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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 244

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  3. Capítulo 244 - 244 As Versões 244 As Versões A consciência de Orso estava
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244: As Versões 244: As Versões A consciência de Orso estava entrando e saindo devido à perda de sangue, mas ele estava fazendo o seu melhor para se manter acordado por causa da sua irmã, Ara.

Rosina sorriu. Para ela, matar Orso instantaneamente seria uma bênção. Ela queria que ele sofresse até o fim da sua vida.

“Ara, você vai ser uma boa menina e vir até mim?” Rosina gesticulou para que ela se aproximasse com o indicador.

“Ara… corre… foge,” Orso sussurrou impotente. Ele não queria desistir tão rápido.

Rosina revirou os olhos. Ela estava ficando impaciente já que tinha passado algum tempo brincando com eles. Ela agarrou o cabelo de Ara, puxando-a de volta quando tentou fugir.

“O tempo acabou. Vocês dois não merecem nem mais um minuto,” Rosina declarou e encarou Orso, que estava chorando.

“Por favor… Deixa minha… irmã… ir,” Orso sussurrou em desespero. Seus olhos lacrimejantes fixos em Ara, que lutava para se libertar do aperto de Rosina.

“Me soltaaaa!” Ara gritou alto em um tom agudo, que irritou os ouvidos de Rosina.

“Aist!” Rosina rosnou em raiva, o que fez Ara se calar.

“Deixa eu te mostrar o resultado da sua traição, Orso,” Rosina disse ameaçadoramente. Ela levantou Ara pelo pescoço e usou a outra mão para apertar seu queixo, forçando a boca de Ara a se abrir.

“Não… por favor, não. NÃO!!!” Orso gritou, usando a força que lhe restava. Ele assistiu enquanto a vida de sua irmã era tirada de seu próprio corpo.

Rosina abriu a boca e inalou a alma de Ara em forma de uma nuvem de fumaça branca; entrando em seu corpo. Sua energia exaurida foi revivida, e ela se sentiu renovada.

“NÃOOO!!!” Orso gritou uma última vez antes de seu corpo cair mole quando viu o corpo de Ara mumificado. Ele estava devastado por ver sua irmã assassinada e não poder fazer nada.

Rosina inalou em satisfação depois de absorver cada pedaço da alma de Ara em seu corpo. Ela estalou o dedo e removeu o poder que pressionava Orso ao chão.

O corpo de Orso desabou no chão. Ele mal conseguia levantar a cabeça de tão fraco.

“Aqui está sua irmã,” Rosina declarou e colocou o corpo de aparência mumificada de Ara ao lado de Orso.

Orso chorou silenciosamente enquanto olhava para sua irmã com olhos embaçados. Ele levantou a mão com esforço e acariciou as bochechas de Ara.

“Você é… um monstro,” Orso sussurrou baixinho. Sua voz estava tão fraca que um lobo comum não o ouviria, mas Rosina ouviu.

“HAHAHAHAHA!!!!” Rosina gargalhou alto. Ela encarou Orso, e seus olhos brilharam mais forte. “É engraçado como todos pensam que eu sou o monstro. Eu não nasci assim. Você e todas essas merdas que eu matei e estou prestes a matar me fizeram quem eu sou hoje,” ela acrescentou.

A voz de Rosina vibrava enquanto ela dizia essas palavras. Todo o seu passado a assombrava, mas agora. Ela os abraçou como um amontoado de travesseiros frios em uma noite quente.

Mas isso não significava que Rosina perdoaria aqueles que lhe causaram dano. Ela queria vingança, e ela gostava que fosse doce.

Orso encarou Rosina, mas não tinha forças para falar. Ele queria passar seu último momento com sua irmã e ignorou Rosina. Era doloroso ver o que Ara tinha se tornado, e isso doía mais do que sua ferida física.

“Me mata… por favor,” Orso sussurrou silenciosamente. Ele não queria mais sofrer, pois lhe causava dor ver o que sua irmã experimentou por causa dele.

Rosina olhou para Orso sem emoção no rosto. Ela não sentia nada por ele; até sua raiva desapareceu. Ela era como uma concha vazia encarando uma praga.

“Não, você morre,” Rosina declarou sem emoção e observou enquanto a alma de Orso deixava seu corpo lentamente, o fazendo sentir dor tanto física quanto emocional.

“Isso é o que você merece por me trair,” Rosina afirmou. Sua voz estava cheia de ódio e nojo.

O corpo de Rosina se sentia exausto e cansado de tudo. Ela queria ter paz e viver sua vida longe de todo o drama.

“Ah! Eu odeio esse lugar,” Rosina murmurou e olhou para o teto quebrado.

“Mas este lugar pode alimentar você de sangue e carne,” uma voz ecoou atrás de Rosina. O quarto iluminado escureceu conforme todas as chamas das velas se apagaram e as janelas se fecharam, escurecendo a área.

Rosina se virou e viu uma menina pequena usando roupas esfarrapadas com algemas em ambos os pulsos e tornozelos. Ela tinha cicatrizes e hematomas em seu corpo frágil.

“Você,” Rosina deu um passo para trás, pois viu a sua versão mais jovem, onde ela era espancada por Cleto todo dia como um saco de arroz. Sua cabeça começou a doer quando ela tentou evitar aquela visão, pois era o que sempre fazia.

Rosina se virou e viu outra menina. Desta vez, ela era um pouco mais alta e estava segurando um pano.

“Vingança pelo nosso bebê. Ninguém merece um final feliz,” sua versão declarou.

Rosina permaneceu em silêncio. Desde que ela desbloqueou a memória e permitiu que ela a consumisse. As versões de seu passado podiam se mostrar livremente, esperando para serem aceitas.

“Eu-” Rosina deu um passo para trás e sentiu uma energia intensa. Ela olhou para trás, e uma nova versão dela mesma apareceu.

“Pelo nosso companheiro,” a versão declarou. Era o eu de Rosina antes de morrer e renascer para uma nova versão de si mesma.

Essa versão era a fraqueza de Rosina. Era o momento em que ela perdeu a esperança de viver e aceitou a morte. Esse foi o seu limite.

Uma lágrima escorreu pelo olho de Rosina. Ela caminhou em direção à terceira versão e não conseguiu evitar chorar.

“Nós encontramos ele,” Rosina sussurrou com um sorriso alegre, referindo-se a Draco.

A versão sorriu de volta e olhou para o útero de Rosina. “Você será uma ótima mãe,” ela disse.

Todas as três versões da Rosina avançaram e tocaram seu corpo.

“Aceite-nos,” disseram em uníssono.

Rosina fechou os olhos. Ela não queria mais fugir. Ela queria enfrentar seus medos e abraçar quem ela realmente era, sem escondê-los.

“Eu aceito todas vocês,” Rosina sussurrou com um suspiro de paz. Ela sentiu um peso pesado sendo retirado de sua mente e peito.

As três versões irradiaram felicidade antes que seus corpos brilhassem em uma luz intensa e se tornassem um orbe de alma, entrando no corpo de Rosina.

Todas elas se tornaram uma só.

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