A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 259
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259: O Monte de Vênus 259: O Monte de Vênus “Ugh, minha cabeça,” Rosina gemeu ao ser acordada pela luz do sol da janela do seu quarto. Ela estava em um quarto branco misturado com dourado quando abriu os olhos. As janelas estavam abertas, deixando o ar fresco e frio entrar no cômodo.
“Onde eu estou?” Rosina murmurou e se sentou. Ela olhou para o criado-mudo e viu um copo de água. Imediatamente o bebeu para matar sua sede.
Rosina colocou o copo de volta e começou a inspecionar o quarto. As memórias começaram a afundar em seu cérebro, e ela se lembrou do que tinha acontecido antes de perder a consciência.
“Ah, não!” Rosina exclamou e levantou o grosso cobertor para ver que estava de camisola de seda. Ela puxou suas roupas e viu a marca de acasalamento no seu monte de vênus.
“P*rra! De todos os lugares imundos! Ele me marcou bem na área da b*ceta!” Rosina ofegou em descrença. Ela esfregou o rosto frustrada por estar presa a um vínculo que não queria.
O ódio começou a ferver dentro de Rosina por Draco ter a forçado a algo que ela não queria. Ela pegou um travesseiro e o colocou sobre o rosto enquanto gritava alto, mas o travesseiro absorvia o som.
“AHHHHH!!!! SÓ ME MATA LOGO!!!” Rosina gritou, e lágrimas caíram em seus olhos. Ela sentia um conjunto de correntes invisíveis a impedindo de viver a vida que queria.
Ela se sentia presa… de novo.
Rosina ouviu passos apressados adentrando o quarto. Ela imediatamente se deitou na cama, fingindo ainda estar dormindo.
A porta se abriu com força, e um cheiro familiar de pinho entrou no cômodo.
“Rosina!” Draco exclamou para ver se Rosina tinha acordado após sete dias inconsciente.
“Chame a Theta,” Draco instruiu um servo. Ele sentiu algo em seu peito há um minuto atrás. Não era sua emoção, mas sim de Rosina, fazendo-o pensar que ela havia acordado.
Após alguns segundos, Theta veio correndo para o quarto para verificar a condição de Rosina.
“Alessa, ela está bem?” Draco perguntou preocupado.
Rosina se certificou de que seu batimento cardíaco estava controlado e fingiu estar profundamente dormindo.
Alessa, a Theta, pegou o braço de Rosina e sentiu seu pulso. Após um minuto, ela cuidadosamente o colocou de volta e se virou para Draco.
“O corpo da Rainha Rosina ainda está rejeitando a marca. Ela será curada completamente se aceitar o vínculo de companheiros,” Alessa explicou antes de assentir e sair do quarto para dar privacidade a Draco e Rosina.
“Rosina, você deve me odiar muito pelo que eu fiz,” Draco murmurou e afastou uma mecha de cabelo do rosto de Rosina.
Draco olhou para o copo de água vazio no criado-mudo. Ele viu as gotículas deslizando pelo copo, o que o fez concluir que Rosina tinha bebido água minutos atrás.
“Entendi. Rosina, me desculpe por ter forçado a marca em você, mas eu quero que você entenda que é para o melhor. Eu estarei esperando por você,” Draco sussurrou e mordeu silenciosamente seus lábios, o suficiente para tirar sangue.
Draco se sentia culpado pelo que fez, mas tentava suprimir isso, pois agora era o Novo Rei do reino dos Lobisomens. Suas responsabilidades estavam se acumulando. Ele deixou o quarto de Rosina e a deixou em paz.
Quando Rosina sentiu que Draco havia ido embora. Ela abriu os olhos e se sentou.
“A audácia dele de dizer essas palavras,” Rosina murmurou incrédula. Ela olhou para a janela aberta e a cortina balançando com o ar fresco.
Rosina suspirou. Ela percebeu que não havia guardas ao redor dela para garantir que ela não deixasse o lugar.
“Ele deve estar confiante sobre o vínculo de companheiros,” Rosina murmurou antes de se levantar e encarar o espelho gigante. Seus olhos se arregalaram quando ela viu seu reflexo.
“Eu voltei,” Rosina sussurrou enquanto tocava seu rosto. “O que Draco disse é verdade. O vínculo de companheiros me libera dos meus próprios poderes,” ela acrescentou surpresa.
Rosina não pôde deixar de sorrir. Um de seus problemas foi resolvido, mas outro surgiu.
“A questão é… Eu ainda tenho meus poderes?” Rosina se perguntou e olhou para sua palma. Ela concentrou sua energia para criar uma chama negra, mas nada apareceu.
“Oh, não… não… não,” Rosina começou a entrar em pânico quando tentou várias vezes, mas seu poder havia desaparecido. Ela agarrou seu pescoço e sentiu o pingente do colar.
Rosina mordeu o dedo e colocou sangue no pingente para criar um portal, mas o encanto não respondia.
“Não, impossível. Meus poderes se foram… não!” As mãos de Rosina tremiam enquanto ela dava um passo para trás. As emoções a dominaram, pois ela estava acostumada a ter sempre um trunfo na manga.
“Vanda! Apareça! Vanda!” Rosina gritou e olhou ao redor do quarto. Ela queria respostas, e sabia que poderia obtê-las de Vanda.
“Você é tão barulhenta,” a voz de Vanda foi ouvida dentro do quarto.
“Vanda! Você está aqui!” Rosina exclamou e correu em direção a ela.
“Qual é o problema? Está muito cedo para mim!” Vanda bocejou e se acomodou na cama de Rosina, se aconchegando nos lençóis.
“Meus poderes se foram!” Rosina exclamou frustrada e mostrou para Vanda que ela não conseguia criar uma chama negra.
“Hmm, é normal, Rosina. Você foi revivida da morte e recebeu um poder de demônio, mas a marca reverteu seus poderes e te transformou de volta em uma Lobisomem nobre comum,” Vanda explicou dando de ombros.
“Espera… Isso significa que eu não posso fazer as coisas que eu costumava fazer?” Rosina perguntou com os ombros caídos em derrota.
“Sim, você não pode, mas isso não significa que você é fraca. A força física e mental que você tem permanece. Só o poder do demônio se foi,” Vanda sorriu ao ver como Rosina estava decepcionada por não conseguir fazer o que quisesse, como antes.
“Eu entendo agora,” Rosina respondeu com um aceno de cabeça. Ela segurava sua barriga inchada coberta pelo vestido.
“Eu sei que você vai ser uma boa mãe,” Vanda disse suavemente.
“Eu queria usar meus poderes para saber quem é o pai desta criança enquanto ainda está na minha barriga, mas agora, eu não posso,” Rosina suspirou em derrota. Ela não poderia usar seus poderes para determinar o sangue de seu filho enquanto estivesse em sua forma de demônio.
Foi por isso que Rosina queria seus poderes de volta.