A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 215
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215: O Beijo Prometido 215: O Beijo Prometido Draco recebeu uma ligação mental de Silvio.
‘Alteza, Natale está aqui comigo agora. Estamos indo o mais longe possível do território do 11º bando’, Silvio se comunicou.
Era a mensagem que Draco estava esperando. Um sinal para iniciar o ataque.
Draco olhou para Beri com um sorriso. “Agradeço o elogio por ser comparado ao Gastone. Ele realmente tem cabelos bonitos, ao contrário dos meus,” disse ele e pegou a peruca dourada com cuidado, revelando seu cabelo preto azulado.
“O que diabos—” Goron se surpreendeu com a revelação, e seus sentidos lhe disseram que Draco era perigoso. Ele puxou Beri para trás dele em defesa, caso Draco tentasse fazer-lhes algum mal.
“Quem você é!?” Beri exclamou enquanto se segurava na camisa de Goron como se sua vida dependesse disso. Ela nunca esperava que o cabelo dourado fosse falso, já que complementava a aparência de Draco.
“Bem, você tem algum palpite?” Draco perguntou com um dar de ombros antes de pegar a xícara e bebericar o chá quente.
Goron e Beri olharam um para o outro antes de olhar fixamente para Draco. Eles estavam tentando lembrar onde o tinham visto, já que seus traços com cabelo preto lhes pareciam familiares.
“Ah meu deus!” Beri engasgou e pôs as mãos sobre a boca em choque. Ela finalmente percebeu com quem estava falando.
“O que foi?” Goron sussurrou enquanto dava um pequeno passo para trás para criar mais distância de Draco.
“Tem algo em mente, Beri?” Draco perguntou com um sorriso, mas Beri balançou a cabeça. Ela hesitava em dizer o que pensava. “Hmm, deixe-me dar uma mãozinha,” ele acrescentou.
“A pessoa a quem você se referia anteriormente como o homem de cabelos dourados como um sol… É meu meio-irmão,” Draco declarou com um sorriso maroto. Ele se divertia com as caras que eles faziam quando confirmavam sua identidade.
“Ele… Ele é o terceiro Príncipe,” Beri sussurrou em tom baixo, mas foi o suficiente para Draco ouvir.
Draco riu, cuidadosamente guardou a peruca no pano limpo que havia trazido e a colocou de lado para segurança.
“Parabéns! Você acertou!” Draco riu e sentou no sofá com uma postura calma. Ele fez um gesto para que sentassem, mas eles permaneceram em pé.
“Dizem que você já está morto!” Goron clamou enquanto o medo começava a se insinuar. Sua mente estava em frangalhos, e ele não sabia o que fazer a seguir. Seu lobo estava acovardado dentro dele, o que dificultava concentrar sua energia para criar uma ligação mental com seu pai, Leo.
“Eu posso estar morto,” Draco deu de ombros. Ele não se importava se fosse considerado morto pela alcateia Sabrecrown, pois isso aliviaria seu fardo, principalmente se a Rainha não enviasse tropas atrás dele o tempo todo.
Goron e Beri permaneceram em silêncio enquanto tentavam criar uma ligação mental, mas estavam com dificuldade, pois não estavam acostumados a isso, e sua energia era insuficiente.
Draco notou seus olhos olhando para longe, e ele sabia o que eles estavam tentando fazer.
“É tarde demais agora,” Draco declarou com um sorriso e estalou os dedos.
Após alguns segundos, rosnados altos e gritos se misturavam do lado de fora.
“O que está acontecendo!” Goron grunhiu e estava prestes a sair, mas Draco se levantou para impedi-lo.
“Se você não quer morrer, fique aqui neste cômodo,” Draco informou. Ele planejava manter aquele cômodo seguro para sua querida peruca, e não se importava em manter Goron e Beri vivos para serem torturados mais tarde.
“Você está de brincadeira,” Goron declarou em derrota. Sua mente foi para seu pai, já que sabia que o Alfa precisaria lutar por seu bando.
