeça antes de sair da porta.
“Neve?” Felicia perguntou a si mesma, já que não sabia quem era Neve e não podia perguntar a Idola sobre isso. “Ah, que se dane,” ela deu de ombros e planejou continuar o que estava fazendo.
Debaixo dos lençóis, Felicia segurava seus seios e começou a brincar com eles. Ela queria se estimular para se sentir bem e facilitar a inserção do d^ldo em suas paredes apertadas.
Mas uma simples estimulação não era suficiente. Felicia beliscou os mamilos, mas isso doía em vez de dar prazer.
“Comecei mal,” Felicia disse antes de abrir as pernas. Ela levou a mão à sua flor recém-banhada e um vislumbre de prazer foi sentido quando ela tocou seu botão.
“Ah!” Felicia gemeu, o que a fez perceber que essa era a maneira de se excitar.
Felicia colocou três dedos em seu botão e começou a esfregar lentamente em um movimento circular. O prazer se intensificou naquela área, e ela se sentia bem. Ela usou a outra mão para estimular o seio novamente para uma ação adicional.
“Ah~” Felicia gemeu baixinho, aumentando a velocidade e pressionando os dedos contra seu botão. Ela podia sentir-se ficando molhada com a estimulação e queria mais.
Felicia percorreu sua b*ceta para encontrar seu buraco. À medida que descia, seus dedos deslizaram um pouco para dentro. “Aqui,” ela sussurrou.
Felicia mirou para inserir um dedo e deixar seu corpo se ajustar, mas uma força interna a impedia de fazer isso.
“Que diabos—” Felicia resmungou, já que a força vinha de dentro da sua cabeça. Não era doloroso, mas desconfortável, como se estivesse sendo apertada por dentro.
“Felissa, para com isso!” Felicia gritou e agarrou a cabeça. Ela sabia do que se tratava aquela força; era Felissa tentando retomar o controle do corpo.
Todo o prazer acumulado desapareceu, e Felicia estava em um estado de luta por dominância.
“Para com isso, Felissa. Isso é para o seu próprio bem! Não quis machucar!” Felicia gritou, e seus olhos percorreram o local até pousarem no d^ldo ao lado dela. Ela o agarrou e se levantou da cama.
“Se continuar sendo uma vadia! Vou perder a virgindade desse corpo com um brinquedo!” Felicia ameaçou, e imediatamente, a força desapareceu como se nunca tivesse estado lá.
O corpo de Felicia tremia com a adrenalina, e ela desabou na cama depois que Felissa se acalmou. Sua respiração estava ofegante enquanto tentava se acalmar. Ela sabia que Felissa valorizava sua virgindade e queria perdê-la para Vicenzo, seu companheiro.
Com esse conhecimento, Felicia a usou para ameaçar sua outra metade.
“Sugiro que me deixe em paz por uma semana. Preciso que você entenda que estou fazendo isso pelo seu bem, já que eu também não quero viver uma vida miserável!” Felicia explicou, já que Felissa estava ouvindo suas palavras.
“Sua Majestade, a Rainha Rosina, tem sido boa para nós desde o dia do Evento de Acasalamento. Ela até te salvou de uma experiência traumática! É por isso que devemos retribuí-la a qualquer custo e ajudá-la a impedir que os inimigos ataquem o bando!” Felicia explicou, com lágrimas nos olhos.
Felicia podia se lembrar de como Felissa foi molestada e assediada no Evento de Acasalamento por um lobo macho e como Rosina ajudou Felissa a esquecer disso.
Foi exatamente nesse dia que Felicia nasceu dentro de Felissa, seu outro eu.
Felissa apresentava sintomas de mudança de caráter depois disso, e seus pais acreditavam que ela tinha enlouquecido. Por isso, deram a ela um comprimido para controlar Felicia, já que esse lado era rebelde. Uma antítese total da Felissa.
O comprimido também era o motivo de, às vezes, Felissa não conseguir lembrar o que estava fazendo enquanto Felicia estava no controle. Se ela se lembrava, era vago, e ela pensava que era apenas um sonho.
Enquanto Felissa queria liberdade, pois foi criada para ser uma loba submissa, Felicia era a liberdade que Felissa queria, mas não sabia que tinha desde o início.
“Por favor, eu prometo não te perturbar novamente e te fazer esquecer de mim,” Felicia implorou, e logo, ela sentiu seu corpo se aliviar como se o peso que carregava tivesse desaparecido.
Felicia deitou-se na cama e olhou para o teto. Ela se sentia envergonhada de si mesma por ter implorado. Ela nunca tinha feito isso antes, mesmo tendo cometido erros no passado. Sentia que estava perdendo sua identidade com o passar do tempo.
“Preciso me arrumar,” Felicia sussurrou e olhou para o d^ldo que tinha na mão. Ela o segurou firme antes de colocá-lo de volta no saco e guardá-lo na gaveta onde ninguém suspeitaria de nada.
Felicia estava determinada a seguir seu plano.