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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 167

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167: A Nudez ao Banho 167: A Nudez ao Banho Rosina não conseguia soltar uma única palavra enquanto Draco olhava nos olhos dela. Eles se olhavam com palavras silenciosas cheias de perguntas, mas ninguém ousava falar.

A revelação de Draco abalou o íntimo de Rosina. Ela não sabia como reagir ou como lidar com a situação, e era a primeira vez que se sentia assim.

“Por quê?” Rosina sussurrou. Essa palavra continha todas as perguntas em sua mente que ela não conseguia expressar.

Draco sorriu e cheirou o cabelo de Rosina, que cheirava a sangue e suor.

“Vou ser honesto, Rosina. Toda vez que nos tocávamos, eu podia sentir as faíscas queimando na minha pele. Eu me sinto atraído por você, mas mantive distância porque não quero que você vá embora se eu me impusesse,” Draco sussurrou suavemente. Seus olhos ficaram embaçados enquanto ele despejava suas emoções.

“O quê?” Rosina ficou surpresa quando Draco disse que sentia as faíscas por ela, mas ela não conseguia dizer a ele que sentia o mesmo.

“Por isso que eu te ofereci um casamento contratual para ver se somos companheiros. Estava usando o tempo para descobrir o vínculo entre nós, já que eu não conseguia sentir o cheiro do parceiro em você, mas até agora, você é como uma tela em branco,” Draco disse com as sobrancelhas franzidas. Ele cheirou novamente, mas Rosina não sentiu cheiro algum.

Rosina franziu os lábios. Ela sentiu que havia sido enganada o tempo todo por Draco, mas estava divertida com as habilidades dele, especialmente porque sabia que Draco era bom em observar pequenos detalhes.

“Minha culpa. Eu subestimei você,” Rosina respondeu com uma risada sacudindo a cabeça. Ela olhou diretamente nos olhos de Draco. “Mas eu sei que você não sabe de toda a merda que estou fazendo.”

“Isso é verdade,” Draco concordou com um encolher de ombros. “Eu não me importo com isso, já que eu não quero te sufocar com controle. Estou expressando que eu sei seu histórico sexual quando você estava na minha residência e isso me dói um pouco.”

Draco fez beicinho e segurou o peito, agindo como se estivesse com dor.

Rosina fechou os olhos para se impedir de rir da expressão facial de Draco. A atmosfera no quarto ficou mais leve e o constrangimento desapareceu.

“Tudo bem, eu peço desculpas por te machucar inconscientemente,” Rosina balançou a cabeça. Ela não podia acreditar que diria aquelas palavras, mas isso a fez entender o lado de Draco.

Os lábios de Draco se formaram em um grande sorriso antes de abraçar Rosina com força. “Obrigado, mas isso realmente não importa para mim. Eu só quero que você seja feliz e sexualmente satisfeita,” ele suspirou aliviado.

“Okay,” O corpo de Rosina congelou com o toque físico repentino, mas ela abaixou a guarda, já que a faísca entre eles a deixava confortável.

Quando Draco percebeu que Rosina não o afastou, ele apertou o abraço para ver se ela estava bem com isso. Seu sorriso ficou ainda mais largo quando Rosina não reagiu.

“E você? O que está sentindo?” Draco perguntou e segurou os ombros de Rosina, empurrando-a suavemente para olhar nos olhos dela. Ele queria saber o que Rosina sentia por ele para que pudessem discutir o relacionamento deles.

Rosina abriu a boca para falar, mas não sabia o que dizer. Ela estava bem sendo a esposa contratada de Draco por um ano, mas tornar isso oficial abalou seu íntimo e as memórias escuras estavam batendo em sua mente, implorando para serem liberadas.

Draco viu os olhos de Rosina tremendo de medo. Ele se lembrou do que Ambra havia dito mais cedo, que Rosina teve o pior, e ele não queria desencadear seu passado pressionando suas emoções instantaneamente.

“Não responda se você não tem certeza,” Draco beijou a testa de Rosina para acalmá-la. “Não há pressa.”

“Obrigada,” Rosina se aproximou, já que o beijo empurrou as memórias dolorosas para dentro. Ela respirou aliviada e descansou a cabeça no peito de Draco.

Draco murmurou, acariciando a cabeça de Rosina e sentindo a maciez de seu cabelo mesmo que vários fios estivessem emaranhados. Ele se sentiu bem, pois era a primeira vez que Rosina se permitiu ser cuidada enquanto consciente.

“Isso é bom,” Rosina sussurrou, inalando o aroma de pinheiro de Draco.

“Como eu cheiro?” Draco perguntou, pois ficou curioso sobre como seu próprio cheiro era.

“Hmm, é a época do ano em que o cheiro ao ar livre é agudo, doce e refrescante. Como os pinheiros,” Rosina descreveu e inspirou novamente o aroma de Draco. Ela se agarrou às roupas de Draco, que tinham uma mancha de sangue nelas.

“Você conhece meu cheiro de acasalamento,” Draco sussurrou e não pôde deixar de abraçar Rosina mais forte.

