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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 242

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242: O Jogo de Esconde-Esconde 242: O Jogo de Esconde-Esconde Rosina apareceu na parte da cidade dos camponeses. Ela notou que as roupas que vestia tinham um capuz. Ela o colocou sobre a cabeça para cobrir o cabelo e o rosto.

“Agora, por onde começarei?” Rosina murmurou e observou os cartazes com seu rosto pelas paredes. Ela achou engraçado como o Palácio usava os pobres e os cegava com dinheiro para resolver seu problema.

Rosina andava descalça pela rua. Os lobos ao redor a observavam mas não davam atenção, pois estavam ocupados tentando sobreviver.

“Onde será que você está?” Rosina murmurou e olhou para a outra rua antes de se aventurar por ela. Planejava começar sua matança com um homem que a traiu.

Rosina respirou fundo para saber onde ele estava. Ela esperava encontrá-lo no trabalho, mas para sua surpresa, ele estava em casa. Um sorriso malicioso surgiu em seu rosto enquanto ela se dirigia a ele.

“Ehee,” Rosina sorriu ao parar diante de uma casa velha. Ela olhou ao redor para os velhos sentados no canto, bebendo álcool.

Uma ideia lhe ocorreu.

Rosina caminhou em direção aos velhos e se agachou para ficar à altura deles. “Quero comprar uma garrafa de álcool,” declarou.

Os dois velhos se entreolharam e riram. “Pivete, nós não vendemos isso!” um deles disse.

Rosina jogou uma moeda de ouro para eles e arrancou a garrafa da mão do homem. Ela os deixou quando começaram a brigar sobre quem ficaria com a moeda.

“Dinheiro é mesmo uma desgraça,” Rosina zombou e olhou para trás para os homens, que estavam se socando. Ela deu de ombros e foi até a casa.

Rosina abriu a garrafa, mas em vez de beber, despejou o líquido em suas mãos e borrifou a bebida em suas roupas como se fosse uma bêbada.

“Cheguei em caaaaasa!” Rosina gritou e começou a bater na porta. Ela cambaleou para trás e entrou, usando o dedo para transformá-lo em uma chave.

Rosina entrou na casa e fechou a porta atrás de si, trancando-a novamente. Logo ouviu passos correndo em sua direção, e não demorou muito para que a figura de Orso aparecesse, mas ele não estava sozinho. Uma menina pequena estava com ele, escondida atrás das costas.

“Quem é você!? Saia da minha casa!” Orso gritou e esfregou o nariz ao sentir o cheiro de álcool. “Puta que pariu, uma bêbada. Volta pro teu quarto, Ara,” ele disse e empurrou a menina para trás.

“Ohh, o que temos aquiiii?” a voz estridente de Rosina vibrava pelo quarto. “Você trepou com ela?” ela perguntou e começou a rir.

“NÃO! Ela é minha irmã! Saia, ou—” Orso não conseguiu continuar quando Rosina gritou.

“Ou o quê!? O que você vai fazer comigo!? HAHAHA!” Rosina riu de forma maníaca e caminhou em direção a Orso, que recuou para proteger Ara.

“Se não quiser se machucar. Saia já daqui!” Orso expôs suas presas e alongou suas garras para mostrar domínio e ameaça.

“Querido, por que está assim? Você costumava me c*mer a noite toda. Por que quer que eu vá embora?” Rosina murmurou e lentamente removeu o capuz para mostrar sua identidade.

“Pri-princesa…” Orso gaguejou, incrédulo. Ele achou que estava bem e seguro já que a Rosina era procurada pelo Palácio.

“Sentiu minha falta? Já te avisei antes. Eu te encontraria, mas parece que você esqueceu o que fez,” Rosina sorriu doce e piscou para Ara, que a olhava com olhos arregalados de admiração.

“Uma Princesa!” Ara exclamou, pois era a primeira vez que via uma Princesa de verdade à sua frente. Seu entusiasmo brilhava, o que era a reação oposta à do irmão.

O coração de Orso bateu mais forte. Ele estava com medo de que Rosina pudesse ferir Ara e faria o que pudesse para protegê-la.

“Princesa Rosina. Por favor, você é procurada pelo Palácio, e muitos dos seus retratos estão aqui pela cidade. Sugiro que saia antes que eu chame os cavaleiros,” Orso ameaçou enquanto continuava recuando. Ele procurava uma maneira de escapar e contatar os cavaleiros.

“Você acha que eu tenho medo?” Rosina disse despretensiosa. Ela inclinou a cabeça para o lado e sorriu. “Você deve pagar pelo que fez, Orso. É uma pena, já que eu gosto do seu pau entrando em mim—”
“PARE!” Orso gritou e cobriu os ouvidos de Ara para que ela não ouvisse o que Rosina estava dizendo. Ele não queria que Ara soubesse qual era o seu verdadeiro trabalho além de ser um Bartender.

“HAHAHA! Que divertido!” Rosina riu alto enquanto segurava a barriga.

“Princesa, deixe minha irmã em paz,” Orso disse firmemente. Ele percebeu que Rosina queria a sua cabeça como vingança por sua traição.

“Hmm,” Rosina murmurou e colocou o dedo no queixo, pensando no que faria a seguir. “Então, vamos brincar de um jogo. Eu amo jogos!” ela exclamou.

Orso mordeu os lábios. Ele não respondeu, mas Rosina não precisava da sua resposta.

Rosina se aproximou. “Que tal você, meu querido Orso, se esconder nesta casa enquanto eu conto de um a dez. Eu procurarei por você em 60 segundos. Se eu não te achar, sua irmãzinha estará segura,” ela declarou com uma sobrancelha levantada.

“E se eu recusar?” Orso olhou para baixo, para Ara, que se agarrava em suas calças.

“Então eu matarei vocês dois,” Rosina sorriu.

Orso rosnou. Ele não gostou de como Rosina disse essas palavras rapidamente. “Você não pode matar. Você é apenas uma loba nascida na nobreza!” ele retrucou e estava prestes a sair quando não conseguiu mover seu corpo.

“Claro, eu sou apenas uma loba fraca,” Rosina deu de ombros e estalou os dedos. Imediatamente, Ara voou para os seus braços.

“Ara!!!” Orso gritou em horror ao ver sua irmã nas mãos de Rosina. Foi aí que ele percebeu quão errado estava.

Rosina lançou uma pedra preta nele. “Isso vai esconder o seu cheiro. Vou contar de um a dez agora,” ela declarou, virou de costas e começou a contar.

“Irmão!!!” Ara gritou e chorou, lutando para se libertar do abraço de Rosina, mas seus esforços eram inúteis.

Orso se afastou cambaleando e começou a correr para se esconder, na esperança de vencer o jogo de Rosina.

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