“Você é um traidor! O Alfa confiou tanto no bando Palecrest!” Beri gritou. Ela se sentiu traída pelo que havia acontecido.
“Huh?” Draco inclinou a cabeça e agiu confuso. “O 12º grupo já não pertence ao Palecrest,” ele declarou com uma voz profunda e ameaçadora.
“O que você quer dizer?” Goron perguntou enquanto procurava uma rota de fuga.
“O 12º grupo está agora sob meu controle, junto com a 13ª matilha. Embora eu não vá levar todo o crédito. Minha companheira fez a maior parte do trabalho,” Draco explicou com orgulho na voz. Ele sabia que Goron estava tentando ganhar tempo para escapar e não era contra isso.
“Você quer dizer… A 13ª matilha já não é mais governada por um Rei Pária,” Beri hiperventilou enquanto juntava as peças.
O Palácio ainda não tinha as notícias atualizadas sobre a 13ª matilha e pensava que ainda era governada por Pepe, o ex-Rei Pária. Os boatos circulavam que Draco havia sido morto durante seu ataque. Por isso ele nunca voltou ou se comunicou com o Palácio.
“Sim, minha companheira matou o Rei Pária. Estou tão orgulhoso dela,” Draco afirmou com um sorriso largo. Seu orgulho nunca foi manchado pelo êxito de Rosina, ao contrário de outros lobos machos que queriam que suas companheiras fossem submissas a eles.
“Princesa Rosina!? Mas ela não é fraca—” Beri não conseguiu terminar suas palavras quando Draco rosnou para ela.
Goron rapidamente se colocou como escudo de Beri para protegê-la. Agora, ele e Draco estavam frente a frente firmemente.
“Não ouse ameaçar minha companheira!” Goron berrou com raiva.
“Então não insulte a minha,” Draco rosnou profundo. Ele estava pronto para matá-los se insultassem Rosina.
Goron mordeu o lábio. Ele sabia o que Draco sentia já que ambos queriam proteger suas companheiras.
Draco arrumou suas roupas e encarou ambos. Antes de sair pela porta para se juntar à festa de sangue lá fora, ele não disse uma palavra. Afinal, seu inimigo seria o Alfa Leo.
Quando Draco saiu, Goron e Beri suspiraram aliviados por não terem sido prejudicados.
“Ó minha deusa, nós cometemos um erro,” Beri sussurrou incrédula. Seus joelhos fraquejaram enquanto se agarrava ao ombro de Goron em busca de apoio.
“Não pense nisso. O que importa é a sua segurança. Fique aqui. Preciso sair e ajudar meu pai,” Goron puxou Beri para um abraço apertado e beijou sua testa.
“Não! Por favor, não vá. O Príncipe Draco disse que se ficássemos aqui, estaremos seguros. Então, por favor, fique aqui comigo. Eu não quero te perder! Você vai morrer lá fora!” Beri gritou e abraçou Goron fortemente para impedir que ele fosse.
Goron olhou para ela com uma expressão dolorida. Ele não queria sair, mas seu orgulho como filho de um Alfa fervia em seu sangue.
“Beri, me desculpe, mas eu preciso ir. Vou garantir que volte para você,” Goron sorriu e apertou as bochechas de Beri.
“Você promete?” Beri fez beicinho e fungou. Ela já estava pensando demais, e ver Goron se machucar a deixaria louca.
“Sim, eu prometo. Eu estarei seguro e voltarei para o seu lado depois que esse ataque terminar. O bando Beloric é forte. Nós vamos superar isso,” Goron sussurrou para confortar Beri, mas no fundo, ele não tinha certeza se ganhariam após saber que Draco dominava o 12º grupo significava que eles eram fortes o bastante para lidar com Cleto, que era mais robusto que Leo em termos de força física.
“Tudo bem, cuide-se,” Beri agarrou as bochechas de Goron e o beijou profundamente antes de ele ir embora, deixando-a com lágrimas nos olhos.