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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 240

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  3. Capítulo 240 - 240 O Ritual da Oração 240 O Ritual da Oração Rosina olhou
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240: O Ritual da Oração 240: O Ritual da Oração Rosina olhou para a mão que estava cheia de gozar seco. Eles voltaram para a casa do bando para tomar banho, já que seus corpos estavam pegajosos e sujos da terra.

“Quer tomar um banho juntos?” Draco perguntou com um sorriso. Ele estava provocando Rosina e queria outra rodada no banho.

“Não,” Rosina balançou a cabeça pois tinha outro plano.

“Haha! Certo,” Draco agarrou o pescoço de Rosina e a puxou em sua direção, capturando seus lábios em um beijo apertado.

Rosina sorriu para ele quando ele se afastou e foi para o banheiro. Ela ficou no quarto e sentou-se na cama.

“Preciso segurar,” Rosina murmurou e contraiu seus músculos da b*ceta para segurar o gozar restante.

Os olhos de Rosina brilharam verde intenso enquanto ela usava seus poderes para absorver o gozar de Draco para dentro do seu corpo e convertê-lo em energia que aumentava todas as suas qualidades.

“Ah! O gozar de um companheiro é realmente diferente dos outros. Isso me torna mais poderosa do que eu imagino!” Rosina comentou e olhou para as mãos, que mostravam suas veias brilhando por alguns segundos antes de desaparecerem.

Uma dor atingiu o peito de Rosina depois de ter absorvido todo o leite de Draco em seu sistema. Ela podia sentir o cordão vermelho que os ligava se apertando.

“O que está acontecendo?” Rosina sussurrou com dor. Ela sentiu seu coração ser apertado por alguém. Então, a dor desapareceu e viajou para baixo, até seu útero.

“Oh foda-se…” Rosina pausou e cobriu a boca, com os olhos arregalados. Ela não esperava que um filhote fosse criado imediatamente após o sêmen entrar nela.

“Isso é impossível! Se eu absorver o gozar. Não vai criar um filhote dentro de mim,” Rosina sussurrou em choque. Ela colocou as mãos trêmulas no útero para sentir se havia algo dentro.

“Oh, por favor, deusa. Não agora,” Rosina se encolheu em uma bola quando sentiu batidas dentro dela, mas não era novidade. Ela percebeu que o filhote ainda não nascido já estava lá há algum tempo, e ela não sabia.

“Rosina, tem algo errado?” A voz de Draco ecoou do banheiro. Ele sentiu algo estranho no ar e pensou que fosse a Rosina.

“Ah, estou bem,” Rosina respondeu alegremente, forçando-se a fazê-lo. 
“Certo,” Draco respondeu e continuou tomando banho.

Rosina respirou aliviada por Draco não ter perguntado mais. Sua mente já estava em frangalhos pelo acontecimento mais inesperado.

Depois de tentar se acalmar por um minuto, Rosina se levantou e caminhou em direção à janela que dava vista para todo o bando.

“A questão é… Quando isso aconteceu, e quem é o pai?” Rosina murmurou silenciosamente, com medo de Draco ouvir. Ela segurou o cabelo e, pela segunda vez na sua vida. Ela se sentiu suja.

“Deusa, o que eu fiz!?” Rosina exclamou enquanto caía no chão frio. Sua força deixou seu corpo. “O que devo fazer?” ela sussurrou.

“O que você deve fazer?” Draco disse com uma risada. Ele estava secando o cabelo com uma toalha e estava completamente nu.

“Ah, nada. Estou pensando em comida,” Rosina inventou como desculpa. Ela se certificou de olhar pela janela para Draco não testemunhar sua expressão facial.

“Vou ver o que prepararam. Você pode descansar por um tempo. Preciso falar com meus homens sobre os planos futuros,” Draco informou e foi em direção a Rosina, beijando sua testa antes de vestir uma camisa limpa.

“Amanhã à noite, você vai atacar, certo?” Rosina perguntou sem olhar para ele.

“Sim, precisamos acabar com isso,” Draco respondeu com um sorriso triste. 
“Entendi. Então eu rezarei para a Deusa da Lua pela sua segurança,” Rosina se arranjou e colocou o melhor sorriso, assegurando que parecessem sinceros para que Draco acreditasse.

“Obrigado por concordar em ficar no bando,” Draco beijou a bochecha de Rosina já que estava encantado por ela ter seguido sua ordem.

“Claro,” Rosina colocou sua expressão mais sedutora e deslizou o dedo no peito de Draco, o que foi eficaz.

“Em qual bando você vai ficar? Quer estar com a sua mãe?” Draco perguntou preocupado. Ele não queria que Rosina se sentisse sozinha enquanto ele estivesse fora.

“Voltarei para o 13º bando, e quero que você me faça um quarto onde ninguém possa entrar. Desejo estabelecer um ritual de oração para a Deusa da Lua,” Rosina afirmou com carinho, como se ela se importasse muito com Draco.

Draco franziu o cenho, pois seu plano era colocar alguém para vigiar Rosina e garantir que ela não fugisse.

