A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 205
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205: A Reunião de Orso 205: A Reunião de Orso Rosina olhou para o cartaz no mural de avisos na cidade do bando Sabrecrown.
“Ah, eles deveriam ter desenhado meu nariz direito,” Rosina murmurou insatisfeita. Ela arrancou o cartaz e o colocou na sua bolsa.
Rosina abaixou o capuz para cobrir o rosto enquanto caminhava pela rua cheia de cavaleiros à espreita. Desde o que havia acontecido nos últimos dois dias na masmorra do Palácio Sabrecrown, seu nome se espalhara pelo bando como ‘Procurada’, e a recompensa era uma caixa cheia de moedas de ouro.
‘Bom, pelo menos não estou tão barata,’ Rosina pensou com um murmúrio. Ela estava satisfeita com o montante de ouro pela sua cabeça.
Enquanto passeava, um cavaleiro parou na frente dela e impediu que continuasse caminhando.
“Senhorita, deixe-me ver seu rosto agora,” o cavaleiro afirmou firmemente, não deixando Rosina escapar.
“S-sim,” Rosina gaguejou e guinchou como um ato. Ela removeu o capuz e mostrou o rosto.
“Qual o seu nome?” o cavaleiro perguntou com os olhos semi-cerrados ao ver a aparência de Rosina.
“M-mita,” Rosina sussurrou e olhou para baixo, fazendo seu corpo tremer de medo.
“Certo, Mita. Tenha cuidado por aqui. É perigoso para uma garota como você,” o cavaleiro sorriu e deu um tapinha na cabeça de Rosina antes de se afastar.
Rosina suspirou profundamente antes de puxar de volta o capuz. Mita era o nome que ela havia usado antes como disfarce, mas ela havia colocado uma peruca preta e lisa para esconder seus cabelos avermelhados e ardentes já que essa era a cor de cabelo que a maioria dos cavaleiros procurava.
“Devo voltar agora,” Rosina sussurrou antes de mudar de direção em direção ao lugar onde estava hospedada no momento. Ela entrou em uma casa antiga na cidade dos camponeses.
A casa parecia agradável, mas não era lá essas coisas.
Rosina bateu na porta, e um homem respondeu, deixando Rosina entrar às pressas antes de olhar para os lados e fechar a porta.
“Princesa, seu cartaz está por toda a parte,” Orso sussurrou preocupado. Ele olhou para a mulher diante dele.
“Não se preocupe, eles não descobrirão minha identidade,” Rosina respondeu com um sorriso suave e tirou a capa preta.
Orso viu a peruca preta dela e suspirou aliviado. Ele encarou a forma de Rosina se vestindo à sua frente. Ele imediatamente virou-se em respeito a ela, já que ela era uma Princesa.
“Você não precisa desviar o olhar, Orso. Você já viu meu corpo várias vezes,” Rosina riu. Ela gostava de provocar Orso, já que as orelhas dele ficavam vermelhas toda vez que ele se envergonhava.
“Princesa, eu respeito seu título e posição neste bando. Sinto-me honrado por ter visto e provado seu corpo antes, mas não quero cometer o mesmo erro novamente. Eu admiro o Príncipe Draco demais, já que ele era diferente dos outros filhos da realeza,” Orso explicou e fechou os olhos para garantir que não veria o corpo de Rosina.
“Tudo bem. Vou tomar um banho agora,” Rosina riu antes de ir para o banheiro.
“Sim, Vossa Alteza,” Orso assentiu e abriu os olhos aliviado que Rosina não estava mais por perto. Ele foi para a cozinha preparar comida para ambos.
Na época em que Rosina permitiu que os prisioneiros escapassem da masmorra do Palácio. Ela abriu um portal em direção à taverna do Céu e planejou se divertir já que o Palácio estava um caos.
Demorou algumas horas antes de anunciarem seu nome como a culpada por libertar ilegalmente os prisioneiros. Também foi uma oportunidade para a Rainha manchar o nome de Rosina, já que ela era esposa do Príncipe Draco, e ainda não tinham nenhuma informação se ele estava vivo ou morto quando atacaram o 13º bando antes.
Quando Rosina foi até o balcão, viu Orso servindo bebidas como de costume, já que era seu trabalho como bartender. Ela não pôde deixar de sorrir, já que sentia saudades dele e do seu membro.
Orso lançou um olhar rápido para ela, mas não a reconheceu. Para ele, ela era apenas mais uma cliente.
Rosina pediu a bebida do Céu e escolheu Orso para ser o homem com quem ela iria para a cama. Ela primeiro foi ao quarto dado quando os cavaleiros invadiram a taverna e distribuíram os cartazes com o rosto de Rosina esboçado.
Orso pegou um cartaz, mas não prestou atenção na figura pois estava focado em seu trabalho de dar prazer a Rosina. Quando entrou pela porta, Rosina estava deitada na cama, esperando por ele.
“Qual a confusão lá embaixo?” Rosina perguntou com olhares curiosos. Seus olhos foram para o cartaz que Orso segurava na outra mão.
“Ah, o grupo de cavaleiros entregou este cartaz. Esta era a face do culpado que libertou os prisioneiros,” Orso explicou enquanto colocava a bebida na mesa de cabeceira.
“Ah, ela é bonita?” Rosina perguntou com uma voz provocante. Ela sabia que era seu rosto, mas queria ver a reação de Orso.
Orso franziu a testa antes de desdobrar o cartaz para olhar a figura esboçada. “Ela parece decente. Diz aqui que ela é a Princesa Rosina; não é ela a esposa do Príncipe Draco?” ele perguntou com uma risada.
“Você acha que ela foi responsável pelo que aconteceu?” Rosina perguntou e se recostou. Seu rosto estava coberto pela escuridão. Apenas seu corpo era visível, mas ela ainda estava vestida.
“Eu não quero me envolver em assuntos da realeza. Todo mundo sabe que ser um deles é uma dor de cabeça,” Orso respondeu e tirou sua camisa. “Mas eu não acho que uma she-wolf como ela faria algo assim tão grande. Acredito que todos apontam o dedo para ela já que ela é esposa do Príncipe Draco,” ele acrescentou.
“É bom ouvir isso,” Rosina afirmou com uma risada e se moveu para frente para que seu rosto fosse mostrado sob a luz de vela.
Os olhos de Orso se arregalaram quando viu os cabelos avermelhados e ardentes. Era a cor de assinatura de Rosina que todos se lembravam. Ele olhou para o desenho e depois para ela, percebendo que eram parecidos.
“Princesa Rosina!” Orso sussurrou em choque e rapidamente cobriu a boca para se impedir de dizer outra palavra. Ele foi até a porta e se certificou de que estava trancada.
“Olá, Orso. Acredito que já nos encontramos várias vezes antes,” Rosina afirmou com um sorriso malicioso enquanto piscava para Orso.