A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 264
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264: A Cerimônia 264: A Cerimônia Rosina arqueou as costas e segurou as pernas, puxando-as para cima. Ela podia sentir os dedos de Draco penetrando fundo em seu íntimo, e ela gostava disso.
“Ah~ Estou gozando!” Rosina gritou. Sua boca buscava ar enquanto se concentrava em sua entrada.
“Goza pra mim,” Draco sussurrou e lambeu o clitóris de Rosina como um cão enlouquecido. Aquilo foi a gota d’água, e os sucos de Rosina esguicharam no rosto dele.
“Ah~ Gozei~” Rosina sussurrou enquanto apreciava seu alívio. Seu corpo se sentia relaxado, e a vontade de tirar um cochilo ficava cada vez mais forte.
“Você é doce, Rosina,” Draco comentou enquanto lambia os sucos de seus lábios, saboreando-a.
“Hmm,” Rosina murmurou enquanto fechava os olhos. Ela esticou o corpo antes de se entregar à escuridão.
Draco não pôde deixar de rir de como Rosina dormia depois do feito. Ele olhou para a bagunça balançando a cabeça.
“Você é tão fofa quando está cansada, mas satisfeita,” Draco disse enquanto pegava uma toalha limpa e limpava o corpo de Rosina antes de trocar suas roupas. Então ele esfregou o chão onde os sucos dela estavam espalhados.
Quando Draco terminou, ele deixou o aposento de Rosina para fazer seu trabalho. Silvio se aproximou dele do lado de fora com uma reverência. “Como ela está?” perguntou, referindo-se a Rosina.
“Ela está bem, Draco. Embora ela faça várias perguntas sobre o Palácio e as questões do bando,” Silvio respondeu em tom baixo.
“Entendi. Continue a protegê-la,” Draco sussurrou antes de seguir em frente como se nada tivesse acontecido.
Silvio ficou e vigiou a porta de Rosina.
Desde que Draco se tornou o novo Rei. Houve vários ataques feitos para matá-lo. Embora ele tenha conseguido sobreviver e prevenir esses ataques. Draco estava preocupado com o bem-estar de Rosina depois de saber que os poderes dela se foram.
Os outros bandos hesitavam em falar o que pensavam, sabendo que Draco tinha um aliado demônio já era ameaça suficiente para eles. Eles não queriam perder seus bandos por lutar para derrubar Draco do trono.
Mas isso não significava que eles não tentariam em segredo.
Draco se encontrou com cada Alfa dos dez bandos para conhecer o lado deles, mesmo que eles não pudessem fazer nada contra. Ele queria criar harmonia com eles, mas sabia que seria difícil.
‘Preciso encontrar esses traidores e apagar sua existência deste reino,’ Draco pensou ao entrar em seu escritório e começar a trabalhar.
Nos três dias seguintes, Draco preparou a cerimônia de coroação e todas as coisas necessárias que ele precisava fazer para o evento enquanto Rosina continuava descansando.
“Não consigo acreditar que serei coroada amanhã,” Rosina afirmou enquanto olhava para o vestido que precisava usar para a coroação. Para sua surpresa, ela pensou que levaria uma semana, mas Draco conseguiu terminar todos os preparativos.
Rosina se deixou cair na cama enquanto olhava a lua através da varanda. Ela acariciou a barriga enquanto murmurava uma melodia. Não demorou muito até ela adormecer.
“Vossa Majestade, por favor, acorde,” uma voz suave sussurrou suavemente enquanto chacoalhava levemente o corpo de Rosina.
Rosina abriu os olhos quando reconheceu a voz. “Ah! Fina!” ela exclamou, vendo sua antiga serva sorrindo para ela.
“Olá, Vossa Majestade. Estou feliz em poder servi-la novamente!” Fina piou, mas não pôde conter as lágrimas ao ver o rosto de Rosina.
“Fina,” Rosina sussurrou suavemente antes de puxar o corpo de Fina e abraçá-la forte.
“Wah! Vossa Majestade!” Fina chorou alto para ventilar suas emoções.
Rosina sorriu enquanto afagava a cabeça de Fina. Quando atacou Sabrecrown com seu exército de mortos-vivos, Rosina se certificou de manter Fina e seu irmão, Enric, seguros.
“Como você está? Tem passado bem?” Rosina perguntou enquanto limpava as lágrimas de Fina de suas bochechas.
Fina assentiu. “Sim, meu irmão e eu finalmente estamos juntos, mas Vossa Majestade. Eu tenho algumas palavras sobre Sal,” ela disse nervosa.
Rosina colocou a mão nos lábios de Fina para impedi-la. “Você não precisa dizer nada. Eu sei sobre isso,” ela disse com um sorriso matreiro.
“Huh? Então quem salvou meu irmão—” Fina não conseguiu continuar quando Rosina a interrompeu.
“Não pense mais nisso. Desde que você seja leal a mim, estará segura,” Rosina afirmou e empurrou o queixo de Fina para cima para olhar em seus olhos, uma vez que ela estava ajoelhada.
De repente, Rosina sentiu pressão em seu olho esquerdo. Foi doloroso no começo quando ela tentou resistir.
“Ugh,” Rosina gemeu e segurou o olho.
“Vossa Majestade, o que houve?” Fina perguntou preocupada ao ver que Rosina estava com dor.
