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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 262

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262: A Regra do Medo 262: A Regra do Medo Os olhos de Draco se arregalaram ao ouvir o que Rosina disse. “Eu acho que é inapropriado fazermos isso depois do que aconteceu”, ele disse e balançou as duas mãos juntas.

Draco não queria se aproveitar da situação, sabendo que Rosina tinha acabado de acordar. Ele não queria machucá-la de maneira alguma.

“O que? Por quê?” Rosina fez beicinho e puxou Draco em sua direção.

“Eu quero que você esteja bem primeiro”, Draco respondeu com um sorriso gentil. Ele colocou a mão sobre a cabeça dela e fez um carinho.

Rosina rangeu os dentes. Ela queria um membro dentro dela, e ela o queria agora. Ela agarrou a gola de Draco e o puxou para um beijo profundo, querendo deixar sua língua entrar na boca de Draco, mas ele não deixou.

Draco empurrou Rosina para longe e segurou o ombro dela com força, assegurando que ela não o atacaria de repente.

“Rosina, nós temos tempo para isso. Além do mais, eu não quero machucar o bebê”, Draco beijou a testa de Rosina e colocou a mão na barriga dela, sentindo o formato arredondado.

“Mas…” Rosina pausou, já que ela entendeu que Draco estava tentando ser cuidadoso, mas ela queria transar. “Se nós não fizermos isso agora, não poderemos transar se minha barriga ficar maior”, ela adicionou.

“Eu entendo isso, mas devemos focar em outra coisa”, Draco sorriu antes de se levantar. “Eu vou preparar a cerimônia enquanto você descansa”, ele acrescentou.

Rosina apertou os lábios, já que sabia que Draco não tinha intenção de transar ou satisfazer as necessidades dela. Sua excitação desapareceu quando ela se sentiu decepcionada com ele.

‘E se minha vida for assim? Sem pau!’ Rosina pensou, e seu corpo tremeu. Ela imaginou que seu desejo não seria satisfeito se Draco continuasse rejeitando-a.

Rosina se recompôs e levantou-se. “Então eu irei pelo meu caminho”, ela declarou com um aceno.

“Ok, nos vemos mais tarde”, Draco respondeu, e seu foco foi consumido pelo trabalho.

Rosina saiu do quarto e olhou para Silvio, que estava esperando por ela. “Vamos comer. Estou com fome”, ela disse e forçou um sorriso.

“Sim, Vossa Majestade”, Silvio respondeu com uma reverência.

Rosina começou a caminhar à frente com uma expressão perturbada. Ela continuava pensando em se satisfazer sozinha com dedos e brinquedos sem um pau de verdade.

Silvio abriu a sala de jantar, e os servos ficaram ao lado com a comida preparada para Rosina.

‘Ah, isso é um pouco arrepiante’, Rosina pensou, suas sobrancelhas se contraíndo. Ela manteve uma atitude composta e estava prestes a sentar-se no centro oposto quando Silvio puxou a cadeira para ela.

“Você não precisa fazer isso”, Rosina sussurrou já que Silvio estava com ela há muito tempo. Ela queria tratá-lo normalmente como um amigo e não como um servo, mas ele estava fazendo o oposto, e ela não gostava disso.

“É o meu trabalho, Vossa Majestade”, Silvio respondeu antes de empurrar a cadeira de volta para Rosina se sentar.

Por algum motivo, Rosina se sentiu desconfortável com a maneira como os servos a tratavam. Durante sua estada no Palácio antes, no reinado do Rei Rocco, tudo parecia mais relaxado, mas com Draco, tornou-se rigoroso.

‘Ou sou eu a única sentindo essa atmosfera estranha’, Rosina pensou enquanto olhava ao redor. Os servos tinham um sorriso colado no rosto enquanto olhavam para baixo.

Rosina respirou fundo e tentou ignorá-los. Afinal, ela estava com fome. No prato dela havia uma porção quente de panquecas, ovos, presunto e várias frutas. Ela olhou para o café preto e quente.

“Posso ter um copo de leite fresco e quente?” Rosina perguntou suavemente, querendo ser mais gentil com eles.

Os servos estremeceram, e Rosina pôde ver o leve medo em seus olhos.

“Si-sim! Vossa Majestade!” o servo declarou e saiu rapidamente da sala.

Por essa reação, Rosina teve uma ideia de como Draco estava liderando o bando nos últimos meses.

Rosina esperava que levasse mais tempo para prepararem seu leite. Por isso, ela começou a comer sua refeição, mas, para sua surpresa, o servo chegou depois de dois minutos, segurando uma xícara de leite quente.

“Peço desculpas pelo erro, Vossa Majestade!” o servo exclamou com a cabeça baixa.

“Tudo bem”, Rosina forçou um sorriso e pegou a xícara. Ela olhou para o leite quente antes de dar um gole, conferindo se não havia nada nele.

