A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 188
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188: O Cozinheiro para o Companheiro 188: O Cozinheiro para o Companheiro Rosina encarava o pequeno compartimento no chão, escondido dos olhos de todos.
“Entendi,” Rosina não conseguiu reprimir uma risada. Dentro daquele espaço havia uma caixa de tamanho médio que estava coberta com pedaços antigos de roupas. Ela pegou a caixa e surpreendeu-se com o peso dela.
“É pesada,” Rosina comentou com prazer. Ela estava com um bom pressentimento sobre a caixa. Rapidamente, ela abriu a tampa que já estava destrancada.
Uma luz dourada e brilhante quase cegou Rosina ao abrir a caixa. Pilhas de moedas de ouro empilhadas juntas fizeram Rosina suspirar de alívio.
“Finalmente encontrei você,” Rosina declarou e fechou a tampa. Ela estava divertida com o fato de o dinheiro ter estado debaixo do seu nariz esse tempo todo.
Rosina pegou a caixa enquanto saía do quarto. Ela planejava entregá-la a Draco, já que o dinheiro seria usado para melhorar as necessidades do bando, especialmente porque eles precisavam se preparar para a guerra iminente com os outros bandos.
“Ah,” Rosina parou no meio do caminho enquanto colocava a mão no peito. Ela se sentia apertada ao pensar que enfrentaria Draco após a interação deles e como o havia dispensado.
“Está tudo bem. Por que está se sentindo assim? Você é uma filha da p*ta sem vergonha,” Rosina se disse em voz alta e deu uns tapinhas nas próprias bochechas para acordar para a realidade. Ela sentiu que havia se tornado mais suave e estava redescobrindo as emoções que tinha matado antes.
Rosina se sentiu vulnerável.
“Vou ficar bem desde que me afaste dele. Após esta guerra, poderei finalmente alcançar minha paz,” Rosina sussurrou e confortou-se com o pensamento de que poderia voltar à vida cotidiana que conhecia antes de se envolver com a família real.
Rosina respirou fundo antes de sair da casa do bando e viu os lobos do 13º bando construindo tendas do lado de fora, mesmo podendo dormir nas camas extras da casa do bando.
Quando Draco viu Rosina caminhando na direção deles. Seu sorriso foi de orelha a orelha. Ele não se importava com a forma como Rosina o tratara antes. Para ele, desde que Rosina estivesse ao lado dele, ele estava bem lidando com a personalidade dela.
“Rosina, a comida está pronta. Você pode almoçar,” Draco sorriu e guiou Rosina para um assento vazio na frente da lenha onde a comida estava sendo cozida. Ao redor dela estavam Bertrando e Cirino.
Rosina sentou-se com a caixa em mãos. Ela viu os olhares curiosos que recebeu.
“Aqui, pegue isso. Use bem,” Rosina disse e entregou a caixa para Draco, que gemeu com o peso inesperado.
“O que é isso?” Draco perguntou e encarou a caixa quando percebeu os padrões familiares gravados na fechadura. “Isso é da Sabrecrown,” ele disse com os olhos arregalados.
“Sim, o Palácio forneceu fundos para os bandos em preparação para a guerra com o 13º bando,” Rosina disse, pegando a tigela para servir-se do sopão do pote.
A testa de Draco se franziu enquanto ele se sentava diante de Rosina e abria a caixa. Ele rapidamente a fechou após ver as pilhas de moedas de ouro.
“Ainda não entendo por que o Palácio preparou tanto. O 13º bando ainda é um único bando de bandoleiros, mas eles estão agindo como se fôssemos uma grande comunidade,” Cirino suspirou. Ele esperou Rosina terminar de se servir antes de pegar uma porção para si.
“Bem, os cavaleiros perderam várias vezes. Eles estão sendo cautelosos para garantir a vitória,” Draco respondeu. Ele não se envergonhava de fazer parte das tropas que haviam perdido anteriormente contra os guerreiros do 13º bando.
Cirino riu enquanto balançava a cabeça. Ele estava divertido com a maneira como Draco disse aquelas palavras sem ferir seu orgulho como líder dos cavaleiros.
“Aposto que o Palácio colocou uma recompensa para o bando que tiver sucesso em conquistar o 13º bando,” Draco deu risada, já que sabia dos esquemas que o Palácio faria para conseguir o que queriam.
“Sim,” Rosina concordou, mas ela não disse o que era. Ela deu uma golada na sopa e murmurou por estar gostosa. “Está saboroso.”
“Obrigado,” Draco sorriu de canto, indicando que fora ele quem cozinhou.
Rosina olhou para ele com os olhos arregalados. Ela não sabia o que dizer, então o ignorou e continuou comendo.
Bertrando e Cirino se olharam e ficaram em silêncio, pois não queriam comentar sobre o relacionamento deles. No entanto, perceberam que Rosina mantinha sua barreira forte enquanto Draco estava tentando entrar e se conectar com ela.
“Eu pedi ao chef da minha residência para me ensinar a cozinhar. Assim eu posso cozinhar para minha companheira, e essa é você, Rosina,” Draco acrescentou com um enorme sorriso que exibia seus dentes branquinhos e reluzentes.
Rosina quase se engasgou com a sopa que estava sorvendo ao ouvir o que Draco disse. Ela sentiu sua pele se arrepiar de vergonha alheia.
“Tá bom, está gostoso,” Rosina falou de maneira monótona e forçou um sorriso para impedir Draco de dizer mais frases que lhe causariam arrepios.
“É bom mesmo. Também cozinho várias vezes para a Tonia, mas ela quer que eu coma a comida dela,” Cirino suspirou. Ele se lembrou de varias discussões que teve com Tonia, sua companheira, porque ele queria cozinhar para ela, mas ela tinha outros planos.
“Ah, preciso aprender a cozinhar e mimar minha futura companheira também,” Bertrando declarou e mexeu a panela, agindo como se estivesse cozinhando.
Rosina observou enquanto os três homens conversavam e riam uns com os outros, tornando a atmosfera leve. Ela não conseguiu evitar um sorriso, já que a sensação a estava acalmando como se a guerra não tivesse estourado mais cedo.
“Ah, mal posso esperar para ter minha companheira nos meus braços,” Bertrando falou amorosamente e agiu como se estivesse abraçando alguém. Os dois homens riram, já que Bertrando parecia um idiota.
Ao fazer isso, o humor de Rosina mudou quando ela encontrou os olhos de Draco. Ela pôde ver o anseio e a adoração. Ela sabia que Draco era um mulherengo antes, mas quanto mais tempo passava com ele, mais percebia que ele não era mais aquele tipo de homem.