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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 285

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285: A Rejeição Indireta 285: A Rejeição Indireta Vicenzo usou o braço para impedir que Felissa o beijasse. Ele cobriu a cabeça e usou a mão livre para empurrá-la para longe.

“Que diabos!” Vicenzo exclamou e encarou Felissa. Ele já estava à beira de perder o controle, e Felissa definitivamente não estava ajudando.

“Vi…cenzo,” Felissa sussurrou antes de fechar os olhos de exaustão. 
“Senhora Felissa?” Vicenzo chamou e tocou o ombro de Felissa para ver se ela estava consciente, mas ela não se mexia. Ele suspirou aliviado por suas lutas terem terminado. Ele olhou para Felissa e viu sua expressão facial se transformar em felicidade enquanto aproveitava o chão frio que esfriava seu corpo.

“Ah, você está me enlouquecendo,” Vicenzo declarou, deitando no chão ao lado de Felissa. Seu sorriso desvanecia e era substituído por uma expressão preocupada. “Desculpa, Senhora Felissa,” ele sussurrou.

Vicenzo se sentou e levantou o corpo de Felissa do chão, colocando-a na cama. Ele não puxou o cobertor dessa vez, para evitar que seu corpo aquecesse novamente. Ele saiu do quarto depois de garantir que ela estava bem.

***
No dia seguinte, todos se reuniram no jardim, onde seria realizado o último dia do evento. Aqueles que encontraram suas companheiras estavam alinhados em uma mesa, enquanto os lobos não pareados estavam do outro lado. 
Rosina ficou no centro e observou os convidados aproveitando o almoço. Seu olhar vagou pela multidão e notou a falta de Vicenzo e Felissa. 
Fabio estava de pé, no fundo, procurando freneticamente por Felissa.

“Parece que hoje vai ser divertido,” Rosina sussurrou para Fina, que estava ao seu lado.

“Há muitos lobos acasalados novos, Vossa Majestade,” Fina sussurrou, abanando Rosina com uma pena para dar um pouco de ar.

“Sim, como está seu irmão?” Rosina perguntou e lançou um olhar para Fina, que estava levemente corada.

“Meu irmão está indo bem, mas ele tem tido dificuldades para manejar a espada por muito tempo,” Fina explicou timidamente.

Rosina tinha feito Enric, o irmão mais novo de Fina, treinar para se tornar um futuro cavaleiro. Era uma honra ser recomendado pela realeza para treinar em tão tenra idade, e isso fez Fina se sentir grata a Rosina por sua bondade.

“Hmm, tudo bem. Diga a ele para desacelerar e aproveitar sua juventude por um tempo,” Rosina riu e lembrou-se de como Enric era adorável quando o conheceu.

“Sim, Vossa Majestade,” Fina riu e continuou seu trabalho.

Rosina sorriu e se levantou, batendo em sua taça para chamar a atenção de todos.

“Olá, meus adoráveis convidados. Vocês estão gostando desses últimos dias dentro do Palácio?” Rosina declarou alto com um sorriso gentil.

“Sim, Vossa Majestade!” os convidados responderam em uníssono.

“Que ótimo! Hoje é a última Temporada do Evento, e estamos felizes em ver que muitos lobos encontraram suas verdadeiras companheiras!” Rosina exclamou e aplaudiu, e todos a seguiram.

Os acasalados receberam vivas, mas os solteiros mostravam várias faces de inveja.

“Porém, todos os casais devem apresentar seus parceiros a mim até o final da noite. Eu darei minhas bênçãos,” Rosina sorriu e ergueu sua taça antes de beber o suco de maçã que parecia vinho, já que ainda estava escondendo o fato de estar grávida.

“Sim, Vossa Majestade!” todos exclamaram e pensaram que havia um presente para eles, mas mal sabiam a verdade.

“Agora, por favor, aproveitem a festa e nos encontraremos mais à noite,” Rosina declarou antes de acenar adeus aos convidados, que responderam. Ela percebeu que, embora lhe dessem um sorriso, ela podia sentir que estavam hostis à sua presença.

‘Agora, qual de vocês aqui é um espião do inimigo,’ Rosina pensou antes de dar uma última olhada nos convidados antes de sair. Ela deveria estar com eles, mas precisava cuidar de suas necessidades primeiro pelo bebê.

Por outro lado, Draco estava trabalhando no Palácio e secretamente enviando tropas ao redor do bando para saber quem estava se movimentando contra eles.

Além disso, houve vários casos em que espiões foram pegos rondando o Palácio em busca de possíveis informações. Eles foram todos enviados para a masmorra; às vezes, Rosina brincava com eles para satisfazer suas necessidades.

“Como está a Senhora Felissa, Fina?” Rosina sussurrou enquanto caminhava em direção ao Palácio.

“A Senhora Felissa havia sumido do seu quarto esta manhã. Eu ouvi dos servos que ela voltou ao edifício,” Fina respondeu suavemente.

“Entendi, obrigada,” Rosina deu um sorriso malicioso, e elas continuaram caminhando.

