A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 246
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246: Aparência do Príncipe Herdeiro 246: Aparência do Príncipe Herdeiro Rosina assistia o caos acontecendo diante dela com as pernas cruzadas. Os exércitos de mortos-vivos massacravam cada lobo vivo diante deles sem piedade.
“Ah, que espetáculo,” Rosina sussurrou em êxtase. Pegou sua xícara de leite morno e deu um gole, suspirando de prazer. Diante dela estava o corpo mumificado da mulher que ela havia matado. Rosina lhe mandou um beijo e o corpo se moveu para um de seus exércitos de mortos-vivos.
“HAHAHAHA! Este é o melhor dia da minha vida!!!” Rosina exclamou e bateu palmas. A felicidade e a satisfação explodiram em seu peito.
“AHHH!” os gritos dos lobos vivos estavam por toda parte. Eles pediam ajuda enquanto alguns lutavam.
Alguns cavaleiros vieram do Palácio que ajudaram vários nobres a saia da área e se refugiaram lá dentro.
“Que divertido. Os nobres conseguem abrigo, enquanto os pobres são deixados para morrer. Bom, melhor para mim,” Rosina comentou com um dar de ombros.
“Senhorita! Por que está sentada aqui!? É perigoso! Venha conosco!” um cavaleiro se aproximou de Rosina com um olhar frenético de preocupação e pavor.
Rosina ficou surpresa. Ela era na maioria das vezes ignorada pelos lobos vivos, mas o cavaleiro se deu ao trabalho de buscá-la. Uma ideia lhe ocorreu na cabeça.
“Para onde supostamente vamos? Todos vamos morrer mesmo,” Rosina falou suavemente, soando como alguém que havia perdido toda esperança de viver. “Olhe ao seu redor,” ela acrescentou e terminou seu leite que ficou frio.
O cavaleiro apertou os dentes e arrastou Rosina à força com ele. Os cavaleiros mortos-vivos viram o que aconteceu e estavam prestes a seguir Rosina, mas ela sinalizou para que parassem e continuassem o seu massacre.
“Estamos indo ao Palácio. Os Monarcas abriram suas portas para os membros do bando,” o cavaleiro afirmou firmemente antes de largar Rosina em uma carroça cheia de outros lobos.
“Você não acha que essas criaturas não atacarão o Palácio?” Rosina perguntou e gesticulou em direção aos mortos-vivos.
“O Palácio já está estabelecendo vínculo mental com outros bandos para nos ajudar. Estaremos seguros,” o cavaleiro respondeu e deu a Rosina um sorriso gentil.
“Qual é o seu nome?” Rosina perguntou curiosa. Ela estava divertida pelo homem, e de alguma forma, ele havia despertado seu interesse.
“Devon, meu nome é Devon, senhorita,” ele disse e assobiou para o cocheiro seguir, já que a carroça estava cheia.
Rosina acenou para o cavaleiro Devon, que foi salvar outros lobos vivos.
“Ah, que homem gentil,” Rosina comentou com uma risadinha. Sentou-se confortavelmente e olhou para quem estava com ela.
A carroça estava cheia de lobas com suas roupas caras. Elas olhavam para Rosina com nojo, pois, aos olhos delas, Rosina era uma simples loba ordinária vivendo na cidade dos nobres. Alguém irrelevante para o bando.
Rosina sorriu para elas, mas foi ignorada e até recebeu um esgar de desgosto. Para eles, Rosina deveria ser separada de sua carroça.
‘Ah, parece que não gostam de mim,’ Rosina sorriu com escárnio e balançou a cabeça, divertida. Afinal, elas se tornariam comida para os seus mortos-vivos mais cedo ou mais tarde.
Quando Devon chegou, Rosina pensou em um novo plano para ajudá-la a entrar no Palácio discretamente. Ela sabia que os Monarcas já estavam planejando seu contra-ataque.
À medida que se aproximavam das muralhas do Palácio, Rosina viu as enormes barreiras com espinhos nelas para usar contra os mortos-vivos. Os cavaleiros estavam espalhados por aí preparando as catapultas e flechas.
Rosina franzio as sobrancelhas quando viu os enormes rochedos sendo rolados pelos cavaleiros do lado de fora. Ela não esperava que o Palácio tivesse deles.
“Esses rochedos com certeza esmagarão os mortos-vivos,” Rosina sussurrou para si mesma. Ela não era ingênua sobre os resultados da arma em seu exército.
“Ah, com certeza. Eles vão. O Palácio fará de tudo para manter essas criaturas nojentas afastadas,” uma mulher nobre declarou com orgulho. Ela parecia relaxada e calma no ambiente caótico. A outra mulher a cutucou para mantê-la em silêncio.
Rosina encarou-as. Ela não sabia os nomes delas ou as havia encontrado antes e não queria saber quem eram. Aos seus olhos, elas eram apenas uma porção de comida para seus pets mortos-vivos.
“Chegamos. Por favor, desçam imediatamente,” o cocheiro gritou para seus passageiros. Ele recebeu olhares arrogantes e resmungos das damas nobres quando elas desceram.
Rosina foi a última. Ela sorriu e foi até o cocheiro, que suspirou com desgosto pela ingratidão das damas.
“Obrigada,” Rosina disse e deu um tapinha no ombro do cocheiro antes de saltar da carroça. O homem olhou para Rosina com os olhos arregalados enquanto assentia com a cabeça.
Rosina seguiu a fila de lobos salvos, que tinham expressões de alívio no rosto. Ela se misturou à multidão, mas sua aparência a fez se destacar.
“Senhorita,” um servo apareceu e entregou a Rosina uma toalha, pois ela estava coberta de sangue seco.
“Obrigava,” Rosina pegou e cobriu a cabeça para esconder o cabelo. Ela notou que a maioria dos cavaleiros e servos não prestava muita atenção nela e se concentrava nos outros nobres vestindo trajes caros.
“Onde estão os Monarcas!? Exigimos um abrigo melhor do que este!” um nobre gritou e apontou para as tendas montadas ao lado, que deveriam ser seus quartéis temporários.
Os principais servos encarregados de receber os sobreviventes precisavam de ajuda para explicar que os aposentos do Palácio estavam fora dos limites.
Rosina olhou ao redor e viu vários rostos familiares daqueles que a haviam servido antes, mas ela não se importava com eles. Ela queria assistir ao drama diante dela enquanto esperava o momento certo para destruir o Palácio ela mesma.
“Qual é o problema aqui?” uma voz retumbou na área. Todos os servos baixaram a cabeça com a chegada do lobo.
“Vossa Alteza, Príncipe Herdeiro Gastone,” eles disseram em uníssono. Os nobres imediatamente baixaram a cabeça com sua aparição.
As sobrancelhas de Rosina se levantaram, pois ela não esperava que Gastone aparecesse do nada. Ela pensava que todos os importantes Monarcas haviam se escondido para sua própria segurança e para preservar a hierarquia. Especialmente já que Gastone era o próximo Rei do reino dos Lobisomens.