A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 251
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251: O Selo Real 251: O Selo Real Rosina observou o bando de Sabrecrown cair em ruínas. Ela olhava para longe, onde as casas do bando dos outros grupos podiam ser vistas.
“Devo atacá-los ou fazê-los servir a mim?” Rosina murmurou enquanto esfregava o queixo. Então sentiu uma pressão abaixo de si quando um enorme pedregulho foi lançado em sua direção. Ela tentou evitar, mas sua asa esquerda foi atingida.
“Ah!” Rosina exclamou, e começou a descer em espiral. Ela se certificou de aterrissar com segurança no chão. Olhou de onde veio o pedregulho, mas ficou chocada ao ver quem estava à sua frente.
‘Draco!’ Rosina pensou em choque. Ficou surpresa ao ver seu companheiro, junto com suas tropas. Eles estavam cercando-a.
“Onde está Rosina? Sei que você a tem!” Draco gritou e deu um passo à frente. Suas tropas estavam em postura ofensiva caso Rosina atacasse.
Rosina inclinou a cabeça em confusão, e percebeu que Draco não reconhecia ser ela. Ela não se importava, já que sua aparência estava completamente diferente.
“Por que você está aqui?” Rosina perguntou e olhou em direção ao Palácio. Ela pôde ver a figura de Gastone de longe, observando-os. Isso lhe deu uma pista de que Gastone poderia ter manipulado Draco para atacá-la.
Embora, Rosina não tivesse forças para admitir que era ela. Ela não queria que Draco visse no que ela se tornou, especialmente por ter quebrado sua promessa a ele.
“Estou aqui para pegar minha companheira!” Draco gritou e sacou sua espada de prata, mirando na garganta dela.
Rosina olhou diretamente nos olhos de Draco e viu o fogo da determinação. Ela sentiu calor no coração, sabendo que Draco faria qualquer coisa por ela.
“Não tenho sua companheira,” Rosina respondeu com um dar de ombros, mas Draco não acreditou nela.
“Você está mentindo! Rosina veio para cá quando você atacou este bando!” Draco gritou, e todos os seus cavaleiros sacaram suas espadas, forçando Rosina a se render.
“Já te disse que não tenho sua companheira,” Rosina revirou os olhos. Ela abriu os braços e fez vários círculos de mortos-vivos ao redor deles.
“Não quero nada com você, Draco. Sugiro que você e suas tropas evacuem este lugar,” Rosina declarou, esperando que Draco parasse de perseguir o que pretendia fazer. Afinal, ela fez o ataque pelo bem dele.
“Não recebo ordens de você,” Draco franzu a testa enquanto olhava em volta dos guerreiros mortos-vivos e cavaleiros parados ao redor deles, mas eles não estavam se movendo.
No fundo, Draco queria saber a verdadeira intenção do demônio.
Rosina suspirou profundamente. Sentia-se presa em uma situação da qual não podia escapar. Ela não queria machucar nenhum deles, mas estava disposta a matar alguns se eles se tornassem um empecilho.
“Já te disse várias vezes. Não tenho sua companheira,” Rosina cruzou os braços enquanto tirava um tempo para curar suas asas.
“Por que você atacou este bando?” Draco perguntou para saciar sua curiosidade.
“HAHAHA!” Rosina riu alto. Seus olhos pareceram enlouquecer antes de voltar sua atenção para Draco. “Não é óbvio? Estou aqui para tomar Sabrecrown,” ela afirmou com um sorriso de deboche.
As tropas olharam umas para as outras, pois ambas tinham o mesmo objetivo, o que significava que Rosina era uma inimiga aos olhos deles, uma concorrente.
A expressão de Draco endureceu, e após alguns segundos, ele baixou sua espada. “Depois que você tomar este bando. O que fará em seguida?” ele perguntou.
Rosina se surpreendeu com a pergunta de Draco. Ela continuou encarando-o para entender o que passava pela sua mente, mas ele era difícil de ler.
“Isso importa?” Rosina perguntou com um sorriso malicioso. Ela queria agir como uma pessoa má e queria que Draco lutasse contra ela no final. Então ela fingiria estar morta e daria a Draco a liderança antes de se revelar.
Mas Rosina estava preocupada com uma coisa.
Ela não sabia se poderia voltar à sua forma humana.
Draco levantou a mão, sinalizando para suas tropas abaixarem a espada e recolherem as garras.
“Sim, temos o mesmo motivo neste bando, mas você conseguiu invadir primeiro. Vamos nos aliar,” Draco declarou firmemente e estendeu a mão para um aperto. Suas tropas ficaram chocadas com sua coragem ao enfrentar a face monstruosa de Rosina.
Rosina sorriu docemente. Ela olhou para a mão de Draco esperando por ela, mas não o tocou porque se o fizesse, ele saberia que ela era Rosina.
“Não me importo em me aliar a você, mas não se torne um estorvo para os meus planos,” Rosina declarou firmemente antes de abrir suas asas curadas e voar para o céu.
Draco olhou para cima e viu Rosina voar em direção ao Palácio. Os mortos-vivos ao redor deles também a seguiram, ignorando suas tropas.
