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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 292

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292: O Outro Lado 292: O Outro Lado Felissa observava os cavaleiros colocando correntes nas extremidades da senhora. Rosina estava ao lado dela, observando Felissa com sua visão periférica.

Os cavaleiros soltaram fumaça das bocas antes de sair da sala sem dizer uma palavra.

Felissa encarou seus rostos, mas antes que pudesse fazer qualquer pergunta sobre eles, Rosina falou.

“Você deve ver seu brinquedo agora, Felissa. Você pode fazer o que quiser, e depois de terminar, toque este sino,” Rosina explicou e apontou para o sino ao lado da porta.

“Entendi. Obrigada, Rosina,” Felissa afirmou com um sorriso. 
Rosina acenou com um adeus antes de se virar para sair, mas foi impedida.

“Umm, Rosina. Eu realmente posso fazer o que eu quiser?” Felissa perguntou cautelosamente. Ela queria ter certeza de que tinha entendido direito para evitar problemas depois.

“Sim, Felissa,” Rosina afirmou com um sorriso antes de fechar a porta e deixar Felissa sozinha na sala.

Felissa suspirou profundamente e olhou para a senhora que a encarava com medo.

A senhora tinha uma bandagem sobre a boca para impedir que qualquer som escapasse.

“Sinto muito, eles são tão brutos com você,” Felissa disse com pena e se aproximou. A senhora recuou, na esperança de que isso fizesse algo por sua segurança.

“Não tenha medo. Eu não vou te machucar,” Felissa parou e levantou as mãos para mostrar que era inofensiva. Sua maneira suave e gentil fez a senhora confiar nela um pouco. 
Quando Felissa percebeu isso, a senhora se acalmou. Ela deu um passo à frente e desamarrou a bandagem para permitir que a senhora falasse.

“Sa-salve-me,” a senhora falou com medo em seus olhos. Ela queria sair daquele lugar horrível e voltar para sua família. 
“Eu… Sim, eu vou tentar o meu melhor,” Felissa respondeu com os lábios tremendo. Ela tinha tanta pena da senhora que seu coração estava se partindo. 
O rosto da senhora se iluminou com o que Felissa disse. Ela pôde ver a esperança de ver o sol mais uma vez.

“Muito obrigada! Eu vou recompensar você com tudo o que eu tenho quando eu recuperar minha liberdade!” a senhora exclamou feliz, com os olhos brilhando.

Felissa congelou no lugar. Seus olhos lentamente se reviraram antes de baixar a cabeça. Sua respiração se tornou rígida e sua aura mudou.

“Haha! Liberdade,” Felissa sussurrou, mas desta vez, o tom de sua voz mudou. Não era mais suave e tranquilizador. Sua voz soava áspera e severa.

“Huh?” a senhora ficou confusa com a mudança repentina e achou estranho. 
Felissa levantou sua cabeça lentamente, e o que a senhora viu a fez estremecer.

“Quão egoísta você é por levar a liberdade tão levianamente? É algo que outros não podem ter,” Felissa disse com raiva pura. Ela encarou a senhora enquanto se aproximava. Sua fúria estava exalando de seus poros, fazendo a senhora emitir um guincho temeroso. 
“Por favor, não se aproxime mais. Eu-Eu só quero recuperar minha liberdade. Não tem nada de errado nisso!” a senhora tentou dar suas razões para salvar sua vida.

“Ah, como é fácil para você dizer isso. Eu estou tão ciumenta! Ah! Eu estou tão ciumenta!!!” Felissa gritou e agarrou seu rosto, puxando sua pele para baixo.

“N-não…” a senhora sussurrou e não tinha palavras para dizer, já que seu foco foi interrompido pela aparência de Felissa.

A gentil nobre que poderia atrair qualquer pessoa por causa de sua maneira e inocência mudou. Seu rosto se tornou o de uma mulher louca que secretava sede de sangue por seus poros.

“Eu… não posso ter a liberdade que desejei, então por que eu te daria isso?” Felissa disse com descrença antes de rir maniacamente.

A senhora tremeu e olhou Felissa de cima a baixo. Ela sentiu que estava falando com outra pessoa baseada em como Felissa mudou sua personalidade.

“Quem… você é?” a senhora não pôde deixar de perguntar. Ela estava assustada com o outro lado de Felissa e desejava que ela voltasse ao normal. Seu cérebro pensava onde tinha errado que levou àquela situação.

“Você não precisa saber,” Felissa respondeu e estalou a língua. “Agora então, vamos nos divertir!” ela acrescentou antes de pegar um martelo do carrinho e esmagar a patela da senhora.

“AHHHH!!! PARE! AHHH!” a senhora gritou de dor, mas o som era música para os ouvidos de Felissa.

Felissa sorriu de orelha a orelha. Ela se sentia bem por poder machucar a senhora sem pensar em consequências, ao contrário de antes. Ela estava fazendo o que quisesse sem pensar em como descartar o corpo.

“Senhorita, você deve sentir o que eu estou sentindo,” Felissa disse e limpou o sangue que espirrou em seu rosto.

