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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 231

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  3. Capítulo 231 - 231 A Mudança de Planos 231 A Mudança de Planos Rosina
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231: A Mudança de Planos 231: A Mudança de Planos Rosina observava enquanto Silvio agarrava Natale, afastando-a de Cleto. Natale chorava e se debatia, pois não queria ficar longe do marido.

“Você está bem?” Draco perguntou e segurou Rosina pela cintura, puxando-a para perto. 
Rosina assentiu em resposta. Ela não conseguia tirar os olhos de Natale. No fundo, tinha medo de acabar como sua mãe. 
“Certo”, Draco deu uma leve apertada na cintura de Rosina antes de caminhar em direção ao corpo de Cleto e cobri-lo com um pano branco.

Draco e Silvio chegaram ao local depois de quinze minutos. Eles seguiram a ligação mental e o cheiro de Rosina quando se aproximaram. 
Silvio também tinha procurado por Natale na floresta do Norte depois que ela fugiu quando ele pegou água para ela. 
“Silvio, traga minha mãe de volta para casa do bando e certifique-se de que ela não vai fugir para outro lugar”, Rosina afirmou com firmeza, mas sua voz era dura. Ela nem se deu ao trabalho de olhar para Natale, que discordava de sua decisão.

“Não! Eu quero ficar com ele!” Natale gritou e tentou correr na direção de Cleto, mas Silvio segurou sua cintura e a colocou sobre seu ombro antes de caminhar para a casa do bando.

“O que devemos fazer com ele?” Draco perguntou e olhou para Rosina. Ele viu a faca no chão e a levou até Rosina.

“Eu quero que os animais selvagens se alimentem de sua carne. Deixar seu corpo apodrecer nos ossos neste lugar horrível… mas Natale não me perdoará se eu fizer isso”, Rosina riu e limpou a gota de chuva na sua testa. Ela olhou para o céu, onde as nuvens cinzentas começaram a se dispersar. A chuva também parou de cair.

“Devemos fazer um enterro adequado para ele”, Draco respondeu, mas Rosina balançou a cabeça.

Rosina agarrou Draco e o afastou do corpo de Cleto. Ela mordeu o dedo, fazendo um ferimento e deixou seu sangue cair no pingente.

“Rosina, o que você está fazendo?” Draco perguntou, preocupado. Ele segurou a mão de Rosina para impedi-la de se machucar.

Rosina sorriu para ele e apontou para o corpo de Cleto.

O chão tremeu levemente, e um portal se abriu abaixo do corpo de Cleto e o engoliu inteiro. O solo voltou ao seu estado original depois que a ação foi concluída, como se nada tivesse acontecido.

“O que diabos—”Draco ficou chocado e confuso com o que tinha visto. Ele esfregou os olhos para ter certeza de que não estava vendo coisas.

“Eu não sou uma loba comum, Draco,” Rosina sorriu tristemente para Draco. Ela deu um passo à frente e acariciou seu rosto. Ela não podia deixar de sorrir com quão bonito ele era.

“Obrigada por ser paciente comigo,” Rosina sussurrou e abraçou Draco. A faísca se acendeu entre eles como fogos de artifício, aquecendo seus corpos tremidos de frio.

Draco suspirou de contentamento e abraçou Rosina de volta. “Não, você não precisa me agradecer,” ele disse. Ele se sentia feliz pelo carinho que Rosina demonstrava por ele.

Rosina enterrou o rosto no peito de Draco. Ela queria dizer tantas coisas para ele, mas não conseguia formular palavras. 
“Me desculpe por não estar ali quando você mais precisou de mim,” Draco sussurrou. Ele se sentia terrível por Rosina ter visto o que aconteceu entre seus pais. Ele sabia que ela devia estar sofrendo por dentro.

“Tudo bem. Eu percebi uma coisa,” Rosina se afastou e olhou nos olhos de Draco.

“O que foi?” Draco perguntou com um olhar curioso. 
“Às vezes, a melhor coisa dos piores momentos da sua vida é que você consegue ver as verdadeiras cores de todos,” Rosina disse e riu. 
Rosina tinha matado inúmeros lobos pelo reino, até mesmo outras raças e criaturas. A coisa que ela notou foi que suas verdadeiras cores se revelavam quando sabiam que estava chegando a sua hora.

“É,” Draco concordou, pois ele também havia testemunhado as mesmas reações. “Acho que Cleto mostrou sua verdadeira face,” ele disse e viu Rosina franzir a testa.

“Mas é tarde demais para ele. A quantidade de dano que ele causou não pode pagar pela bondade que mostrou em seu último suspiro,” Rosina respondeu e virou de costas. 
“Certo, devemos voltar para casa agora, ou você vai ficar doente,” Draco pegou a mão de Rosina e puxou-a consigo, voltando para a casa do bando. Ele tinha muitas perguntas em mente, mas não perguntou, pois queria que Rosina se sentisse melhor primeiro.

Rosina se deixou levar. Ela olhou para as costas musculosas de Draco que se contraíam com o frio.

Depois do que Rosina testemunhou, todos os seus planos atuais e futuros mudaram. Sua perspectiva também havia se alterado.

“Draco, eu quero um cafuné,” Rosina declarou doce e pegou o braço de Draco, colocando seu queixo para cima para olhá-lo.

“O quê!?” Draco parou de andar e olhou para ela com incredulidade. “O que você disse? Eu não ouvi direito,” ele disse com um sorriso largo.

Rosina revirou os olhos, pois sabia que Draco estava a provocando. “Você só quer ouvir de novo,” ela disse fazendo bico.

“Claro, é raro você dizer essas coisas,” Draco riu e esperou por Rosina. Suas orelhas começaram a ficar vermelhas de antecipação.

“Eu disse… Eu quero um cafuné!” Rosina gritou antes de fugir de Draco por conta da vergonha.

O sorriso de Draco se alargou até as orelhas. A felicidade explodiu dentro dele e aqueceu seu peito. Ele correu atrás de Rosina e agarrou sua cintura, girando-a no ar. 
“Sim, eu vou fazer cafuné em você,” Draco cantarolou.

Ambos caminharam de volta para a casa do bando de mãos dadas.

Rosina não pôde deixar de olhar para trás, na direção onde Cleto foi visto pela última vez. Ela não sentia pena dele, mas sim gratidão, pois o que havia acontecido fez com que ela percebesse que deveria valorizar o que tinha.

‘Eu não quero ser como meus pais,’ Rosina pensou enquanto olhava nos olhos azul elétrico de Draco. Ela queria protegê-lo a todo custo.

E era assim que Rosina formaria outro plano, não para si mesma, mas para Draco. Ela queria protegê-lo contra a Rainha, que queria a cabeça dele em uma bandeja de prata.

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