“O quê?” Rosina se afastou e olhou para Draco surpresa. “O que você quer dizer? Esse tem sido o seu cheiro desde que eu te conheci.”

Draco riu divertido. “Então você sentiu o cheiro mas não pensou que você é a única que sabe sobre isso?”

“O que você quer dizer?” Rosina perguntou e ficou ainda mais confusa. Ela havia cheirado todos os lobos e determinado a que tipo de cheiro era semelhante.

“Meu cheiro corporal normal é diferente, Rosina, e você é a única que sentiu o verdadeiro cheiro da minha companheira,” Draco sussurrou e acariciou as bochechas de Rosina, e as faíscas entre eles se acenderam como fogo.

Os olhos de Rosina se arregalaram. Ela abriu a boca para falar e negar tudo, mas nenhuma palavra saiu. Ela questionava tudo, mas isso só levava a uma resposta.

Ela era a companheira de Draco.

“Eu sei que você não quer uma companheira, Rosina. Eu não esqueci o que você disse antes, mas pense nisso por um tempo. Não quero forçá-la ao vínculo, pois podemos tensioná-lo ainda mais. Eu vou esperar por você pacientemente até que você me aceite de todo o coração,” Draco sussurrou e beijou a testa de Rosina novamente. Ele sentiu dor no peito porque Rosina não queria ele e seu lobo uivava em desespero, mas ele precisava aceitar isso pois não queria que Rosina fugisse dele.

Rosina fechou os olhos e sentiu a maciez dos lábios de Draco. A sensação a sobrecarregou ao ponto de ela não saber o que fazer. Seu corpo ansiava pelo toque de Draco, e ela não queria que ele saísse de seu campo de visão.

Draco levantou-se da cama para dar espaço a Rosina para pensar, mas antes que ele pudesse sair, Rosina agarrou sua camisa e o puxou de volta.

“Você… Quer tomar banho juntos?” Rosina perguntou suavemente e não conseguiu olhar nos olhos de Draco. Era a primeira vez que ela sentia vergonha de pedir a um homem para estar com ela.

Draco inclinou a cabeça. Ele não estava pensando em fazer nada sexual com Rosina, mas estava mais preocupado com o bem-estar dela. Ele se lembrou que Rosina havia perdido a consciência mais cedo e poderia precisar de ajuda durante o banho.

“Vou preparar a água quente para você,” Draco respondeu e acariciou a cabeça de Rosina antes de sair pela porta em busca de um servo.

Rosina agarrou o travesseiro e gritou de embaraço. Ela queria arrancar os cabelos por ter dito aquelas palavras, mas não podia voltar atrás, pois seu orgulho a impedia.

“Bem, ele se foi. Acho que ele vai pedir a um servo em vez disso!” Rosina se convenceu enquanto balançava a cabeça. Ela suspirou aliviada e jogou o cobertor para longe do corpo, pois queria tomar um banho. Ela estava usando uma camisola que Vanda havia dado mais cedo.

Rosina sentou-se na cama e olhou para os pés. Ela tinha vários hematomas não curados, pois seu lobo ainda estava tentando ajudar a curar suas feridas. Ela tentou se levantar, mas caiu no chão, e uma dor extrema no tornozelo subiu pela perna.

“Ai!” Rosina gemeu e massageou o tornozelo quando a porta se abriu e Draco entrou com a água quente para o banho dela.

“Rosina!” Draco exclamou e correu para o lado dela. Ele olhou para os servos e gesticulou para que preparassem a banheira.

“Estou bem. Meu lobo vai curar isso,” Rosina afirmou e se sentou, mas Draco a manteve perto e a levantou no estilo nupcial.

“O que você está fazendo!? Me coloque no chão!” Rosina gritou e tentou se soltar, mas Draco a segurou com mais força.

“Você me perguntou se podemos tomar banho juntos, certo?” Draco deu um sorrisinho e foi para o banheiro, onde a banheira já estava preparada.

Os servos saíram rapidamente do quarto, pois não queriam incomodar Rosina com seu marido.

“Eu consigo tomar banho sozinha,” Rosina murmurou enquanto Draco a sentava no banco e a ajudava a se despir.

“Okay,” Draco deu um passo para trás e começou a desabotoar suas próprias roupas, pois ele também ia tomar banho.

“O que você está fazendo?” Rosina perguntou com os olhos arregalados.

“Tomar banho com você,” Draco respondeu e viu o rubor rosa surgir nas bochechas de Rosina. Isso o fez rir e ele quis provocá-la ainda mais. “Não pense demais. Além do mais, você já viu meu corpo antes.”

“Hah!” Rosina ofegou e desviou o olhar. Imagens do corpo de Draco passaram em sua mente, e isso a deixou mais envergonhada ao se lembrar da memória dele transando com outra loba enquanto ela assistia.

Rosina entrou na banheira com a camisola para acalmar os nervos. Então ela ouviu um barulho; ela olhou à frente e viu Draco totalmente nu, sentado diante dela dentro da banheira.

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