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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 187

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  3. Capítulo 187 - 187 Os Pênis de Madeira Sagrados 187 Os Pênis de Madeira
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187: Os Pênis de Madeira Sagrados 187: Os Pênis de Madeira Sagrados Rosina estava acostumada com o cheiro de carne podre, mas vindo do quarto da sua mãe lhe dava ansiedade. Múltiplos pensamentos rodopiavam na mente de Rosina, pensando em qualquer motivo para a causa.

Rosina entrou e deu uma boa cheirada. “Esse cheiro parece carne fresca,” ela murmurou e encontrou a fonte do odor.

O cheiro vinha do armário. Rosina ficou mais curiosa e começou a fuçar o conteúdo do armário, mas não encontrou nada.

“O que está acontecendo?” Rosina sussurrou e olhou para as paredes brancas. O cheiro estava vindo forte daquele ponto, fazendo Rosina ficar ansiosa para ver o que era.

Rosina esticou os braços antes de empurrar o armário para o lado. Ela cheirou a parede e tinha certeza que estava escondido atrás dela. Ela estendeu as garras e cavou as paredes.

Quando Rosina tirou as garras, um monte de areia saiu dos buracos, e o cheiro se intensificou. Ela deu um passo para trás e esperou a areia parar de cair antes de atacar novamente.

“Mãe, o que você está escondendo?” Rosina sussurrou e esfregou o nariz para dar um descanso aos pulmões. Ela começou a cavar mais buracos, e não demorou muito para ver o que estava escondido atrás das paredes.

Bonecas cobertas com pele de animal embrulhadas num cobertor estavam amarradas à madeira. Não havia uma, mas várias delas.

“Ai minha deusa,” Rosina engasgou e olhou atentamente para os detalhes das bonecas, notando que eram parecidas com ela.

Cabelos avermelhados com olhos negros. As roupas das bonecas também eram parecidas com os vestidos que ela costumava usar.

“Natale, você está obcecada por mim?” Rosina sussurrou e não conseguiu olhar para as bonecas por mais de um minuto. Arrepios subiram na sua pele enquanto ela corria para fora do quarto.

Rosina pôde respirar normalmente de novo assim que saiu. Seus olhos miraram a última porta daquele andar, o quarto do Rico. Ela fechou os olhos e acalmou seu coração acelerado.

“Vamos acabar com essa merda hoje,” Rosina se recompôs antes de caminhar em direção à porta do Rico. Depois de testemunhar a obsessão de sua mãe, ela não queria mais voltar lá.

“Vamos ver que merda você está escondendo, Rico,” Rosina disse antes de chutar a porta do Rico com força. Ela inalou profundamente antes de entrar para se preparar para o que encontraria.

A boca de Rosina ficou aberta quando percebeu que o quarto do Rico era pintado de rosa; até tinha decorações de corações na mesa. Ela ficou subitamente confusa e saiu da porta para checar se não tinha se enganado de quarto.

“Não tem outro quarto além deste,” Rosina murmurou confusa antes de entrar no quarto do Rico novamente. Ela não pôde deixar de se divertir com a combinação de cores branco e rosa. Era feminino demais até para ela.

A mão de Rosina tocou os lençóis e sentiu a maciez do colchão. Ela se sentou na beira e sentiu algo bater na sua bunda.

“O que é isso?” Rosina murmurou antes de levantar o cobertor e viu um objeto que parecia um membro masculino esculpido em madeira.

“Nossa!” Rosina suspirou surpresa enquanto se levantava da cama e encarava a escultura parecida com um pênis. “O Rico é um homem… ainda assim…”

Rosina não conseguiu continuar suas palavras pois foi até o armário e fuçou lá dentro. Ela deveria estar olhando para a caixa de ouro, mas encontrou o segredo obscuro da sua família em vez disso.

E o mais normal era o Cleto, já que ele só tinha uma pilha de vinho, ao contrário do Rico e Natale, o que era inesperado.

Rosina bateu no fundo dos armários procurando algum compartimento escondido quando sua mão tocou numa alavanca. Ela ouviu um clique atrás.

“Espero que não seja alguma bizarrice,” Rosina suspirou antes de empurrar a porta escondida e o que estava dentro a deixou ainda mais aterrorizada.

Diferentes tamanhos e formas de pênis de madeira estavam guardados na parede. Alguns tinham alças, enquanto outros eram esculpidos a partir do membro de um animal.

Rosina não conseguiu falar uma palavra sequer enquanto olhava para um pênis de perto.

“Ele está usando isso, ou ele usa esses brinquedos para outra pessoa?” Rosina perguntou a si mesma e estava prestes a pegar um, mas conseguiu se conter.

“Eca,” Rosina resmungou com nojo, pensando que os pênis de madeira poderiam estar usados. De alguma forma, ela queria saber como seria ter um daqueles lá no fundo.

Rosina saiu do quarto escondido e fez questão de colocar os itens e o armário de volta ao seu estado original. Ela sentiu que o que havia encontrado era sagrado e precisava ser mantido mesmo que o Rico fosse um cuzão com ela.

“Eu deveria perguntar a ele sobre isso,” Rosina se lembrou antes de sair do quarto. Ela enxugou o suor frio da testa antes de descer as escadas.

“Onde você estava?” Draco perguntou suavemente quando viu Rosina descendo as escadas. Ele a esperou descer já que terminaram de empilhar os corpos mortos e a comida estava pronta.

Rosina olhou para Draco com uma sobrancelha levantada. Ela se sentiu desconfortável por alguém perguntar onde ela tinha estado, como se precisasse contar todos os seus assuntos para ele.

“Você não precisa saber,” Rosina respondeu e revirou os olhos. Ela voltou para o quarto para pegar as roupas ensanguentadas que tinha escondido debaixo da cama, já que não precisava mais escondê-las.

Draco olhou para a forma de Rosina e ficou magoado quando sua pergunta foi ignorada. Ele não queria causar nenhum mal, mas só queria saber se ela estava segura.

Rosina resmungava enquanto arrumava as roupas de forma ordenada na cama. Ela olhou para o seu quarto mais uma vez antes de sair, mas quase caiu de cara no chão quando tropeçou em algo no piso.

“Que porra é essa!” Rosina olhou para trás e viu uma peça do piso que estava fora do lugar onde ela havia tropeçado. Ela se ajoelhou e passou a mão sobre a superfície antes de sentir a borda. Ela enfiou os dedos e puxou a peça para cima para ver o que estava escondido lá dentro.

“Essa manha,” Rosina gargalhou enquanto balançava a cabeça.

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