“Draco, você tem certeza disso?” Bertrando sussurrou enquanto olhava ao redor. Ele sentia os pelos do corpo se arrepiar só de ver os mortos-vivos.
“Se aquela mulher não tem planos de nos prejudicar. Então devemos tirar proveito disso, ou também acabaremos mortos,” Draco respondeu e começou a caminhar em direção ao Palácio.
Draco queria usar a oportunidade para deixar que alguém sujasse as mãos. Ele não era ingênuo ao pensar que poderia derrotar o inimigo, e sua maior prioridade era encontrar Rosina. Ele acreditava que Gastone mantinha Rosina escondida e o usava como isca para matar o demônio que atacava o bando de Sabrecrown.
“Devemos encontrar Rosina a todo custo. Podemos lidar com aquele demônio mais tarde,” Draco afirmou, deixando que seus homens de alta patente comandassem as tropas em grupos para se espalhar quando chegaram ao Palácio.
Os cavaleiros usavam todas as suas armas, mas não faziam efeito. No final, foram mortos e transformados em mortos-vivos.
Draco notou que os mortos-vivos estavam ignorando ele e suas tropas, permitindo que eles andassem livremente, o que a princípio era assustador. Ele não perdeu tempo antes de invadir o quarto de Gastone.
“Eu te dou a coroa! Por favor, não me mate!” Gastone exclamou enquanto lágrimas e ranho escorriam pelo seu rosto. Ele estava com medo de sua vida terminar daquela maneira. Ele baixou seu orgulho e desistiu de sua coroa, esperando que isso o salvasse.
Rosina sorriu e arrastou Gastone para a mesa onde o selo real estava localizado. Ela sabia que Draco estava à porta, mas escolheu ignorá-lo. Sua atenção estava em fazer com que o título de Gastone fosse transferido para Draco.
“Você tomou a decisão certa, Gastone,” Rosina declarou com um sorriso antes de pegar um papel em branco e o arquivo que continha o nome de Gastone como o Príncipe Herdeiro. “Você sabe o que fazer,” ela acrescentou.
Rosina estalou os dedos, e uma corrente apareceu no pescoço de Gastone, prendendo-o ao acordo deles.
Gastone sentou-se no sofá e pegou a pena com mãos trêmulas. Ele mergulhou na tinta, mas parou já que não sabia o que escrever. Olhou para Rosina com lágrimas nos olhos.
“Eu… Eu não sei….” Gastone balbuciou com olhos desamparados.
Rosina bateu as mãos na mesa e rosnou para ele, mostrando seus dentes pontiagudos e língua alongada.
“Use esse cérebro seu, ou eu te farei um morto-vivo para você trabalhar direito,” Rosina sussurrou ameaçadoramente, fazendo Gastone tremer de medo.
Gastone começou a escrever um testamento sobre ele transferir seu título como Príncipe Herdeiro para Draco, seu irmão. Em seguida, colocou o selo real com tinta vermelha ao lado. Ele adicionou o papel ao arquivo e colocou sua assinatura, provando que estava disposto a desistir de sua coroa.
Gastone sentiu que o mundo e a Deusa da Lua o abandonaram de vez. Seus olhos ficaram turvos enquanto ele ficava enjoado.
“Meus pais ainda estão vivos… Eles voltarão…,” Gastone sussurrou antes de perder a consciência.
Rosina pegou o arquivo com um sorriso malicioso. Ela garantiu que tudo estava no lugar e que não havia nenhum erro na carta.
“O que você está fazendo?” Draco finalmente perguntou. Ele estava sozinho, já que fez seus homens esperarem lá fora.
“Eu fiz a minha parte. Está tudo acabado agora,” Rosina declarou com uma risada malévola e acenou com a carta, mas Draco não sabia do que se tratava. Ela caminhou em direção a ele e jogou a carta no peito de Draco antes de sair do quarto.
Rosina planejava procurar os Monarcas e outros nobres que pudessem se opor à liderança de Draco. Depois, havia os outros bandos restantes.
Draco olhou para o papel e leu o que estava escrito. Seus olhos se arregalaram ao saber que o título de Príncipe Herdeiro era seu.
“Quem é você!?” Draco gritou, mas quando olhou para trás, Rosina já tinha desaparecido.
Draco estava prestes a procurar Rosina quando uma série de rosnados ecoou do lado de fora. Ele foi para a varanda e viu os lobos de outros bandos lutando contra os mortos-vivos.
“O reforço chegou!” Draco exclamou e apertou os dentes. Ele enrolou a carta e pôs no peito antes de pular para baixo como um atalho.
“Alteza, o que devemos fazer?” Gino se aproximou de Draco com um semblante preocupado.
“Vamos conversar com o capitão deles se tentarem lutar conosco. Não teremos outra escolha a não ser matá-los,” Draco respondeu com um olhar severo.
“E quanto a esses monstros?” Gino perguntou, pois ainda estava preocupado com eles.
“Não se preocupe. Eles são nossos aliados,” Draco respondeu e deu um tapinha no ombro de Gino antes de caminhar em direção ao portão para encontrar o capitão.