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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 243

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  3. Capítulo 243 - 243 Os Prêmios 243 Os Prêmios Orso se posicionou no espaço
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243: Os Prêmios 243: Os Prêmios Orso se posicionou no espaço acima do banheiro, que levava ao telhado. Ele recolocou a tampa e permaneceu em silêncio, certificando-se de diminuir os batimentos cardíacos já que Rosina poderia ouvi-lo.

“3, 2, 1… E zero!” Rosina exclamou empolgada. Ela sempre gostava de Esconde-Esconde, junto com perseguir. 
“Agora, garotinha. Quer jogar nosso próprio jogo?” Rosina fez beicinho e agiu de maneira fofa.

Ara se contorcia, pois, em sua mente, Rosina era o lobo mau que queria prejudicar seu irmão, mas parte dela adorava Rosina como uma Princesa.

“O que é?” Ara sussurrou baixinho. 
Rosina murmurou com um sorriso. Ela olhou ao redor e viu um pedaço de giz na mesa. Pegou-o e desenhou um círculo no chão.

“Você vai ficar em pé neste lugar. Não se mexa, e eu não matarei seu irmão. Se você se mover, você sabe o que acontecerá com ele. Não quer perder sua família, certo?” Rosina declarou lentamente e afagou a cabeça de Ara, que reagiu ao contato.

“C-certo!” Ara concordou agressivamente, pois ficou assustada quando os olhos de Rosina brilharam num verde intenso. Ela não queria perder Orso, já que ele era a única família que restava.

“Boa menina,” Rosina sorriu e olhou ao redor da pequena casa. Ela estava cautelosa, já que não queria subestimar Orso. Começou a se mover e a procurá-lo em cada cantinho que podia ver, contando.

“Ele não é burro. Com certeza vai se esconder num lugar que eu não possa encontrar facilmente,” Rosina entrou no quarto e vasculhou cada canto. Ela não usou seu sentido aguçado de audição ou olfato para ouvir ou sentir o cheiro de Orso, pois isso arruinaria a diversão.

“Orso, sei que você pode me ouvir!” Rosina gritou, garantindo estar alta o suficiente para ecoar pela casa. “Sua irmãzinha e eu estamos jogando um jogo. O preço será a sua vida. Não é divertido!?” ela riu alto.

Orso rangia os dentes de frustração. Ele não queria que Ara se envolvesse em seus próprios problemas, o que agravava sua culpa, mas ele culpava Rosina por isso.

O corpo de Rosina tremia de excitação ao se dirigir ao banheiro, mas, quando fez isso. Ela ouviu um leve som acima dela. 
“Te peguei,” Rosina murmurou antes de pular para cima, quebrando o teto e agarrando o pé de Orso. Ela o arrastou para baixo com força, o que provocou múltiplos cortes e ferimentos no corpo de Orso.

“AH! ACK!” Orso gritou de dor. Seu sangue vazava horrivelmente da ferida aberta.

“Irmão!?” Ara gritou, preocupada com Orso quando ouviu sua voz.

“Seu irmãozinho parece estar com dor. Vai tratar os ferimentos dele, pequena Ara?” Rosina falou e esperou para ver se Ara iria até lá ou ficaria em seu lugar.

“Ara! Não venha aqui!” Orso gritou para avisar a irmã.

Ara começou a chorar, pois não sabia o que fazer. Ela queria ver Orso para ter certeza de que ele estava bem. Ela continuou encarando o círculo e tinha medo de dar um passo.

“Parece que sua irmã é uma boa seguidora,” Rosina comentou com um aceno de cabeça.

“Claro! Eu ensino ela a ser um bom lobo, ao contrário de você!” Orso gritou e cuspiu na bochecha de Rosina.

Rosina fechou os olhos devido ao impacto e chutou o joelho de Orso, causando a ruptura de seu ligamento. Ela limpou o cuspe usando a toalha atrás dela.

“Ah! Vadia!” Orso gritou enquanto segurava sua perna quebrada.

O bom humor de Rosina desapareceu e foi substituído por raiva. Ela já estava farta de homens cuspindo em seu rosto. Ela já tinha tido o suficiente.

“Acho que devo me tornar mais agressiva. Sou muito gentil com alguém como você,” Rosina falou com um escárnio.

“O que você vai fazer—”
O corpo de Orso foi lançado contra a parede como se uma força invisível o imobilizasse, deixando-o incapaz de se mover.

“Gosto de como você me fodeu antes. Este membro é maravilhoso!” Rosina falou antes de agarrar as calças de Orso e rasgá-las, mostrando seu pênis mole e balançando.

“Vadia! O que você está fazendo!” Orso gritou e de alguma forma se sentiu envergonhado por mostrar seu pênis.

“Quero que sinta o que eu senti,” Rosina batalhou seus cílios e fez beicinho, provocando Orso antes de rir. Ela agarrou seu membro e começou a brincar com ele.

“Que diabos— Argh!” Orso gemeu de prazer. Ele não queria aquilo, mas o jeito que Rosina manipulava seu membro o excitava. Seu pênis tinha vontade própria, e isso fez Orso se sentir humilhado.

“HAHAHA! Você quer isso, né!? Homem safado,” Rosina riu divertida e observou o pênis de Orso endurecer em sua mão. Quando estava completamente ereto, Rosina alongou suas garras e viu o horror nos olhos de Orso.

“Agora, cortamos isso antes que amoleça,” Rosina falou e rapidamente lacerou o pênis de Orso na ponta.

“ACK! AH! FILHO DA PUTA! VADIA! AHHHH!!!!” Orso gritou tão alto com a dor que sentia. Sangue jorrava como uma fonte e respingava no rosto e corpo de Rosina.

“HAHAHA! Isso é incrível!” Rosina riu alto e preservou o membro de Orso na mão para garantir que não amolecesse.

Rosina ignorou o sangue e os xingamentos de Orso. Ela o virou de costas e dobrou seus quadris diante dela usando seu poder.

“Não se preocupe, sua dor vai desaparecer logo,” Rosina sussurrou maníaca e enfiou o próprio membro de Orso no bunda dele.

“AHHHHHHH!!!! Orso se debatia, querendo se livrar da dor, mas não conseguia. Lágrimas escorriam por seu rosto, e seu cérebro se concentrava em querer remover o membro de sua bunda.

Os músculos de Orso se contraíram para empurrar seu membro para fora, mas ao fazer isso. Ele desencadeou sua evacuação fecal, só que Rosina não queria que isso acontecesse.

Rosina começou a empurrar o próprio membro de Orso para dentro e para fora do ânus dele enquanto ria. Ela estava se divertindo até que alguns bocados de fezes saíram, o que a fez parar e recuar.

“Você é um porco nojento,” Rosina fez uma careta e lavou as mãos na torneira enquanto deixava Orso sangrar.

“Irmão?” A vozinha de Ara foi ouvida.

Orso virou-se de lado e viu Ara olhando para ele com olhos arregalados de choque e trauma.

“Ah, você falhou no jogo, pequena. Parece que não valoriza a vida do seu irmão,” Rosina falou sorrindo antes de caminhar em direção a Ara, que estava congelada em seu lugar. Ela usou as roupas de Ara para secar suas mãos molhadas.

“Ambos falharam nos meus jogos. Preciso coletar meus prêmios,” Rosina sorriu e deixou seu ódio invadir seu corpo. 

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