A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 235
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- Capítulo 235 - 235 A Boneca 235 A Boneca A noite chegou Draco e seus homens
235: A Boneca 235: A Boneca A noite chegou, Draco e seus homens se reuniram para falar sobre o próximo passo para a guerra.
Por outro lado, Rosina aventurava-se sozinha pela escuridão dentro da floresta.
“Vanda! Vanda! Apareça!” Rosina chamou e olhou ao redor à procura da aparição de Vanda. Ela vinha chamando por Vanda há quinze minutos, mas ela não aparecia.
“Vanda! Se você não aparecer. Vou te chamar de velha!” Rosina gritou e cruzou os braços.
“Aff, que barulheira. Já é tarde da noite!” Vanda resmungou enquanto aparecia de um portal subterrâneo em sua camisola e máscara facial.
Vanda estava na cama tentando tirar seu sono de beleza, mas Rosina continuava chamando.
“Finalmente decidiu aparecer,” Rosina suspirou e caminhou em direção a Vanda, que ainda estava deitada na grama.
“O que é?” Vanda murmurou com um bocejo.
“Mudei de ideia. Não quero a coroa para mim,” Rosina afirmou baixinho. Ela achou que Vanda reagiria, mas ela estava calma.
Vanda sabia que Rosina iria ceder e mudar de ideia mais tarde. Então, ela não se surpreendeu.
“Tudo bem, vou apenas te apoiar,” Vanda respondeu e olhou para Rosina entediada. “E é por isso que você me acorda a esta hora?” ela perguntou com uma sobrancelha levantada.
“Você não vai me perguntar por quê?” Rosina sentou-se na grama e olhou para Vanda com olhares curiosos.
“Bem, se Draco ficar com a coroa. Você é a companheira dele, e você ainda será a Rainha de qualquer forma. Sabendo o quanto ele te ama. Você pode fazer ele dançar na palma da sua mão,” Vanda respondeu e se sentou.
“Entendi,” Rosina murmurou.
As duas se olharam sem uma palavra. Apenas o som dos grilos ecoava ao redor delas.
“Você vai me perguntar sobre a Lua de Sangue, não é?” Vanda perguntou e tirou uma toalha do bolso.
“Sim, e essa máscara facial está horrível,” Rosina disse sombriamente.
“Aff, isso é feito do meu estoque de ervas, me ajuda a parecer mais jovem do que eu realmente sou,” Vanda respondeu e tirou a máscara.
“Eu não sei a sua idade,” Rosina declarou e franziu os olhos. Ela agora estava curiosa sobre a idade de Vanda.
“Você não precisa saber. Voltando ao nosso assunto sobre a Lua de Sangue,” Vanda mudou de assunto, já que não queria falar sobre si mesma.
“Certo, planejo atacar o Palácio minutos antes da Lua de Sangue ocorrer para que meus guerreiros mortos-vivos se tornem mais poderosos,” Rosina afirmou e olhou ao redor, aguçando seus sentidos para se certificar de que estavam sozinhas.
“Ok? Hmm,” Vanda resmungou e pensou nisso por um momento. “Não é uma má ideia, mas os lobisomens se tornarão poderosos e territoriais. Você é a invasora, e eles garantirão proteger o lar a todo custo,” Vanda alertou, já que havia muitas desvantagens.
“Eu sei, mas tenho um plano. Quero saber quando a Lua de Sangue vai acontecer,” Rosina se inclinou para frente, ansiosa para saber a resposta.
“Eu te disse, não há um horário definido para quando ela vai aparecer,” Vanda suspirou, já que precisava repetir o que havia dito antes.
“Eu sei, mas você tem uma dica? Ou qualquer coisa que possa me ajudar um pouco?” Rosina segurou a mão de Vanda e a pressionou levemente. Ela fez uma carinha fofa para forçar Vanda a responder sua pergunta.
Vanda recuou enquanto se contorcia. Ela gostava de coisas fofas, mas nunca com Rosina, pois sabia do que ela tinha feito e podia fazer; fazer essas coisas fofas não pareciam se adequar a ela aos olhos de Vanda.
“Tá bom, para com isso. Dá vergonha alheia,” Vanda se arrepiou toda para apagar a memória em seu cérebro.
“Ótimo!” Rosina aplaudiu alegremente.
“Então, você sabe por que vai acontecer uma Lua de Sangue?” Vanda perguntou com os olhos semi-cerrados.
Rosina lembrou do que Draco havia dito mais cedo e decidiu usar isso.
“A Lua de Sangue surge se algo incomum existir dentro do reino?” Rosina falou com incerteza. Ela sabia sobre a Lua de Sangue, mas não se aprofundou no assunto, pois pensava que só a afetaria um pouco, mas antes ela estava sozinha. Agora, ela tinha Draco e outros lobos para cuidar.
“Verdade, mas o que você acha que é o evento ‘incomum’?” Vanda perguntou e se inclinou para a frente, com os olhos arregalados.
“E-Eu não sei. Talvez porque estamos indo para a guerra contra Sabrecrown,” Rosina recuou, pois o rosto de Vanda estava muito perto do dela.
“Não, guerras são comuns em todas as espécies e criaturas,” Vanda balançou a cabeça e balançou o dedo indicador na frente do rosto de Rosina.
“Para com isso,” Rosina afastou o dedo de Vanda. “Me diga,” ela disse firmemente.
“Haha! Tá bom,” Vanda se recompos e olhou pensativamente para Rosina. “Parece que quem recebeu o poder abalou o reino dos lobisomens,” ela adicionou.
“Hã? O que você quer dizer com isso?” Rosina franziu a testa, pois o que Vanda disse confundiu suas células cerebrais.
“O que eu quero dizer é… um ‘ser’ começou a brincar com o reino,” Vanda respondeu com um sorriso maroto. Ela se aproximou novamente e sussurrou. “O mundo da criatura não deveria ser tocado pelos ‘seres’, mas desta vez. O ‘ser’ agiu novamente e cruzou a linha por estar entediado.”
“Um ser? Você sabe quem é?” Rosina perguntou ansiosa.
“Meh,” Vanda deu de ombros e olhou para o lado. “Mas uma coisa que eu sei é que a Lua de Sangue vai acontecer quando a boneca dançar contra o objetivo do ‘ser’,” ela disse com um sorriso enorme.
“Uma boneca…” Rosina murmurou e olhou para baixo enquanto tentava juntar as peças. “Espera, sou eu? Eu sou a boneca?” ela perguntou e apontou para si mesma.
Mas quando Rosina olhou para cima, Vanda tinha sumido.
“Ah! Aquela vadia,” Rosina xingou e se deitou no chão. A nova informação estava deixando-a louca, pensando que era a boneca e quem era o ‘ser’ de quem Vanda estava falando.
“Se eu sou a boneca, qual é o objetivo de dançar com? Aff, estou jogando o jogo do desconhecido,” Rosina murmurou e olhou para a Lua brilhante acima, esperando que tudo fizesse sentido.