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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 184

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  3. Capítulo 184 - 184 Os Invasores 184 Os Invasores Natale deixou cair o feixe
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184: Os Invasores 184: Os Invasores Natale deixou cair o feixe de roupas que estava carregando quando viu a cabeça de Rosina sair do buraco. Ela tapou a boca com as mãos para evitar gritar de susto.

Rosina olhou para Natale por alguns segundos, enquanto pensava no seu próximo passo. Ela se levantou do portal e encarou a mãe.

“Olá, como você está?” Rosina falou e se aproximou de Natale.

“O que acabou de acontecer?” Natale perguntou confusa e olhou para o portal que se fechou bem na frente dos seus olhos. 
“Ah, isso?” Rosina perguntou e apontou para onde estava o portal, que já se havia fechado. 
“Sim! Você surgiu do nada!” Natale ofegou e recuou ao ver o olho esquerdo de Rosina brilhar; a expressão no seu rosto era assustadora. 
“Sim, porque eu posso,” Rosina deu de ombros e notou que Natale a olhava como se ela fosse um monstro. Isso machucou um pouco os sentimentos de Rosina, mas ela ignorou. 
“Você não é minha filha!” Natale gritou e correu apressada para a porta para escapar, mas ela não conseguia mover o corpo. Sentia que não estava mais no controle quando seus músculos se moveram sozinhos, fazendo-a encarar Rosina.

“Como você pode dizer isso para seu próprio filhote?” Rosina falou divertida antes de dar um passo à frente e acariciar as bochechas de Natale, que tinham algumas contusões visíveis.

“Minha filha não é como você!” Natale gritou e forçou seu corpo a se mover, mas ainda estava sob o feitiço de Rosina.

Rosina não respondeu enquanto colocava a mão na testa de Natale e apagava suas memórias sobre o portal. Seu corpo ficou mole e caiu nos braços de Rosina.

Rosina colocou sua mãe na cama e olhou para ela com um pequeno sorriso. Ela nunca esperou que a reação de Natale fosse assim. Pensou que Natale aceitaria e apoiaria o que ela tinha se tornado, mas recebeu o oposto.

“Ah, acho que realmente sou um monstro,” Rosina sussurrou com um riso antes de ajeitar Natale para dormir. Ela pegou as roupas limpas e as colocou no armário empoeirado.

Rosina deu de ombros sobre o que Natale lhe disse, já que não queria deixar que palavras de uma lobisomem fraca que nem conseguia se defender do abuso ferissem seus sentimentos.

‘Devo focar no meu objetivo,’ Rosina pensou antes de pegar uma caneta e papel na gaveta. Ela notou que suas coisas ainda estavam lá, o que indicava que ninguém havia revistado seu quarto enquanto ela estava longe do bando.

Rosina começou a escrever o que se lembrava sobre o conteúdo da carta do Palácio.

[ Se a matilha Palecrest conseguir erradicar o 13º bando. O Palácio recompensará o bando com cinco caixas de ouro e uma lobisomem nobre como esposa do herdeiro. ]
“Eles são realmente uma merda. Esse casamento político vai acabar com os poderes dos Lobisomens dados pela Deusa da Lua,” Rosina sussurrou incrédula. Uma coisa que ela gostava no 13º bando sob a liderança de Pepe antes era que ele queria que cada lobo encontrasse sua companheira.

Rosina suspirou e estava prestes a anotar a data e o horário do ataque quando ouviu uma confusão do lado de fora. Havia gritos e berros.

“Hã?” Rosina murmurou confusa. Ela dobrou o papel e o enfiou debaixo dos seios para segurança. Ela queria saber o que estava acontecendo lá fora, já que seu instinto lhe dizia que era uma emergência.

Rosina foi em direção à porta e a empurrou quando percebeu que estava trancada. Isso a confundiu, já que Natale estava dentro.

“Eles a trancaram aqui dentro!?” Rosina sussurrou e farejou o ar para ver quem foi. Ela sentiu o cheiro fraco de Cleto do lado de fora, e isso foi o suficiente para responder às perguntas de Rosina.

“Bem, acho que estamos presas aqui,” Rosina deu de ombros e voltou para seu assento, mas ao colocar seu peso, as pernas da cadeira desabaram pela velhice da madeira.

“Ah, merda,” Rosina riu, balançando a cabeça. Ela pegou e colocou a cadeira de lado antes de se sentar no chão, esperando a porta abrir. 
Rosina não se importava em ficar presa no seu quarto. Ela se recostou na parede fria e escutou os gritos do lado de fora. Após alguns segundos, algo atingiu seus pensamentos.

“Esses gritos, este bando está sendo atacado!” Rosina exclamou ao perceber, e ela não pôde evitar rir. “Quem teria coragem de atacar este bando?” ela falou com um riso.