Rosina comeu sua comida em silêncio enquanto tentava ignorar os servos ao seu redor, esperando por qualquer comando. Ela queria comer em paz e conforto, mas não queria expulsá-los sem saber o que havia acontecido com o bando enquanto ela estava fora, ou então ela adicionaria outro problema.

Quando Rosina terminou, ela saiu apressadamente da sala de jantar e foi para o jardim. O único lugar onde ela poderia relaxar um pouco, mas quando chegou, seus olhos se arregalaram com o que ela viu.

Todas as outras flores haviam desaparecido e foram substituídas por fileiras e fileiras de rosas de diferentes cores.

“Isso não é um exagero?” Rosina sussurrou chocada. Ela gostava de rosas, já que seu nome tinha o mesmo significado, mas ela não era obcecada por elas.

“Rei Draco as plantou em memória de você. Ele sentiu muito a sua falta mesmo agindo como se estivesse bem”, Silvio explicou com um suspiro. Ele testemunhou como Draco buscou cada semente de rosa de cada cor em cada bando.

“Hmm”, Rosina murmurou antes de caminhar para o jardim, onde um pavilhão estava localizado no meio. Ela se sentou lá e fez sinal para Silvio se sentar à sua frente.

“Vossa Majestade, eu deveria estar de pé atrás e protegendo você”, Silvio afirmou com firmeza e se manteve firme, mas Rosina ficou irritada.

“Silvio, sente-se!” Rosina exclamou em voz alta, fazendo Silvio suar e obedecer ao seu comando. “Devemos deixar as formalidades de lado aqui. Se for só nós dois, eu quero que você me chame pelo meu nome”, ela acrescentou.

“Mas, Vossa Majestade, eu não posso fazer isso”, Silvio tentou argumentar, já que considerava Draco e Rosina como os Monarcas mais altos que precisavam do máximo respeito.

“É uma ordem, Silvio”, Rosina o encarou. Ela percebeu que Silvio só a seguiria se ela desse um comando de autoridade.

Silvio mordeu os lábios e suspirou. “Claro, Rosina”, ele disse e olhou para o lado.

“Isso é bom de ouvir. Afinal, somos amigos”, Rosina sorriu e se apoiou na palma da mão.

“Sobre o que você quer conversar?” Silvio perguntou enquanto balançava a cabeça, divertido.

“Eu quero saber o que aconteceu com esse bando depois que Draco assumiu o controle?” Rosina perguntou seriamente.

“Entendo. Você deve estar curiosa para saber por que o bando está assim”, Silvio riu e se recostou, relaxado.

“Sim, é completamente diferente do que eu esperava”, Rosina respondeu com um encolher de ombros. Ela olhou para as paredes do Palácio pintadas de preto e as estátuas de lobos colocadas em cada canto.

“Hmm, sim. Rei Draco quer mudar completamente o bando Sabrecrown e garantir que ele não tenha que se assemelhar ao original. Ele quer criar um novo bando para o reino. A ideia é boa, mas os outros bandos não gostam de mudanças”, Silvio explicou enquanto pensava no que havia acontecido antes. Inicialmente foi caótico, mas Draco conseguiu fazer com que se calassem.

“E o que aconteceu depois?” Rosina perguntou com mais interesse.

“Draco disse que não invadiria o bando deles se discordassem dele. É engraçado como seus rostos empalideceram com medo”, Silvio riu alto ao lembrar da reação dos líderes dos bandos quando Draco os ameaçou.

“Ah, e ver como Draco venceu a batalha com Sabrecrown os forçou a se submeterem”, Rosina insinuou, ao que Silvio assentiu.

“Eu não sei como Draco conseguiu subjugar aquela demônia e fazê-la ir para o lado dele, mas saber que ele possui uma aliada tão forte faz os outros bandos tremerem de medo”, Silvio declarou com a sobrancelha franzida. Draco não lhe contou sobre a criatura demônio e como estavam conectados, o que o deixava ardendo de curiosidade.

Rosina levantou a sobrancelha. Ela pensou que Silvio soubesse sobre seu poder anterior, mas percebeu que ele não tinha ideia sobre isso.

‘Draco e Gastone mantêm isso em segredo?’ Rosina pensou, mas era uma vantagem para ela já que ela não tinha mais o poder demônio. Embora, se isso fosse a base do medo que fazia os outros bandos se submeterem, seria perigoso se soubessem que o demônio não existia mais.

‘Eu preciso manter isso em segredo e matar aqueles que sabem sobre o poder do demônio’, Rosina pensou e bateu com as mãos na mesa, fazendo Silvio saltar de surpresa.

“Oh, me desculpe. Estou simplesmente sobrecarregada com isso”, Rosina disfarçou e agiu surpresa.

“Sim, é opressor. O medo que cresce nos bandos faz com que pensem que Draco é alguém com quem não se deve mexer. É por isso que os servos estão sempre na defensiva. Eles têm medo de cometer qualquer erro que custe suas vidas”, Silvio suspirou. Ele não gostava da maneira como os lobos eram dominados pelo medo, pois isso poderia se voltar contra eles no futuro.

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