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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 191

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  3. Capítulo 191 - 191 O Calabouço 191 O Calabouço Rosina suspirou profundamente
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191: O Calabouço 191: O Calabouço Rosina suspirou profundamente ao ir para o seu quarto no primeiro andar. Mesmo que odiasse aquele lugar, era a única coisa que a confortava naquele momento.

“Ah, o que estou fazendo?” Rosina sussurrou antes de deslizar para o chão. Ela se abraçou e colocou a cabeça acima dos joelhos. Ela não sabia o que fazer.

“Ah, essa coisa de companheira está me afastando do meu objetivo original!” Rosina exclamou com ódio. Ela se levantou e bateu nas bochechas.

“Acorde agora! Não precisa virar uma vagabunda fraca,” Rosina se consolou antes de tocar no pingente do seu colar. Ela tirou sangue e planejou continuar seus planos quando ouviu uma batida na porta.

“Quem é?” Rosina chamou e abriu a porta para ver Cirino sorrindo para ela. “Olá, está tudo bem?” ela perguntou, escondendo seu dedo ensanguentado.

“Ah, vi você caminhando nessa direção, então te segui. Viu Bertrando? Ele foi para a floresta ontem à noite e não conseguiu voltar para sua tenda. Estou um pouco preocupado que algo possa ter acontecido a ele,” Cirino disse com preocupação na voz. Ele tinha checado a tenda do Bertrando mais cedo. Estava vazia e fria, o que indicava que ele não conseguiu dormir lá.

“Ah, ele está com Draco lá em cima,” Rosina sorriu e estava prestes a fechar a porta, mas Cirino a impediu.

“Já que estamos aqui. Quero dizer algo,” Cirino disse com um riso desajeitado. Ele coçou a cabeça enquanto preparava seu discurso.

“Ok, o que é?” Rosina forçou um sorriso. Ela também estava curiosa sobre o que Cirino estava prestes a dizer.

“Bem, você vê. Notei que você e Draco não estão agindo como companheiros. Parece haver uma barreira visível entre vocês dois,” Cirino disse e observou enquanto o rosto de Rosina endurecia.

“Ah, bem, ainda estamos em guerra. Tudo está tenso,” Rosina respondeu secamente. Ela não estava surpresa que Cirino tivesse notado a atmosfera entre ela e Draco, mas não gostava que Cirino estivesse se intrometendo em seu relacionamento.

“Entendo, mas não estou tentando interferir no seu relacionamento. Estou apenas declarando o que observei por um bom tempo,” Cirino levantou ambas as mãos em rendição, já que notou a mudança na aura de Rosina.

“Ah, antes de ir. Não estarei por perto por três dias. Deixo você e Draco prepararem o próximo plano,” Rosina sorriu enquanto Cirino acenava com compreensão.

Rosina fechou a porta com um suspiro. Ela esperou Cirino se afastar antes de continuar o que havia começado. Ela colocou sangue no pingente e imaginou o Palácio.

Um buraco apareceu no chão e Rosina pulou para o portal que a levaria até o local. Quando chegou, escondeu-se em um dos quartos vazios e mudou sua aparência. Ela precisava parecer uma serva para andar livremente.

Rosina se olhou no espelho e massageou seus músculos, fazendo-os mudar de forma. Ela se viu mudar de rosto rapidamente.

“Ah, está feito,” Rosina murmurou antes de trocar de roupa pelo uniforme de serva e sair. Pelo tempo que havia passado no Palácio, ela memorizou os rostos e roupas que a maioria das pessoas usavam em certos lugares para propósitos futuros.

Rosina passou por vários servos e atendentes trabalhando ao redor e eles a ignoravam. Alguns lançavam olhares mas não davam atenção. Ela virou a esquina e se moveu em direção à câmara da Rainha. 
Do lado de fora, ela podia ver duas mulheres em pé dos dois lados da porta.

‘Elas faziam parte das serviçais da Rainha,’ Rosina pensou antes de se postar diante delas. As duas mulheres olharam para Rosina com olhares curiosos.

“Qual é o propósito da sua visita?” uma das damas perguntou firmemente.

Rosina baixou a cabeça em submissão. “Estou aqui para entregar a carta da matilha Palecrest,” ela declarou.

As duas mulheres se olharam antes de abrir a porta e permitir que Rosina entrasse. 
Rosina encolheu o corpo e inclinou-se para frente para parecer que estava com medo de encontrar uma Monarca de tão alta posição.

“Vossa Majestade,” Rosina sussurrou e fez uma reverência mais baixa que 90 graus. “Tenho a carta da matilha Palecrest,” ela disse enquanto tirava a carta que havia feito do bolso.

Cinzia, a Rainha, olhou para ela. Ela estava trabalhando em vários papéis e assinando documentos de acordo. 
“Coloque-os aqui,” Cinzia disse e gesticulou para o mesinha lateral usando a cabeça. Ela não prestou atenção em Rosina, pois pensava que ela era apenas uma das novas servas do Palácio.

