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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 204

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204: A Chegada do Beta 204: A Chegada do Beta O som de gemidos e pele batendo contra o couro ecoava na masmorra. 
As lobas agarravam as orelhas das crianças em uma tentativa de impedir que o barulho entrasse em seu sistema e as traumatizasse.

Draco estava batendo em Cleto por trinta minutos seguidos, mas podia ver que Cleto era um lobo difícil de submeter. Afinal, já faz anos que ele estabeleceu a dominação de ser um Alfa abusivo.

Por outro lado, Natale estava sentada na cadeira e olhava para Cleto com um rosto inexpressivo, de pôquer, que não mostrava sentimentos.

Duilio e Biagio estavam sentados enquanto limpavam os outros dispositivos de tortura na mesa. 
“Hahaha,” Cleto riu depois de ser batido por Draco mais uma vez. Seu rosto estava ensanguentado e tinha vários cortes. Os hematomas se formavam por todo o seu corpo, mas isso não o fez submeter.

“Como é ser batido com o seu próprio cinto, Cleto?” Draco disse com um tom assassino. Ele usou a maior parte de sua energia, mas ainda não estava cansado.

“Não consigo levar você a sério com essa peruca horrível. Haha!” Cleto disse e riu. Ele estava olhando para o cabelo dourado de Draco com algumas manchas de sangue.

“Ah,” Draco penteou a peruca com um sorriso. Ele tinha esquecido de tirá-la, e agora estava suja com o sangue de Cleto.

“Viu só, Cleto. Você pode achar esta peruca engraçada, mas esta peruca vai entrar para o 11º bando. Parece que eles queriam que você se tornasse o cãozinho deles. Que divertido,” Draco levantou uma sobrancelha zombeteiramente. 
“O quê?” Cleto rosnou. As outras frases de Draco passaram pelos seus ouvidos, e a única coisa que registrou em sua mente foi ele se tornar o cãozinho do 11º bando, e ele se sentiu insultado.

Draco não repetiu suas palavras. Ele estava prestes a tirar a peruca, mas sentiu que era melhor usá-la até terminar para provocar Cleto mais.

“Mãe! Você é uma traidora deste bando!” Rico gritou. Ele estava ouvindo a conversa e não pôde deixar de dizer o que pensava. Ele sempre achou que Natale ficaria do lado deles e pediria ajuda do 11º bando. Ele não esperava que sua própria mãe os abandonasse.

Natale apenas olhou para Rico, o que foi a única vez que sorriu. 
“Eu sei,” Natale declarou com alegria.

Cleto rosnou para Natale, mas sua atenção foi tomada por Draco quando o chicoteou novamente no rosto.

“Por mais que eu queira aproveitar nosso incrível tempo juntos. Preciso me preparar e visitar o 11º bando e dizer a eles que o ‘Alfa’ Cleto concordou com os termos deles. A matilha Palecrest vai se unir com a Alcateia Beloric para nos atacar, o 13º bando,” Draco declarou e piscou para Cleto antes de entregar o cinto ao Biagio, seu Gamma.

“Biagio, vou designar você para ficar aqui e cuidar dessa merda. Você pode se divertir à vontade, mas garanta que ele ainda possa respirar,” Draco sussurrou antes de gesticular para Duilio, seu Beta, acompanhá-lo.

“Natale,” Draco chamou por ela, já que ela estava olhando para os traços de Cleto. 
Natale se levantou e seguiu Draco para fora da masmorra. Silvio já estava esperando lá fora, pois era o guarda pessoal de Natale.

“Sua Alteza, Gino retornou ao bando,” Silvio informou com uma reverência e foi atrás de Natale para fazer seu trabalho.

“Certo,” Silvio concordou. Ele tirou a peruca dourada e a entregou para Silvio antes de sair da casa do bando com Duilio seguindo-o. Eles encontraram Gino na fogueira, comendo carne assada. 
Gino, o Beta, parecia ter sido deixado à fome por dias, mesmo que não tivesse sido tanto tempo assim. Ele estava sujo de terra por todo o corpo, e várias folhas de grama estavam presas em seu cabelo.

“Gino, o que aconteceu com você?” Draco perguntou confuso. Ele estava surpreso ao descobrir sobre o retorno de Gino como se ele tivesse sido jogado várias vezes.

“Vossa Alteza,” Gino se levantou e fez uma reverência. Ele ainda mastigava a carne, e levou alguns segundos antes de engolir. Draco e ele fizeram contato visual durante esse tempo, e foi constrangedor, pois estavam esperando que ele falasse.

“Peço desculpas pela demora. Vossa Alteza, Sabrecrown estava em apuros nos últimos dias, pois os prisioneiros da masmorra do Palácio escaparam. Vários deles foram capturados. Ao serem interrogados, eles só falaram um nome do responsável pela fuga deles,” Gino declarou pensativo. Seu rosto endureceu como se tivesse dificuldade em dizer o nome.

“Você conhece a pessoa?” Draco perguntou e viu Gino franzir os lábios ao assentir.

“Sim, mas acho que você não vai querer saber,” Gino disse hesitante, mas sabia que precisava dizer.

Draco levantou uma sobrancelha e esperou por Gino. Ele não queria forçá-lo e estava lhe dando tempo para reunir coragem. Ele também tinha alguns nomes em mente, mas Gino falou antes que ele pudesse pensar a fundo.

“É sua esposa, Vossa Alteza. O nome da Princesa Rosina é mencionado por cada prisioneiro. Eles dizem que a Princesa Rosina se apresentou e anunciou seu nome antes de dar-lhes a liberdade,” Gino acrescentou antes de limpar a garganta. Ele estava esperando pela reação de Draco e esperava que fosse negativa, mas foi o oposto.

“HAHAHA! Oh, deusa! Isso é divertido,” Draco riu em voz alta, e lágrimas se formaram em seus olhos. Os lobos ao redor olhavam para ele confusos enquanto ele chamava a atenção deles.

“Vossa Alteza?” Gino chamou com uma sobrancelha franzida.

“Ah, não é nada. Bem, isso são boas notícias, já que o Palácio está ocupado no momento. Devemos aproveitar esta oportunidade para preparar nosso próprio plano. Afinal, o 11º bando está nos esperando,” Draco declarou com um sorriso irônico antes de bater no ombro de Gino.

“Bom trabalho. Você deveria descansar e aproveitar. Eu informarei a todos mais tarde sobre nosso próximo plano, mas por enquanto. Devemos todos desfrutar de um tempo de paz,” Draco acrescentou antes de retornar à casa do bando, acenando adeus a Gino.

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