A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 248
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248: A Proposta do Príncipe da Coroa 248: A Proposta do Príncipe da Coroa Rosina sorriu e se aproximou de Gastone. Ela levantou a mão e a colocou em suas bochechas. Imediatamente, Gastone sentiu as centelhas sendo acesas onde Rosina o tocou.
Gastone cerrava os dentes, agarrou o braço de Rosina e a arrastou para dentro das muralhas do Palácio.
“Está tão animado para ficar a sós comigo?” Rosina disse com uma risada. Ela olhou para trás para os lobos que a observavam; ela lhes mandou um beijo, pois Rosina sabia que seria o assunto das fofocas daquele dia.
Gastone a conduziu para dentro da sala vazia. “Você causou tudo isso!?” ele perguntou com raiva.
“Eu? O que eu, uma mera she-wolf, posso fazer?” Rosina respondeu inocentemente. Ela juntou as mãos à frente e se balançou.
Gastone esfregou o rosto agressivamente antes de olhar pela enorme janela onde podiam ver as chamas dançando em cada casa e os mortos-vivos.
“Isto,” Gastone apontou lá fora. “Você fez isso?” ele perguntou firmemente.
A fachada inocente de Rosina desapareceu e foi substituída por um sorriso maníaco. “HAHAHAHA!” ela riu alto.
“Você tem alguma prova de que foi obra minha?” Rosina deu de ombros e olhou para o lado.
“Então por que você está aqui!? Você sabe o que fez na masmorra. Você é procurada pelo Palácio!” Gastone gritou frustrado. Desde que Rosina se mostrou para ele. Ele seria responsável por entregá-la aos Monarcas para dar justiça ao seu crime.
“Estou pronta,” Rosina respondeu e juntou as mãos, esperando que Gastone colocasse algemas para impedir sua fuga.
“Você está louca? O Sabrecrown está sob ataque por criaturas desconhecidas. E ainda quer adicionar outro problema!” Gastone não pôde evitar de elevar mais a voz.
“Acredito que outro problema será resolvido se você me entregar e me prender,” Rosina declarou com um dar de ombros. Ela não estava preocupada com o que Gastone faria com ela. Afinal, o que ela disse era verdade.
“Por que você é assim?” Gastone sussurrou em derrota. Ele viu que Rosina não era a mesma mulher que ele conheceu antes.
“Eu sempre fui assim. Você é que é cego para ver,” Rosina respondeu com um sorriso. Ela caminhou em direção a Gastone e olhou para fora.
“Rosina… Draco morreu? Você encontrou Pepe, o Rei Pária?” Gastone perguntou para obter informações sobre o 13º bando.
“Por que você pergunta?” Rosina olhou para ele com uma expressão séria.
“Você tem razão. Uma she-wolf como você não seria capaz de fazer algo tão extremo. Eu sempre achei você frágil e doce, como uma boneca,” Gastone sussurrou com um suspiro.
Rosina fechou os olhos e virou para o lado, pois queria rir, mas escolheu se conter e deixar Gastone continuar com suas palavras.
“Isso deve ser coisa do 13º bando. Eles são bandoleiros em primeiro lugar. Quem sabe o que eles sacrificaram para trazer esses monstros para o reino!” Gastone exclamou e fechou as mãos em punho para se conter da raiva.
“Hmm, que divertido,” Rosina declarou com uma risada. Ela estava divertida com as palavras de ódio de Gastone e como ele via o 13º bando.
“O quê? É verdade,” Gastone franziu as sobrancelhas confuso. Ele pensou que Rosina concordaria com ele.
Antes que Rosina pudesse responder. Gastone agarrou sua mão e a pressionou em seu peito, sentindo seu coração bater.
“Rosina, eu posso ajudá-la a escapar dos seus crimes. Acredite em mim,” Gastone declarou suavemente e aumentou a pressão de sua pegada.
“E quais serão suas condições?” Rosina perguntou com uma sobrancelha erguida. Ela queria ver o que Gastone ofereceria.
“Bem, como Draco já não está mais aqui. Eu quero que você case comigo. Sendo a Princesa Herdeira, todas as acusações em seu nome serão retiradas. Você será livre,” Gastone explicou com excitação. Seus olhos mostraram esperança de que ela concordasse com sua condição.
“Haha! E você acha que sua mãe vai concordar?” Rosina perguntou com um sorriso ao ver a expressão de Gastone endurecer.
“Ela vai aceitar. Rosina, você é minha companheira. Eu posso sentir a centelha entre nós!” Gastone insistiu e se aproximou mais dela.
Rosina não pôde evitar de rir. Ela suspirou antes de puxar suas mãos para trás. Ela abriu a janela e saiu para a sacada, e Gastone a seguiu.
“Você falou em casamento, mas seu bando está em ruínas,” Rosina declarou e gestou em direção à cidade em chamas.
“Este bando é forte. Além disso, nossos reforços de outros bandos chegarão a qualquer momento. É por isso que, depois que esta guerra acabar, eu quero que você case comigo,” Gastone declarou sem hesitação. Ele queria aproveitar a oportunidade para ter Rosina ao seu lado.
“Gastone, sobre sua pergunta anterior. Deixe-me lhe dar uma resposta,” Rosina sorriu docemente e encarou Gastone, olhando nos seus olhos.
“Huh?” Gastone inclinou a cabeça, confuso, mas deixou Rosina falar. Afinal, ele queria respostas.
“Sobre o 13º bando. Eles não são responsáveis por este ataque, já que o Rei Pária está morto,” Rosina informou calmamente. Ela deu um passo à frente para encurtar a distância entre eles.
“O quê? Esse chamado Rei está morto? Como você sabe?” Gastone mostrou interesse e queria saber mais. Ele havia ficado curioso sobre a informação que Rosina revelou a ele.
Os braços de Rosina envolveram o pescoço de Gastone. Ela o segurou firme e colocou a boca no ouvido dele.
“Porque fui eu quem o matou,” Rosina sussurrou, seguido de uma risada maníaca.
Gastone a empurrou para longe, chocado. Foi quando ele observou completamente as expressões e ações de Rosina. Especialmente a maneira como ela olhava naquele momento.
“Você… o que você fez?” Gastone ofegou quando sentiu a aura assassina que Rosina havia ocultado até então.
“Você deveria me agradecer, já que eu matei o Rei Pária,” Rosina fez bico de forma fofa, mas isso não ajudou em nada.
“Impossível! O Rei Pária é conhecido por ter grande força física. Como pode matá-lo!?” Gastone gritou. Ele não acreditava no que Rosina estava falando. Para ele, eram disparates.
Rosina deu de ombros. Ela não queria explicar tudo apenas para continuar se divertindo. “Quem sabe,” ela respondeu.
Gastone cerrava os dentes. Ele achava que Rosina estava zombando dele.
“E se você realmente matou Pepe, quem está governando o 13º bando agora?” Gastone perguntou mais, mas o sorriso de Rosina lhe deu uma resposta.