“Não confio em você sozinha. Você já fugiu muitas vezes,” Draco declarou e cruzou os braços.

“Eu sei, mas desta vez. Não vou atrapalhar você,” Rosina suspirou e fez uma cara de tristeza falsa. “Você pode colocar guardas do lado de fora do quarto para garantir que eu não saia, se é isso que você quer,” ela acrescentou.

Draco sabia que, se um lobo fizesse um ritual de oração para a Deusa da Lua. Ninguém tinha permissão para entrar, e quem fazia a oração não podia sair. 
Era um ritual que consistia em sacrifício, pois só se podia consumir água, mas não comida.

“Certo,” Draco concordou com um aceno de cabeça, o que deixou Rosina feliz.

“Já que você vai amanhã à noite. Prepare-me um quarto hoje para que eu possa usá-lo pela manhã no dia seguinte,” Rosina afirmou com um sorriso antes de beijar Draco. “Obrigada por confiar em mim,” ela acrescentou.

“Tudo por você,” Draco beijou Rosina de volta antes de deixar o quarto.

O sorriso de Rosina desapareceu do rosto e foi substituído por temor. Ela balançou a cabeça e focou no seu objetivo atual.

“Vou pensar em uma solução depois que essa guerra acabar,” Rosina sussurrou enquanto acariciava o útero.

***
Na manhã seguinte…
Rosina estava montando no lobo de Draco indo para o 13º bando. 
Draco havia designado Tonia Endrizzi, a companheira de Cirino, para preparar o quarto para Rosina.

Quando chegaram, foram recebidos pelos Omegas e várias lobas que viviam no bando. 
Rosina não deu atenção a eles e entrou imediatamente no Castelo. Ela estava com pressa e não queria atrapalhar os preparativos de Draco para a guerra.

“Rosina! Quero dizer… Minha Rainha,” Tonia fez uma reverência ao cumprimentar Rosina. Ela gerenciava o 13º bando enquanto a maioria dos homens de alta patente estava fora.

“Tonia, bom ver você novamente,” Rosina disse e a abraçou. 
Tonia olhou para trás, para Draco. Ela ainda estava constrangida com ele, já que havia encorajado anteriormente o relacionamento entre Rosina e Pepe.

“Por aqui,” Tonia disse e forçou um sorriso. Ela guiou os dois até um quarto vazio no terraço. “Eu já preparei a água potável, velas e areia,” ela acrescentou quando chegaram.

“Obrigada, isso é muito importante,” Rosina disse e segurou a mão de Tonia, dando-lhe uma leve pressão.

“Obrigado,” Draco disse com um pequeno sorriso, e Tonia respondeu com um aceno de cabeça.

“Colocarei dois guardas para ficar atrás das portas para sua própria segurança, Minha Rainha. Eles virão para cá uma vez que você começar seu ritual,” Tonia informou.

“Vou começar agora,” Rosina respondeu e entrou no quarto. A escuridão cobriu seu corpo, e a única luz vinha da tocha do lado de fora.

“Agora mesmo?” Draco perguntou com os olhos apertados. Ele pensou que Rosina começaria seu ritual à noite, quando a Lua estivesse brilhante.

“Sim, agora mesmo. Sem tempo a perder. Esta é a batalha mais importante,” Rosina afirmou e tirou sua bolsa, colocando-a de lado. 
“Você pode fechar a cortina na janela,” Tonia apontou para o centro do quarto onde a luz entraria.

“Obrigada, Tonia,” Rosina sorriu sinceramente e a abraçou. 
Tonia tentou se recompor e evitar chorar. Ela também estava preocupada com a segurança de seu companheiro e esperava que a guerra terminasse a favor deles.

“Vou rezar para a Deusa da Lua aqui fora,” Tonia murmurou antes de dar um passo para trás para deixar Draco e Rosina a sós.

“Draco,” Rosina abriu os braços para abraçá-lo.

Draco sentiu um peso no peito. Ele sentia como se estivesse carregando uma pedra maciça nas costas. “Vou sentir saudades,” ele sussurrou e tentou cheirar o pescoço de Rosina, mas nenhum cheiro vinha dela.

“Queria poder sentir seu cheiro,” ele acrescentou.

Rosina estremeceu e empurrou Draco levemente. Ela agarrou o rosto dele e o beijou para distrair seus pensamentos do cheiro dela.

Draco aprofundou o beijo e não queria soltá-la, mas tinha que ir. Seus homens estavam esperando por ele de volta no 12º grupo.

“Você precisa ir, Draco. Desejo-lhe bem e espero pela sua vitória,” Rosina sussurrou e deu a Draco um último abraço antes de soltá-lo.

“Farei o meu melhor para conseguir a coroa,” Draco sorriu e acariciou o rosto de Rosina carinhosamente, gravando seu rosto em sua mente.

Rosina recuou e estava prestes a fechar a porta quando a mão de Draco a impediu.

“Rosina, eu te amo,” Draco declarou suavemente, mas antes que Rosina pudesse responder. Ele fechou a porta por conta própria. Ele não queria ouvir a resposta de Rosina, pois poderia se machucar se ela fosse forçada a repetir aquelas palavras.

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