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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 198

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198: O Cinto de Couro 198: O Cinto de Couro “Ah!!!” Draco gritou ao acordar naquele mesmo quarto. “Rosina! Rosina!” ele virou-se agressivamente para procurar sua companheira, mas estava de volta à realidade. 
Diante dele estava Vanda, agachada com um sorriso no rosto.

“Bem-vindo de volta, Draco,” Vanda sorriu com um olhar compreensivo. Ela acenou para Draco mostrar que ele havia voltado.

Draco olhou para ela com olhos arregalados enquanto seu cérebro tentava registrar o que havia acontecido. Ele se sentou e olhou ao redor do lugar.

“Eu adormeci?” Draco perguntou e sentiu uma dor de cabeça terrível; suas articulações doíam, especialmente suas mãos.

“Bom, você pode adivinhar,” Vanda sorriu e sentou-se à sua frente. Ela observava enquanto Draco tentava montar o quebra-cabeça.

Draco olhou para a mão. Parte de sua pele estava avermelhada, e ele ainda podia sentir a queimadura que pegou ao tocar no metal prateado. Foi aí que percebeu que não era apenas um sonho.

“É real,” Draco arfou com a realização caindo sobre ele. Ele olhou para Vanda enquanto lágrimas desciam de seus olhos. Ele não queria chorar e mostrar sua vulnerabilidade, mas não conseguia evitar, especialmente quando as memórias de Rosina sendo espancada por Cleto invadiram sua mente.

Vanda sorriu e balançou a cabeça. “Bem, você ajudou a Rosina a escapar do abuso, mas o que aconteceu depois ainda não é um final feliz,” ela disse com um suspiro.

Vanda tirou um lenço do bolso e entregou para Draco. “Não chore, senão eu vou me sentir mal,” ela disse e riu.

“Obrigado,” Draco respirou fundo enquanto enxugava as lágrimas com o lenço. “Eu- Eu simplesmente não consigo acreditar no que vi,” ele acrescentou.

“Eu sei. Foi difícil de ver,” Vanda concordou com um aceno de cabeça. Ela se levantou e colocou seu capuz preto de volta. “Bem, eu preciso ir agora. Dê um oi para a Rosina por mim,” ela foi até a abertura da janela e acenou para Draco.

“Espera! Eu preciso te perguntar uma coisa!” Draco gritou, mas Vanda o ignorou.

“Adeus, Draco. Aquele beijo foi bom, por sinal,” Vanda piscou para ele antes de se deixar cair.

Draco correu para agarrá-la, mas quando olhou para baixo. Vanda não estava em lugar nenhum.

“O que você é?” Draco sussurrou. Ele recuou e sentou-se no chão, massageando o couro cabeludo. Ele estava confuso e ansioso também.

Mas Draco deixou essas questões de lado, já que tinha algo em mente.

“Cleto tem que pagar pelo que fez,” Draco rosnou e fechou a mão com tanta força que sangrou. Seu lobo estava uivando de dor e queria confortar sua companheira, mas Rosina não estava lá.

“Agora, eu entendo um pouco do passado dela, mas o que aconteceu depois que ela escapou deste bando,” Draco questionou a si mesmo, mas não houve resposta. Ele se forçou a levantar e saiu do quarto, mas não conseguiu deixar de olhar para o local onde Rosina estava deitada no passado. 
Draco olhou para as correntes enferrujadas que foram cortadas ao meio. Suas sobrancelhas se franziram enquanto as pegava, ignorando a ardência. Seus marcas de garras estavam ali.

“Espere… Isso foi no passado, mas como minhas ações afetaram o futuro?” Draco murmurou em confusão. “Sou eu o motivo pelo qual Rosina conseguiu escapar? Argh!”

Draco gemeu e largou as correntes. Aquele pensamento lhe trouxe dor de cabeça; ele não sabia o que pensar. O intervalo de tempo entre os dois eventos era de anos, mas estava conectado.

“Deusa, quem é você, Vanda?” Draco suspirou pesadamente para liberar suas frustrações. Ele tinha tantas perguntas sobre a identidade de Vanda e como ela conseguiu levar seu espírito para longe de seu corpo.

O corpo de Draco estremeceu quando tentou afastar o pensamento. Ele saiu do quarto com o coração pesado e fechou a porta cuidadosamente, mas antes de empurrar a estante de volta ao lugar. Ele viu o castiçal que usou.

“Sua chama… apagou,” Draco sussurrou, mas ele não o pegou. Ele o deixou lá, pois fazia parte do que havia acontecido.

Draco recuou e olhou para a estante como se nada estivesse escondido atrás dela. Ele foi verificar o armário de Cleto para procurar um item.

“Vou garantir que você prove do seu próprio veneno,” Draco disse com ódio enquanto revirava as roupas de Cleto e outros itens até que encontrou uma pequena gaveta. Ele a puxou, e um conjunto de diferentes tipos de cintos foi exibido.

“Parece que você gosta muito de cintos,” Draco comentou com desdém. Ele procurou o cinto que lhe era familiar até que seus olhos pousaram no item no meio. Ele o tirou e sentiu o peso do couro e do metal unidos.

As mãos de Draco tremiam enquanto ele tentava chicotear a borda do cinto em sua pele. Ele sentiu a dor imediatamente, e com isso, ele entendeu a dor de Rosina, e ele ficou admirado com como ela aguentava cada impacto em sua pele.

“Você não merece isso, Rosina… Você não merece,” Draco sussurrou e respirou fundo, pois podia sentir as lágrimas ameaçando sair. Ele se sentia fraco e vulnerável.

Draco sentiu que não era homem por chorar.

“Argh,” Draco tirou o próprio cinto e usou o cinto de Cleto em vez disso. Ele viu o vinho escondido no gabinete e pegou duas garrafas consigo.

Draco desceu as escadas e foi abordado por Cirino.

“Draco, recebemos notícias dos Batedores de que o 11º bando está planejando visitar o 12º bando amanhã,” Cirino informou com um semblante preocupado.

“Ok,” Draco assentiu e deu uma garrafa de vinho a Cirino. “Eu encontrei isso no quarto daquele filho da p*ta,” ele disse com puro ódio.

“Draco, precisamos nos preparar para a chegada do 11º bando!” Cirino exclamou, já que estava nervoso com a súbita informação que recebeu dos Batedores.

“Não se preocupe. Eu tenho um plano,” Draco respondeu e deu um tapinha no ombro de Cirino antes de ir para a masmorra.

Cirino não pode deixar de notar a mudança na aura de Draco, que gritava ‘assassinato’.

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