De volta ao jardim, Fabio estava furioso. Ele olhava em volta, mas não havia sinal de Felissa. Sentia que ela o envergonhou por faltar ao almoço, que era para ser o momento para mostrarem aos convidados que eram companheiros.

“Onde está essa vadia?” Fabio sussurrou agressivamente, cerrando os dentes. Ele não queria sentar-se em nenhum dos lados da mesa por dois motivos. Primeiro, ele não queria ser visto como um lobo solitário se ele sentasse à mesa dos não acasalados. Seu orgulho não suportaria, sabendo que vários lobos sabiam sobre Felissa. Segundo, ele queria evitar sentar-se à mesa dos acasalados, já que estava sozinho.

Esse problema deixou Fabio irritado, e sua pressão subiu a alturas incríveis. Ele também estava com fome.

No final, Fabio se afastou depois que Rosina deixou o lugar. Ele foi até o prédio das mulheres para procurar Felissa. Ele queria garantir que ela fosse ao baile mais tarde naquela noite.

“Vou matar essa vadia se ela não mostrar a cara!” Fabio exclamou ao chegar ao prédio das mulheres, que estava vazio já que todas as lobas estavam comendo no jardim.

Fabio olhou em volta para se certificar de que ninguém estava por perto. Ele estava prestes a entrar pela porta quando alguém o puxou para trás.

“Senhor Fabio!” uma voz aguda gritou e puxou a camisa de Fabio.

Fabio se virou e viu Dona segurando sua camisa. “Ah, Lady Dona,” ele disse e se curvou.

“Não seja ridículo, Senhor Fabio. Eu sei por que você está aqui,” Dona declarou firmemente e se aproximou dele.

“Estou aqui para ver minha companheira,” Fabio respondeu seriamente, mas ele não conseguia manter contato visual com ela e acabou olhando para o lado.

“Não seja estúpido! Eu sou sua verdadeira companheira que a Deusa da Lua lhe deu!” Dona exclamou alto. Ela não tinha medo se alguém ouvisse a conversa deles. Ela estava contente em saber que seu companheiro era Fabio, pois ele era um nobre, mas ele tinha seus olhos em outra loba.

“E daí? Você tem algo para mim?” Fabio cruzou os braços e levantou a sobrancelha. 
“O quê? Eu sou sua verdadeira companheira que a Deusa da Lua te dá!” Dona se sentiu impotente, já que Fabio não a estava reconhecendo. 
“Ridículo! Devemos encontrar uma companheira em potencial que possa nos dar algo. Você, Lady Dona, não tem nada além de um título de nobreza. Você é uma mimada que ficou em prisão domiciliar. Você só me traz decepções e humilhação!” Fabio gritou, sua saliva voando no rosto de Dona. Ele falou com tanto nojo que partiu o coração de Dona em pedaços.

“Mas as regras….” Dona sussurrou e fez uma pausa, pois estava sofrendo por dentro. Sua loba estava chorando de dor. 
“F*da-se as regras! Como é que essa Rainha de um bando de baixo escalão sabe sobre companheiros verdadeiros?” Fabio exclamou com os olhos arregalados. Ele não gostava como Dona não o deixava ir.

“Mas…” Dona tentou argumentar, mas Fabio rosnou para ela ameaçadoramente.

“Você deveria estar feliz que eu disse que você é minha companheira, mas Lady Dona, você está se tornando um incômodo,” Fabio rosnou e cerrava os dentes. “Você deve se contentar com isso e me deixar ser. Você sempre pode ter uma segunda chance com um companheiro, se tiver sorte o suficiente,” ele acrescentou antes de virar as costas para Dona.

“Você é tão cruel,” Dona sussurrou suavemente, já que toda sua energia havia sumido do corpo. Ela se sentiu exausta e desamparada, assistindo seu tão esperado companheiro rejeitá-la indiretamente. 
Enquanto isso acontecia, Felissa estava espionando atrás da parede pela janela. Ela estava prestes a sair quando viu Fabio através do vidro. Ela se escondeu rápido, mas não esperava o aparecimento de Dona.

‘É por isso que Lady Dona quer falar comigo,’ Felissa pensou ao ouvir toda a conversa deles. Ela se sentiu mal por Dona, já que ela parecia triste e miserável enquanto Fabio estava frio.

Felissa suspirou. Ela rapidamente trancou a fechadura da porta para evitar que Fabio entrasse. Ela não queria enfrentá-lo, ou senão ela morderia sua carne.

“Por que essa porta está trancada? Ah!” Fabio reclamou e tentou chutar a porta para abrir, o que fez Felissa estremecer com sua ação agressiva.

“Senhora Felissa! Saia! Eu sei que você está aí!” Fabio gritou e prosseguiu batendo na porta.

Não havia ninguém dentro, exceto Felissa e as guardas femininas patrulhando, o que significava que se Fabio pudesse entrar, ele estaria condenado.

‘O que eu faço!?’ Felissa pensou antes de correr e ir direto para o seu quarto, trancar a porta e se certificar de pulverizar um perfume forte para mascarar seu possível cheiro para não permanecer no ar.

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