“Sim, Vossa Alteza,” Rosina disse baixinho antes de seguir as instruções da Rainha. Ao passar, seus olhos se detiveram nos documentos e ela viu os nomes de cada bando.

“O que você está olhando?” Cinzia resmungou quando viu os olhos de Rosina desviarem em sua direção.

“Eu-Eu sinto muito, Vossa Majestade,” Rosina declarou e se ajoelhou no chão para mostrar submissão. “Estou apenas curiosa. Não pretendo intrometer-me.”

Cinzia revirou os olhos antes de estalar os dedos. O som fez as duas mulheres do lado de fora entrarem no quarto e irem diante da Rainha.

“Leve esta plebeia para a cela. Cuide dela,” Cinzia declarou sem remorso ao voltar ao seu trabalho.

“Sim, Vossa Majestade, a Rainha,” as duas mulheres se curvaram antes de agarrar os braços de Rosina e arrastá-la para fora.

“Vossa Majestade, não quis causar mal! Por favor!” Rosina gritou enquanto tentava escapar do controle das mulheres, como um ato para mostrar que estava assustada. Embora, estivesse preocupada que a tivessem enviado para as celas por aquela pequena ação que fez.

Cinzia revirou os olhos e ignorou os lamentos de Rosina. A porta se fechou na frente do rosto de Rosina enquanto ela era arrastada para as celas.

Rosina parou de reclamar e deixou que as duas mulheres a arrastassem, deixando seu corpo perder toda a força, o que a tornou mais pesada. As duas mulheres olharam para Rosina com irritação, mas não disseram nada.

‘Eu me pergunto onde está Sal,’ Rosina pensou antes de fechar os olhos. Ela tentou conectar a ligação dela com a de Sal e ver através dos olhos dela, mas tudo que conseguiu captar foi escuridão. Ela ficou confusa com aquela visão, mas aliviada que Sal ainda estivesse viva.

‘Eu vou procurá-la mais tarde,’ Rosina pensou com um suspiro.

Após alguns minutos, elas chegaram às celas no subsolo do Palácio. Estava escuro e úmido, mas o que mais irritava Rosina era o cheiro de fezes e urina misturados.

“Aí está você, vadia,” uma das mulheres zombou e jogou Rosina para dentro da cela. Ambas lançaram olhares de desprezo para Rosina antes de sair e trancar a masmorra. 
Rosina gemeu e sentou no chão frio. Era a primeira vez que estava na masmorra do Palácio. Ela se lembrou da fala da Rainha sobre a masmorra e as pessoas presas ali dentro.

“Finalmente estou aqui,” Rosina sussurrou e apertou o nariz para evitar que o cheiro matasse suas narinas. Ela ajustou os olhos para enxergar na escuridão e viu vários prisioneiros presos em cada cela.

Essa era a primeira vez que Rosina via o quão grande e apertada era a masmorra por dentro. Ela olhou para trás e viu que tinha uma companheira de cela, uma velha senhora que parecia não ter tomado banho há um ano.

Rosina olhou ao redor e sem querer queimou as mãos nas barras de prata, mas isso não a incomodou.

“Sente-se, criança,” uma voz fraca disse. Vinha da companheira de cela de Rosina.

“Não planejo ficar aqui por muito tempo,” Rosina respondeu e sorriu para a mulher. Ela colocou a mão para fora e tocou na fechadura por onde a chave passava.

“Você não pode escapar desse buraco infernal,” a mulher respondeu. Sua voz soava plana, e ela não tinha nenhuma esperança de vida.

“Ah, sim,” Rosina consentiu. Ela não queria discutir com a mulher, já que tinha outras coisas a fazer. Ela inseriu o dedo mindinho na fechadura e deixou sua pele e ossos se moldarem lá dentro.

Rosina gemeu de dor enquanto torcia o dedo, moldando a chave. A porta fez um clique ao abrir.

“Ah, tão fácil,” Rosina sorriu e abriu a porta, saindo para fora com um sorriso de vitória. Ela olhou para trás para sua companheira de cela e gesticulou para que saísse, mas para sua surpresa, a velha senhora balançou a cabeça e continuou encostada na parede.

“Pensei que você quisesse fugir?” Rosina perguntou, curiosa.

“Sim, mas que vida me espera lá fora? Não me resta nada,” a velha mulher respondeu tristemente e deitou-se no chão frio.

“Tudo bem, é sua escolha,” Rosina deu de ombros e fechou a porta, mas não a trancou. Afinal, ela tinha um plano em mente.

Rosina começou a andar no corredor para checar os prisioneiros quando seus olhos encontraram alguém familiar.

“Sal?” Rosina sussurrou com uma sobrancelha erguida quando viu Sal deitada no chão com as roupas rasgadas e mostrando a maior parte da pele.

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