A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 166
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166: As Desculpas Sobre Suas Vidas Sexuais 166: As Desculpas Sobre Suas Vidas Sexuais Rosina estava sentada na cama, olhando para Draco parado em sua porta. Ela sorriu e fez um gesto para que ele sentasse ao lado dela.
O clima estava estranho já que eles ainda não tinham resolvido seus problemas do passado um com o outro.
Draco engoliu em seco e caminhou lentamente até se aproximar e sentiu a maciez do colchão ao sentar na cama.
Os dois permaneceram em silêncio, e apenas a respiração deles podia ser ouvida. Ficaram imóveis, sentindo a presença um do outro enquanto tentavam ficar à vontade.
“Você está bem?” Draco perguntou, mas não olhou para o rosto de Rosina.
“Sim, estou bem,” Rosina respondeu com um suspiro fundo. Ela queria falar com Draco sobre seus planos com o bando, já que não queria entregar o 13º bando sob o domínio do Palácio, mas não conseguia falar quando sua mente pensava no momento em que pegou Draco com Mari.
‘Deusa! Por que estou com ciúmes de uma loba morta!’ Rosina pensou enquanto tentava agir calmamente.
“Eu… Ah, percebi que o corpo do Pepe havia desaparecido mais cedo. Precisamos procurá-lo, ou ele voltará por vingança,” Draco disse, e desta vez, ele olhou para Rosina.
Seus olhares se encontraram, e pela primeira vez, ele sentiu o coração bater de forma diferente com a visão de Rosina perto dele, e eles estavam sozinhos.
“Não se preocupe com ele,” Rosina sussurrou e estava tendo dificuldades de focar os olhos em Draco já que estava sendo atraída pelos lábios dele.
“Por quê? Você conseguiu capturá-lo?” Draco perguntou com um olhar curioso. Ele tossiu antes de se levantar da cama, pois a tensão entre eles estava ficando mais pesada, e ele não queria que suas emoções dominassem sua mente.
“Mari o matou,” Rosina respondeu já que era a verdade.
“Hã? A Mari não está morta?” Draco olhou para Rosina com uma expressão confusa. Desde que Cirino lhe disse, ele sabia que Mari estava morta desde o primeiro encontro dela com Pepe na sala do trono.
Rosina olhou para Pepe com uma expressão impassível que mostrava que estava falando a verdade, mas ela sabia que um lobo como Draco não entenderia, já que ele não sabia sobre o lado sombrio.
“Mari sobreviveu naquela época?” Draco perguntou enquanto tentava juntar as peças no seu cérebro.
“Não, o cadáver dela foi queimado pelo próprio companheiro,” Rosina respondeu com um encolher de ombros. Ela não queria explicar mais, mas responderia à pergunta de Draco com a verdade, já que achava divertido o quanto Draco ficava confuso.
“O quê? A Mari já estava morta e queimada, mas matou o Pepe?” Draco resumiu as respostas de Rosina com uma expressão atônita. Ele sentia que as peças que tentava formar se desfaziam com detalhes desconhecidos e irregulares juntando-se.
“Sim, não pergunte mais, ou você vai ficar ainda mais confuso,” Rosina riu enquanto arrumava o cobertor. “Estou aqui para conversar com você sobre o bando.”
Draco olhou para Rosina. Ele não era ingênuo de não saber que ela ainda tinha uma mágoa contra ele.
“Antes de prosseguirmos com essa conversa. Eu peço desculpas pelo momento em que você pegou Mari e eu juntos. Eu não tirei a v^rgindade dela,” Draco explicou, já que Rosina poderia entender errado o que aconteceu entre ele e Mari.
Rosina levantou a mão para pará-lo. “Você não precisa se desculpar, já que você e eu somos livres para transar com quem queremos.”
Draco apertou os lábios ao ouvir as palavras de Rosina. Ele tentou ser sincero, mas sentiu que sua emoção foi desconsiderada.
Por outro lado, Rosina estava lutando consigo mesma para não puxar o próprio cabelo por deixar seus sentimentos vencerem contra sua mente. Ela ainda estava irritada, e essa emoção a deixava ainda mais furiosa, o que a frustrava.
“Eu sei que você está irritada, e eu não consigo entender por quê—
“NÃO ESTOU IRRITADA!” Rosina gritou e interrompeu a frase de Draco. Eles se olharam um para o outro com rostos surpresos, pois foi inesperado que Rosina explodisse daquela forma.
“Ok, você não está irritada,” Draco sussurrou, tentando não irritar Rosina ainda mais.
“Bom. Vamos esquecer isso,” Rosina suspirou profundamente enquanto tentava se acalmar.
“Rosina, vamos resolver isso primeiro,” Draco falou suavemente. Ele não queria prolongar os problemas e estressar ainda mais o relacionamento deles.
“Tudo bem, eu vou te ouvir,” Rosina cruzou os braços sobre o peito e olhou para Draco com uma sobrancelha levantada.
“Hmm, bem. Mari e eu ficamos juntos, e ela chupou meu membro e engoliu meu gozar. Foi só isso,” Draco disse como se não fosse grande coisa, já que não houve sexo de fato.
Rosina apertou os lábios, já que ela já sabia o que tinha acontecido, mas agiu como se não soubesse. “Tudo bem.”
“Você está irritada por causa disso?” Draco riu divertido ao ver a expressão séria de Rosina. Ele ficou atônito que Rosina estava fazendo disso um grande problema.
Rosina abriu a boca para responder, mas nenhuma palavra saiu, pois a resposta era ‘Sim’, e ela não queria que Draco pensasse que ela estava afetada pela vida sexual dele. Ela virou de lado e o ignorou.
Essa ação deixou Draco ainda mais divertido.
“Se você está irritada com isso. Então, eu peço desculpas, mas eu também mereço um pedido de desculpas seu,” Draco sussurrou e deu um passo à frente, sentando-se na borda da cama para ficar mais perto de Rosina.
“Por que eu me desculparia?” Rosina retrucou e revirou os olhos.
“Porque você partiu meu coração todas as vezes que você transou com vários homens e mulheres. Meu coração apertava com ciúmes, mas eu me mantive no meu lugar, já que eu sabia onde eu estava, mas já que estamos tendo esse tipo de conversa. Devemos desabafar tudo?” Draco sorriu com malícia e tocou as bochechas de Rosina, fazendo-a olhar em seus olhos azul elétrico.
“Você sabia o tempo todo?” Rosina exclamou, indicando as vezes que ela saía escondido para fazer sexo. Ela estava confiante de que ninguém sabia o que ela fazia, exceto quando estava com Draco e fazia coisas sexuais com o conhecimento dele.
“Sim, eu sei de tudo, Rosina. Se você quer prova, lembre-se do meu presente de casamento para você? O nome dele é Orso, certo? Um bartender na Taverna do Céu?” Draco sorriu enquanto deixava seus dedos deslizarem pelos fios de cabelo de Rosina.