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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 230

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  3. Capítulo 230 - 230 O Amor por Ele Capítulo de Recompensa 230 O Amor por Ele
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230: O Amor por Ele [Capítulo de Recompensa] 230: O Amor por Ele [Capítulo de Recompensa] Rosina ficou com a boca aberta quando viu sua mãe cortar o membro de Cleto. Ela não conseguia dizer uma única palavra, e seus olhos tremiam enquanto observava.

“Sua filha da puta!!!” Cleto gritou e chutou Natale com toda sua força. Ele tentou levantar-se, mas Natale ainda não tinha terminado com ele.

Natale se levantou e se agarrou nas costas de Cleto, fazendo ambos caírem no chão.

Enquanto Natale estava sentada em suas costas, o rosto de Cleto estava enterrado na grama espessa. 
“Eu nunca deveria ter casado com você! Eu deveria estar feliz! Eu quero ser feliz e ser bem tratada!” Natale gritou enquanto levantava a adaga e perfurava as costas de Cleto várias vezes.

“Ack! Vadia!” Cleto gritou e tentou torcer seu corpo para tirar Natale de cima, mas toda vez que tentava, Natale o esfaqueava mais fundo.

“Eu te odeio! Eu te odeio! Eu nunca deveria ter casado com você!!!” Natale gritou com lágrimas nos olhos. Ela não estava pensando direito, e tudo o que conseguia pensar era em como sua vida se tornara miserável com Cleto.

Toda a abuso emocional e físico que ela suportou por anos se manifestou naquele dia. 
“WAHHHH! AHHHH!” Natale chorou tão alto que sua voz era mais alta que a chuva. 
Cleto parou de se mover e aceitou todas as facadas de sua esposa. Ele pensou que poderia finalmente ser livre, mas Natale estava à sua espera quando ele chegou naquela área. Seus olhos piscaram, e ele viu uma figura de longe.

“Ah,” Cleto sorriu levemente ao ver Rosina olhando para eles com descrença. Ele não disse nenhuma palavra e inconscientemente levantou sua mão como se fosse tocar Rosina.

“AHH! POR QUE EU TENHO QUE SOFRER ASSIM!?” Natale gritou com toda a sua energia antes de cair para o lado. Ela estava respirando pesadamente com lágrimas silenciosas. Ela sentia como se o mundo a tivesse abandonado.

O silêncio caiu entre os dois.

“Eu sinto muito,” Cleto sussurrou. Sua voz era mal ouvida devido à fraqueza deles, mas Natale ouviu.

“É tarde demais agora,” Natale respondeu e virou para o lado. Ela estava surpresa que Cleto a estava olhando com um olhar suave, diferente de antes. 
Cleto olhou para Natale do jeito que costumava olhar para ela quando eram jovens e ingênuos. 
“Eu sinto muito,” Cleto murmurou novamente. Seus ferimentos não estavam curando, e seu sangue se acumulava ao redor dele. Sua pele bronzeada lentamente se tornava pálida devido à perda de sangue.

Natale percebeu o que havia feito. Ela se sentou, e com as mãos trêmulas, tocou as feridas de faca que havia feito. 
“Não… Não, eu não queria… Não,” Natale gaguejou e freneticamente pressionou as feridas, mas era inútil.

“Nata..le,” Cleto murmurou suavemente. Ele podia sentir que sua vida estava terminando e ele aceitou isso. Ele não se importava de ser morto por Natale, a mulher que ele amava e com quem se casou. 
“Não… Não!” Natale agarrou o corpo de Cleto e o deitou em suas coxas. “Oh, deusa!” ela chorou e olhou para o céu cinzento. 
Rosina saiu de trás da árvore. Ela caminhou lentamente em direção aos seus pais. Seu cérebro completamente desligado para pensar em qualquer plano para o que fazer a seguir.

“Natale…” Rosina chamou, chamando a atenção de sua mãe.

Rosina não se importava se ela matava lobos com suas próprias mãos. Tirar outra vida era normal para ela, mas ver sua mãe se tornar agressiva e partir para o assassinato a feriu. Especialmente porque Natale estava matando seu próprio marido. 
“Rosina… Rosina, ajuda-me. Seu pai, eu—” Natale começou, mas foi interrompida pela mão de Cleto acariciando seu rosto. Ela olhou para baixo e viu um sorriso no rosto de Cleto, um sorriso de alívio e amor.

Os olhos de Cleto se voltaram para Rosina.

“Você não precisa se desculpar,” Rosina disse imediatamente, pois não queria ouvir essas palavras de Cleto.

Cleto sorriu e deu uma risada, fazendo o sangue jorrar mais. “Eu… sinto muito,” ele declarou, ignorando as palavras de Rosina.

Rosina mordeu os lábios. Depois de tudo o que tinha passado nas mãos de Cleto. Ela sentia pena dele, e um sentimento doloroso irrompeu em seu peito. 
“Rosina… ajuda-me, por favor. Ele está… morrendo,” Natale chorou. Ela estava desesperada para garantir que Cleto viveria. Ela viu que Rosina não se movia e apenas olhava para o rosto de Cleto.

“Você tem certeza que quer que ele viva?” Rosina perguntou e olhou de volta para Natale. 
Natale abriu a boca para falar, mas não saíam palavras. Sua mente repassava as memórias de Cleto batendo nela e todas as outras coisas que ele havia feito. Ela apertou o punho enquanto as lágrimas continuavam a correr pelo seu rosto.

“Seu pai é um homem horrível… mas… eu o amo,” Natale sussurrou. Ela se lembrou da época em que Cleto e ela se conheceram pela primeira vez. Era mágico, e ela podia sentir o calor em seu coração.

Rosina não a questionou mais. Ela podia ver a verdade não dita nos olhos de Natale.

“Ack!” Cleto vomitou sangue, e seu pulso desacelerou. Sua consciência estava indo e vindo, mas ele sabia que Natale ainda estava segurando-o. Ele não queria isso.

Cleto sabia o dano que havia feito. Pela última vez, ele não queria fazer Natale sofrer. Ele queria que ela fosse livre e encontrasse a felicidade sem ele.

“Deixe-me. Deixe-me ir,” Cleto sussurrou e segurou a mão de Natale. Ele olhou em seus olhos e ofereceu um sorriso genuíno antes de perder a consciência.

“Não… Não!” Natale gritou e sacudiu o corpo de Cleto, mas não houve resposta.

“Mãe, deixe-o ir,” Rosina sussurrou suavemente, mas Natale a ignorou.

“NÃO! CLETO NÃO! EU SINTO MUITO! NÃO!” Natale gritou e abraçou o corpo de Cleto. Ela beijou sua testa e esfregou seus braços para aquecer seu corpo frio.

Rosina não pôde deixar de derramar uma lágrima. Era uma lágrima genuína que vinha de dentro dela. Ela sentia dor ao ver sua mãe gritando com todas as suas emoções pelo homem que lhe causou dor. Ela podia sentir o amor de Natale por Cleto mesmo que eles não fossem companheiros.

Naquele momento, algo despertou dentro de Rosina. Um fogo iluminou a escuridão dentro dela.

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