A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 196
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196: A Querida Filha 196: A Querida Filha “Ugh,” Draco gemeu ao abrir as pálpebras. Sua visão estava embaçada, e levou um tempo até se ajustar, mas tudo o que viu foi escuridão.
“Onde estou?” Draco murmurou enquanto se levantava. Ele estava em total escuridão. Ficou parado e tentou sentir a atmosfera quando alguém tocou sua mão.
“Ah!” Draco gritou e assumiu uma posição defensiva ao ouvir a risadinha de Vanda.
“Calma,” Vanda disse divertida antes de acender a vela para iluminar o ambiente.
“Onde estamos?” Draco perguntou enquanto olhava ao redor e notava os mesmos arranhões de garras nas paredes.
“O que você acha?” Vanda revirou os olhos. Ela moveu a vela em uma direção específica, e naquele lugar estava uma garota se abraçando em posição fetal.
Draco olhou para as correntes de prata nos pulsos e tornozelos da garota que pareciam novas, em comparação com aquela que ele viu que estava velha e enferrujada.
“Eu-Eu não entendo,” Draco balançou a cabeça. Ficou confuso com o que estava acontecendo. Um segundo estava em um quarto antigo, mas agora, tudo era novo.
Vanda sorriu. Ela pegou a mão de Draco e o puxou em direção à vela que estava segurando. Colocou sua mão acima da chama e rapidamente empurrou sua mão para baixo.
“O que você está— Ah!” Draco soltou um grito de surpresa e rapidamente retirou a mão. “Que diabos você está fazendo!?” ele exclamou com os olhos arregalados. Ele olhou para a sua mão e viu que não havia marcas de queimadura.
“Você não está no seu corpo físico, Draco. Você é apenas um espírito,” Vanda riu e colocou sua mão no fogo, mas sua carne passou através.
“Como isso aconteceu?” Draco tinha tantas perguntas, mas Vanda apenas lhe deu um sorrisinho.
“Eu não quero explicar todos os detalhes mas pense nisso como magia. Você viajou no tempo e aqui estamos muitos anos atrás na matilha Palecrest,” Vanda explicou e se aproximou da garota. Ela colocou a vela no rosto da garota, mas sua presença não foi notada.
“Ok, somos espíritos, e ela não pode nos ver?” Draco perguntou enquanto olhava para o seu corpo que estava translúcido.
“Sim,” Vanda assentiu com a cabeça e deu um passo para trás. “Você quer conhecer mais sobre sua companheira, certo? Então eu vou te ajudar a ver um pouco do passado dela.”
Vanda se moveu em direção a Draco e lhe entregou a vela. “Agora você está por conta própria,” ela sussurrou antes de seu corpo desaparecer no ar.
“Vanda! Espera!” Draco chamou, mas o som de chaves chamou sua atenção. Ele virou em direção à porta e, após alguns segundos, ela se abriu e revelou um jovem gigantesco segurando um cinto enorme.
A luz exterior tornava o rosto do homem irreconhecível, mas Draco sabia quem ele era.
“Ah, sua vadiazinha. Hora da sua lição,” a voz profunda e aterrorizante de Cleto ecoava naquele quarto, mas a garotinha era irresponsiva.
“Rosina…” Draco sussurrou o nome de sua companheira com dor. Era apenas a primeira cena, mas já era doloroso assistir. Ele esperava que a forma infantil de Rosina fugisse ou gritasse de medo, mas tudo o que ela fez foi permanecer naquela posição.
“Tentando me ignorar!? Safada!” Cleto gritou. Seus passos pesados alcançaram Rosina, e ele agarrou seu cabelo, puxando sua cabeça para cima.
Os olhos negros de Rosina pareciam sem vida, e sua expressão facial era desprovida de emoções. Hematomas e cicatrizes, novos e antigos, podiam ser vistos em sua pele.
“Quando eu chamo você! Seja responsiva!” Cleto gritou e deu um tapa nas bochechas de Rosina. Sua mão ficou marcada em sua carne fresca.
Rosina não chorou ou se encolheu de medo. Seu corpo estava relaxado, e ela recebia cada golpe do pai como se estivesse acostumada todos os dias.
A boca de Draco ficou aberta ao ver Cleto batendo em Rosina com tanta força que até suava. Ele queria parar Cleto, mas não podia fazer nada. Seu coração doía ao ver sua companheira sendo machucada.
“Cleto! Por favor! Pare com isso!” Natale gritou do lado de fora. Ela estava na porta com lágrimas nos olhos. Atrás dela estava um garotinho que mal conseguia ficar de pé.
“Você fica quieta!” Cleto rugiu de raiva e estalou com a esposa. Seus olhos ardiam em fúria enquanto ele parava de bater em Rosina com as mãos.
“Por favor, pare com isso. Ela é só uma criança!” Natale implorou e ajoelhou-se no chão. Ela chorava e esfregava as duas palmas das mãos juntas mostrando submissão.
Essa ação fez a raiva de Cleto aumentar. “Patética!” ele gritou e caminhou apressadamente em direção a Natale e deu um tapa em suas bochechas. Ele segurou seu rosto e a puxou em sua direção.
“Você sabe que isso é culpa sua, certo? Você é uma put* que transou por aí,” Cleto rosnou, mas seus olhos mostraram tristeza e dor por alguns segundos antes de desaparecerem e serem substituídos por ódio.
“Essa cria não é minha filha. Então, tenho todo o direito de fazer o que quiser com ela enquanto você minha amada ‘esposa’, deve expiar seus pecados pela eternidade,” Cleto afirmou e rosnou com nojo antes de voltar sua atenção para Rosina.
“Eu te disse muitas vezes, Cleto. Você é o único homem com quem trans*! Você tirou minha virgindade!” Natale gritou. Ela odiava que Cleto sempre achasse que ela o traíra com outro homem, mas ela não tinha.
“Ah, lá vamos nós com o mesmo assunto de novo!” Cleto suspirou pesado e começou a rir antes de brandir o cinto que estava segurando.
“Você sabe disso! Eu sangrei!” Natale gritou em sua defesa, mas isso só fez Cleto se tornar agressivo.
“Ah, sim! Você sangrou! Mas isso não significa que você não transou com outro homem depois disso!” Cleto berrou. Suas garras se estenderam enquanto ele começou a arranhar a parede para descontar sua raiva.
“Cleto,” Natale sussurrou enquanto observava seu marido frustrado. Ela sabia o que ele queria dizer, mas ela não o tinha traído. Ela o amava com todo seu coração e alma.
“Não mencione isso nunca mais, Natale. Você me enoja,” Cleto mostrou suas presas antes de chicotear o cinto e virar-se para Rosina.
“Minha querida ‘filha’, está pronta?” Cleto perguntou para Rosina, dando ênfase à palavra ‘filha’.