A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 212
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- Capítulo 212 - 212 A Lua de Sangue 212 A Lua de Sangue 3 2 1… 0 Rosina
212: A Lua de Sangue 212: A Lua de Sangue “3, 2, 1… 0,” Rosina sussurrou e espiou com um olho. Quando confirmou que não havia ninguém por perto. Ela se sentou e esticou seus músculos doloridos.
Rosina saiu da cama e tocou seu cabelo curto. De alguma forma, ela sentia falta do cabelo comprido que havia cortado antes.
“Preciso ir,” Rosina sussurrou e estava prestes a correr quando sentiu o cheiro de outro lobo. Ela apressadamente voltou para a cama e abriu a cobertura do carrinho como se estivesse prestes a comer.
Uma loba apareceu vestida toda de branco. Quando viu Rosina, seus olhos se arregalaram e ela correu em direção a ela.
“Sua Alteza!” a loba cumprimentou com uma reverência.
“Olá,” Rosina olhou para a figura dela e sentiu sua aura, que mostrava submissão.
“Ah… Eu sou Elina, uma Theta,” ela se apresentou timidamente e manteve a cabeça baixa.
“Elina, que nome lindo,” Rosina declarou e olhou para o carrinho onde a sopa de ovo estava colocada, ainda quente.
“Sua Alteza, por favor, acomode-se na cama. Eu vou te servir a sopa,” Elina declarou e apressadamente agarrou o carrinho e o puxou para mais perto, o que fez a sopa derramar pela lateral.
Rosina levantou uma sobrancelha. Ela observou Elina despejar a sopa em uma tigela pequena com mãos trêmulas.
“Me desculpe, Sua Alteza. Me desculpe,” Elina continuou se desculpando, tornando-se mais nervosa.
“Está bem,” Rosina sorriu suavemente e abriu sua palma.
Elina balançou a cabeça freneticamente e estava prestes a colocar a tigela na palma de Rosina quando sentiu seu corpo sendo puxado para a frente.
Rosina puxou Elina em sua direção e torceu seu pescoço o suficiente para deixá-la inconsciente e não morta.
A sopa derramou nas roupas brancas de Rosina e na cama.
“Isso é tão fácil,” Rosina murmurou e levantou-se da cama. Ela foi trancar a porta do quarto para impedir que alguém entrasse.
Rosina tirou suas roupas sujas e as jogou no lixo. Ela foi aos armários, procurando por outras roupas, mas todas eram iguais às que ela estava usando antes.
“Tsk!” Rosina suspirou e lançou um olhar para Elina. “Acho que você vai servir por enquanto,” ela disse.
Rosina começou a desabotoar as roupas de Elina, deixando-a nua. Ela colocou Elina na cama e enrolou seu corpo no cobertor. Ela se certificou de que seu cabelo estava coberto, mas seus braços estavam visíveis para parecer que era ela.
Rosina vestiu as roupas de Elina. Seus olhos olharam para a sopa de ovo; de alguma forma, ela teve o desejo de provar o que sua mãe tinha cozinhado para ela.
“Na próxima vez,” Rosina suspirou profundamente antes de olhar pela janela.
Já havia se passado uma hora desde que ela ouviu barulhos do lado de fora, onde os guerreiros do bando se pintavam de preto para se misturarem à escuridão da noite.
Havia menos lobos rondando o 12º grupo. Seu propósito era guardar os prisioneiros e impedir que escapassem.
“Ah, Cleto deve estar furioso,” Rosina riu ao se lembrar do que Draco lhe contou sobre o que aconteceu no bando.
Rosina subiu pela janela da clínica e olhou em volta, aguçando seus sentidos para garantir que ninguém descobrisse que ela havia deixado o bando. Ela prendeu seu cabelo em um rabo de cavalo curto enquanto corria pela floresta.
“Preciso chegar lá rápido,” Rosina declarou e tentou se transformar, mas sua loba não tinha energia para isso. Sua loba levantou a cabeça dentro da consciência de Rosina, mas caiu no chão com um gemido.
“Tsk,” Rosina mordeu os lábios. Ela sabia que sua loba era forte, e saber que sua loba tinha enfraquecido a fez pensar em diferentes razões.
Rosina correu o mais rápido que podia em direção ao território do 11º bando quando seus olhos vislumbraram alguém que ela conhecia. Ela parou de correr e olhou para o lado.
Lá, uma mulher encostada em uma árvore com um sorriso no rosto.
“Vanda,” Rosina declarou com a sobrancelha franzida. Ela estava confusa com a aparição súbita de Vanda, mesmo que não precisasse de sua ajuda no momento.
“Sentiu minha falta?” Vanda riu e jogou o cabelo enquanto caminhava em direção a Rosina.
“Você precisa de algo?” Rosina declarou impacientemente. Mesmo que ela conhecesse Vanda antes. Eles não eram tão próximos, já que Rosina ainda suspeitava da verdadeira identidade de Vanda que ela mantinha escondida.
“Bem, não preciso especificamente de algo,” Vanda deu de ombros e fez bico. “É ruim querer ver uma velha amiga?” ela perguntou e fez beicinho.
“Preciso ir até o 11º bando e ajudá-los a lutar. Também, preciso dos corpos mortos para o meu exército,” Rosina declarou e mostrou o orbe que Vanda havia dado a ela antes.
“Hmm, você deve reunir tantos corpos mortos quanto possível, Rosina,” Vanda declarou e deu um passo mais perto.
“Sim, claro. Ainda há vários bandos para atacar,” Rosina declarou confiante, pensando que quanto mais bandos atacassem, mais mortos-vivos ela poderia criar.
“Não acho que você conseguirá atacar mais bandos a partir de agora, Rosina,” Vanda fez uma careta enquanto entregava a informação.
“Huh? Como assim? O Palácio ainda está em caos. Teremos tempo suficiente,” Rosina argumentou, mas Vanda balançou a cabeça.
“Rosina, a Lua de Sangue está chegando em alguns dias ou semanas. Não há um tempo definido, mas ela aparecerá no céu antes do que você imagina,” Vanda informou e enfatizou cada palavra para Rosina levar suas palavras a sério.
Rosina respirou pesadamente. “Faz centenas de anos desde que a Lua de Sangue apareceu no céu,” ela declarou e olhou para Vanda com preocupação.
A Lua de Sangue era quando cada lobisomem se tornava mais psíquico, ardiloso e infernal. Seria difícil controlar cada um deles; mesmo o Alfa não conseguiria dar uma ordem apropriada, já que era raro os lobos obedecerem.
Era quando todos estavam solitários e matariam um ao outro se cruzassem o caminho.
Seria também quando os mortos-vivos ganhariam poder e velocidade, o que daria vantagem ao exército de mortos-vivos de Rosina, mas haveria um problema.
A verdadeira forma de Rosina seria mostrada, como uma pele se desprendendo de sua origem.