“Nada, não se preocupe comigo,” Rosina respondeu e tentou se recompor para ficar calma, já que precisava estar em seu perfeito juízo durante a cerimônia.
Rosina manteve os olhos fechados, mas quando os abriu, Fina a encarava. A pressão voltou e ela deixou que a consumisse.
Raios de imagens piscaram na visão de Rosina, mas ela não conseguiu distinguir nada. Era um caleidoscópio de luzes e a deixou enojada.
“Vossa Majestade!” Fina exclamou e segurou os ombros de Rosina para ajudá-la a se equilibrar quando ela estava prestes a cair. “Aguente firme, Vossa Majestade! Vou buscar ajuda!” ela acrescentou.
Rosina segurou o antebraço de Fina para impedir que ela se afastasse. “Não, devemos nos preparar para a cerimônia. Não podemos correr o risco de nos atrasar,” ela declarou com um sorriso forçado.
“Mas Vossa Majestade…” Fina parou com o ombro caído.
“Está tudo bem. Vamos nos preparar,” Rosina se levantou e se forçou a entrar no banheiro enquanto Fina a seguia.
Rosina percebeu que o que aconteceu foi seu poder anterior de ver a companheira de alguém, mas parecia instável, o que a levou a sentir dor e desconforto.
‘Qual o significado disso? Será que meus poderes vão voltar?’ Rosina pensou enquanto mordia o dedo. Ela estava bem sem ter seus poderes de volta, já que só trariam caos e desequilíbrio para o reino.
Mas por outro lado, Rosina sentia que seus poderes poderiam assegurar a segurança deles se outra guerra estourasse.
‘Seja lá o que for. Vou garantir que ninguém possa tirar a coroa de nós,’ Rosina sorriu de canto e soprou uma bolha de sabão enquanto Fina esfregava seu corpo.
***
Sons alegres e altos irromperam na entrada do Palácio. Carruagens se aglomeravam enquanto esperavam sua vez de ser anunciadas e aceitas para dentro.
Havia dezenas de guerreiros e cavaleiros à espreita ao redor para proteger o bando de qualquer possível dano.
Bandos do 1º ao 10º foram convidados para assistir e testemunhar seus novos governantes e criar uma conexão com eles.
Rosina olhou para fora da varanda para ver os visitantes. Ela queria saber se Felissa viria, já que ela sentia saudades dela.
“Vários deles têm um sorriso falso,” Rosina comentou enquanto olhava para os outros nobres que haviam sobrevivido depois da guerra.
“Muitos nobres do lado da Rainha não gostam do Rei Draco, mesmo ele sendo o herdeiro legítimo do trono,” Fina informou enquanto olhava para baixo.
“Hmm, de qualquer forma, eles não importam,” Rosina declarou, despreocupada, antes de entrar no quarto. Ela precisava descer e encontrar-se com Draco.
Rosina usava um vestido branco com bordados prateados, o que fazia seus cabelos ruivos e ardentes se destacarem mais. Seu cabelo estava trançado e preso em um coque com pequenas flores fincadas ao redor.
“Por aqui, Vossa Majestade,” Fina declarou e indicou o caminho para um quarto quando elas desciam as escadas.
Ao entrar, Rosina viu Draco esperando dentro, também com trajes combinando, mas ele estava ocupado olhando alguns papéis com Gino, seu Beta.
“Draco,” Rosina chamou, atraindo sua atenção.
“Rosina, meu amor, você finalmente chegou,” Draco levantou-se apressadamente e segurou a mão de Rosina, beijando suas juntas.
“Ah sim,” Rosina sorriu sem jeito e virou para o lado, olhando para Silvio, que estava encarando o chão.
“Está nervosa?” Draco perguntou ao sentir que a pele de Rosina estava fria.
“Na verdade, não. Estou apenas animada,” Rosina mentiu, mas garantiu que fosse imperceptível. Ela não queria que Draco soubesse que um de seus poderes poderia voltar.
“Entendo. Então você deveria relaxar primeiro. Preciso me encontrar com meu pai,” Draco informou e beijou a testa de Rosina antes de sair apressado pela porta.
“Silvio, me diga. Onde estão Gastone e Cinzia agora?” Rosina perguntou com a sobrancelha erguida. Ouvir que Rocco estava presente na cerimônia significava que Cinzia também poderia estar lá.
“A Senhora Cinzia e o Senhor Gastone foram enviados para o 13º bando,” Silvio informou, o que surpreendeu Rosina.
“O quê!? Por quê?” Rosina exclamou com os olhos arregalados.
“Não tenho o direito de responder mais perguntas, Vossa Majestade. É melhor perguntar ao seu marido,” Silvio sorriu suavemente. Ele não queria se envolver mais profundamente do que deveria, já que respeitava as decisões de Draco.
“Entendo,” Rosina dispensou o assunto. Ela estava surpresa já que insinuava que a mãe de Draco poderia estar escondida no 13º bando ou em sua floresta, já que ela ainda estava viva. Saber que Cinzia estava lá podia causar outro caos se ela descobrisse sobre a localização dela antes deles.
Após alguns minutos de espera, a porta se abriu de repente, com Draco entrando com um sorriso largo.
“Meu amor, é hora,” Draco declarou e estendeu seu braço para Rosina pegar sua mão.