Já que todos os doze bande de lobisomens estavam se unindo juntos para combater o 13º bando. Havia pouca possibilidade que os bande se atacassem uns aos outros pela expansão territorial. Também podia ser as outras criaturas do reino que decidiram atacar, mas era altamente improvável que isso acontecesse.

Rosina fechou os olhos enquanto pensamentos fluíam como água em seu cérebro. “Não me diga—” ela não conseguiu continuar seu pensamento quando a porta estourou aberta.

“Rosina!?” Draco exclamou com os olhos freneticamente procurando por ela. Ele viu Rosina sentada contra a parede com a boca aberta de surpresa.

“O que você está fazendo aqui?” Rosina perguntou com a testa franzida. Ela se levantou e olhou para o corpo de Draco, coberto de sangue espirrado sobre sua pele.

“Fazendo meu trabalho,” Draco sorriu e agarrou a mão de Rosina, arrastando-a consigo. Ele viu o corpo de Natale deitado na cama. “Sua mãe?” ele perguntou, já que Natale parecia diferente da última vez que a viu.

Rosina olhou para sua mãe por um momento antes de sair porta afora. Ela não respondeu à pergunta de Draco já que não tinha sentimentos particulares em relação à sua mãe.

“Deixe-a aí,” Rosina falou e observou Draco segui-la com olhares curiosos, mas ele não questionou sua decisão.

Quando Rosina se aproximou da sala de estar. Ela viu alguns lobos mortos no chão, banhados em sangue. Ela parou de caminhar e olhou para trás em direção a Draco com uma expressão indiferente.

“Você tem muita explicação para dar,” Rosina falou, balançando a cabeça. Ela nunca esperou que Draco atacasse o 12º grupo, que era para ser o oposto. 
“Eu sei, mas não é difícil de entender,” Draco sorriu, puxou Rosina para perto dele e capturou seus lábios num beijo descuidado. “E eu estava com saudades,” ele falou com um biquinho.

Rosina corou enquanto empurrava Draco para longe e cobria o rosto para esconder seu embaraço. Ela saiu caminhando para fora da casa do bando e viu as pessoas que ela conhecia desde filhote tingindo a grama de vermelho com seu sangue.

“Nossa,” Rosina ofegou. Ela ficou impressionada com o número de corpos mortos espalhados pelo chão, e o restante estava lutando por suas vidas. Ela viu várias mulheres correndo, mas elas estavam mais feridas do que mortas.

“Por que vocês não estão matando as mulheres e os filhotes?” Rosina perguntou com a sobrancelha franzida. “Suas tropas estão invadindo este bando. Vocês deviam fazer direito,” ela estava um pouco desapontada.

Rosina viu que os lobos guerreiros do 13º bando matavam apenas lobos machos. Ela notou várias lobas amarradas juntas contra a árvore e alguns filhotes de ambos os sexos.

Draco olhou para Rosina incrédulo. “Viemos aqui te buscar porque sabíamos que você ia voltar para a matilha Palecrest para executar seu plano sozinha, mas você não está sozinha. Você tem a gente,” ele falou com orgulho e apontou para Bertrando e Cirino lutando contra o pai de Rosina, Cleto.

“O que você quer que façamos com seu pai?” Draco perguntou e observou a expressão facial de Rosina se transformar em ódio.

“Não toque nele. Ele é meu para devorar,” Rosina rosnou e não desviou o olhar de Cleto.

Draco assentiu em compreensão antes de se comunicar com Bertrando e Cirino. Ele sabia que havia conflitos familiares internos entre Rosina e sua família, mas ele não queria perguntar. Estava esperando que Rosina contasse a ele.

Bertrando e Cirino voltaram correndo para escapar do ataque de Cleto; eles estavam em sua forma de lobo, enquanto Cleto estava na forma humana com um machado colossal de prata.

“Voltem aqui! Covardes do caralho!” Cleto gritou e achou irritante que Bertrando e Cirino fugissem sem lutar até o fim.

“Eles não são seus inimigos,” Rosina falou atrás de Cleto com uma reação contida.

“Ah! O que você está fazendo aqui!” Cleto gritou quando viu Rosina atrás dele. Ele ficou surpreso já que tinha trancado a porta do quarto de Rosina mais cedo quando Natale foi lá dentro para dar a Rosina alguns vestidos para sua estadia.

“Estou aqui para tirar seu título,” Rosina respondeu, indicando que desafiaria Cleto pelo cargo de Alfa.

“Você tem muita audácia para falar merda assim!” Cleto estava puto. Ele não gostava da mudança de atitude de Rosina, mas quando viu Draco atrás de Rosina a metros de distância. Ele riu divertido.

“Ah, vejo que seu marido ainda está vivo. Você acha que ele pode ganhar de mim!? Eu sou mais poderoso e maior que ele!” Cleto se gabou e fez seu corpo crescer absorvendo ar. Ele pensou que Draco seria quem o enfrentaria, mas ele estava enganado.

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