“Ahhhhh! DÓI! DÓI!” a senhora gritou enquanto se debatia, mas as correntes apertavam mais quanto mais ela se movia.

“Você deve sentir como é ser mantida no escuro, mas acho que você já sabe disso,” Felissa sussurrou, agarrando o rosto da senhora e puxando-a para mais perto.

“E como ousa atacar o Palácio!? Você é um lobo ingrato,” Felissa rosnou, e isso soou selvagem, o que fez a senhora tremer ainda mais.

A senhora percebeu que não poderia escapar de seu fim. Ela se sentiu mais assustada enfrentando Felissa do que estava com Rosina.

Felissa deu uma olhada nas outras ferramentas e ficou interessada em usar todas elas. Ela não queria desperdiçar a diversão que Rosina lhe deu.

“Você deve ser forte, senhorita. Talvez se você conseguir sobreviver depois de eu me entediar com você. Eu te libertarei,” Felissa disse com um sorriso gentil, mas seus olhos lançavam punhais na senhora.

Do outro lado, Rosina ficou atrás da porta, ouvindo a conversa de Felissa com a senhora. Ela tinha pensado muito sobre Felissa e que ela poderia estar escondendo algo.

‘Estou certa,’ Rosina pensou com um suspiro. Quando o incidente com o animal aconteceu, ela estava na área da floresta, passeando para tomar um ar fresco no meio da noite sem cavaleiros para segui-la.

Foi então que Rosina viu uma figura feminina correndo muito rápido. Ela pensou que era uma das espiãs, mas quando se aproximou. Percebeu que era uma mulher devorando o corpo do animal. 
Essa visão chocou e fascinou Rosina ao ver uma forma humana de lobo comendo como um animal. Ela estava tão imersa em observar a mulher que não percebeu o galho quando pisou nele, criando um som.

O corpo da mulher congelou e ela fugiu imediatamente sem olhar para trás.

E foi assim que Rosina não conseguiu ver o rosto da mulher, mas ela não pôde esquecer o cheiro e a cor do cabelo. Ela levou Felissa para baixo até a masmorra para confirmar suas suspeitas, que foram respondidas.

“Interessante, não é?” Vanda sussurrou no ouvido de Rosina. Ela apareceu do nada e se apoiou na parede.

“Você sabe sobre isso?” Rosina perguntou firmemente. Seu rosto mostrava que ela não gostava do que estava acontecendo.

“Hmm, quem sabe?” Vanda deu de ombros e agiu como se não fosse nada. Essa ação fez Rosina ser agressiva.

“Não me responda assim, Vanda,” Rosina falou depois de agarrar Vanda pela camisa e empurrá-la contra a parede.

“Tá bom, tá bom,” Vanda levantou ambas as mãos em rendição. Ela bateu os cílios brincalhona até Rosina soltá-la. 
“Me diga tudo o que você sabe sobre Felissa,” Rosina disse firmemente para mostrar que não estava de brincadeira. Ela sabia como era ter um lado obscuro que outros achariam estranho ou perigoso, e ela não queria que Felissa passasse por isso.

“Tá bom, eu acho que você precisa saber disso também,” Vanda disse com um sorriso enquanto Rosina ficava em silêncio, esperando que ela continuasse.

“Bem, veja. A jovem Felissa foi pressionada por sua família em seus deveres como uma nobre, e as expectativas foram colocadas sobre seus ombros. Isso a levou a pensar que ela não precisa cometer erros e ser perfeita,” Vanda suspirou. 
“E então?” Rosina perguntou mais e cruzou os braços.

“Então, se Felissa comete um erro. Ela se culpa, e o ódio cresce dentro dela toda vez que ela vê alguém que alcança a liberdade,” Vanda acrescentou e ergueu uma sobrancelha. Isso sozinho fez Rosina concluir muitas coisas em sua mente.

“Ela tem ciúmes deles,” Rosina declarou com um profundo suspiro de realização.

“Hmm, não sei, mas talvez,” Vanda deu de ombros. Ela não queria encher Rosina com todas as informações, pois queria que ela trabalhasse duro e usasse seus neurônios.

“E esse ciúme consome sua alma e cria outra parte dela,” Rosina respirou fundo em realização. 
“Sim. Há fofocas de que a família da Senhora Felissa encomendou um tipo único de pílula junto com os medicamentos do Alfa,” Vanda informou antes de esticar o corpo para mostrar que estava cansada.

“Vou ver o que posso fazer para ajudá-la,” Rosina respondeu, sorrindo para Vanda. “Obrigada,” ela acrescentou.

“A solução é bem fácil, mas pode ser difícil de fazer. Desejo-lhe boa sorte, Rosina,” Vanda disse suavemente antes de fazer uma reverência e desaparecer na escuridão.

“Solução, hein?” Rosina sussurrou e pensou brevemente antes de ter uma ideia. 
O som do sino interrompeu a atenção de Rosina, e ela imediatamente abriu a porta para revelar Felissa banhada em sangue com lágrimas nos olhos. 

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