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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 165

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  3. Capítulo 165 - 165 A Honestidade dos Sentimentos 165 A Honestidade dos
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165: A Honestidade dos Sentimentos 165: A Honestidade dos Sentimentos Draco olhou para a she-wolf à sua frente. Ele não sabia quem ela era, mas ela o chamou de irmão, o que o deixou desconcertado.

“Quem é você?” Draco perguntou enquanto recuava quando a she-wolf tentou abraçá-lo.

“Sou eu! Ambra!” ela exclamou com os olhos brilhantes apontando para si mesma.

“Ambra?” Draco murmurou, já que o nome dela não despertava nenhuma lembrança em sua memória. Ele observava os traços de Ambra, tentando determinar se tinha uma irmã chamada Ambra.

Ambra percebeu que Draco não a reconhecia. Ela revirou os olhos e apontou para seu cabelo e olhos. “Eu sou a irmãzinha do Gastone!”

“O quê!?” Draco exclamou em choque com a revelação de Ambra. “Gastone nunca disse que tinha uma irmã mais nova. Nem a Rainha disse uma palavra!”

“Ah…” O sorriso de Ambra desapareceu quando ela ouviu o que Draco disse. “Tudo bem; eu consigo entender por que silenciaram minha existência, já que não sou nada além da sujeira que manchou o nome da família real.”

“Não diga isso,” a voz de Draco suavizou quando ele viu as lágrimas de Ambra.

Ambra forçou um sorriso antes de pegar algo embaixo de sua camisa. Era um colar com um medalhão. Ela o abriu e mostrou a Draco o desenho dentro dele, que era dela e Gavino juntos.

“Gavino… O segundo Príncipe,” Draco murmurou, percebendo. Ele nunca participou dos assuntos reais quando era jovem, e sua existência como Terceiro Príncipe não era valorizada, o que o fazia ficar remoendo em seu quarto. Ele tinha ouvido falar de Gavino, já que era um membro famoso da realeza e suas conquistas eram excelentes, trazendo honra à família.

Mas Draco não memorizou todos os filhos reais da esposa e concubinas do Rei, uma vez que a maioria deles morreu ou foi transferida para outros bandos para viver suas vidas. Eles só viriam ao Palácio se fossem chamados para comparecer em um evento ou participar de alguma ocasião.

“Eu ouvi falar de uma princesinha que fugiu do bando e se tornou uma bandoleira anos atrás,” Draco declarou, olhando para a aparência de Ambra. “Mas não disseram quem era.”

“Eu entendo,” Ambra suspirou enquanto acenava com a cabeça.

“Você fugiu?” Draco perguntou, pois começou a ficar curioso.

“Fugi, mas não como uma bandoleira,” Ambra sussurrou, e um sorriso triste se formou em seus lábios. “Mas para me tornar a esposa do Irmão Gavino.”

“…” Draco piscou várias vezes. Ele estava confuso com as palavras de Ambra e pensou que poderia ter ouvido errado. “O que você disse de novo?”

Ambra apertou os lábios e empurrou Draco para dentro do quarto, fechando a porta atrás dela para evitar que alguém ouvisse a conversa deles se alguém passasse por perto.

“O Irmão Gavino estava prestes a se casar comigo quando a guerra com os bandoleiros terminasse, mas ele morreu, e aqui estou eu, a escrava da guerra deles,” Ambra sussurrou e sentou-se na cadeira — pensar no passado trouxe dor ao seu peito, especialmente olhando para o medalhão novamente e vendo o rosto do seu amante.

“Ambra, ele é seu meio-irmão,” Draco afirmou com os olhos arregalados. Ele ficou chocado que Ambra queria Gavino mesmo tendo o mesmo pai.

“Eu sei. É por isso que eu o amava mais do que qualquer outra pessoa. O Irmão Gavino já havia enviado uma carta ao Palácio sobre nosso futuro casamento, mas… Acho que eles completamente esqueceram de mim mesmo após a morte do meu irmão pelas mãos do rei bandoleiro,” Ambra suspirou e enxugou as lágrimas que se formavam em seus olhos.

“Mas por quê, Ambra? Gavino é seu companheiro?” Draco perguntou, tentando pensar em uma razão para que Ambra quisesse se casar com o irmão. Isso também o fez questionar os pensamentos de Gavino depois de transar com sua meia-irmã mais nova.

“N-não,” Ambra sussurrou e mordeu os lábios.

Essa resposta foi suficiente para Draco pensar que todas as emoções românticas de amor fraternal se transformaram em luxúria.

“Você se arrepende?” Draco perguntou, já que Ambra agora era uma adulta e podia pensar com clareza, ao contrário de quando ainda era criança.

“Não, se eu pudesse voltar no tempo. Eu faria tudo de novo!” Ambra exclamou com honestidade. 
Os olhos de Draco tremeram com a resposta dela, e ele perdeu a esperança de que ela entenderia o erro que cometeu.

“Tudo bem, mas eu não apoio incesto. O que você fez é errado, Ambra, mas o passado é passado. Eu te levarei ao Palácio quando deixar este bando,” Draco suspirou e abriu a porta de seu quarto, indicando para Ambra sair.

Ambra entendeu enquanto acenava com a cabeça e saiu, mas antes disso, ela olhou Draco nos olhos. “Você é o marido da Rainha Rosina, certo?”

“Sim,” Draco respondeu com uma sobrancelha franzida.

Um sorriso triste se formou nos lábios de Ambra enquanto ela olhava para Draco. “Eu posso ter um passado ruim, mas sua esposa teve um pior. Você deveria conversar com ela.”

“O quê? O que você quer dizer?” Draco falou confuso, pois as palavras de Ambra continham segredos profundos que ela não podia revelar.

“Sou grata pela ajuda dela que me permitiu planejar minha vingança contra o rei bandoleiro anterior, o pai de Pepe, mas não é meu dever contar sobre o passado da Rainha Rosina. Estou te dizendo isso porque o que aconteceu antes é uma das ocorrências que moldou a Rainha Rosina para ser quem ela é hoje,” Ambra disse e pegou a mão de Draco, apertando-a suavemente.

“Vou me preparar para nossa futura jornada ao Palácio depois que você se acertar com a Rainha Rosina,” Ambra acrescentou antes de deixar Draco parado com a boca aberta.

O que Ambra falou sobre Rosina deixou Draco curioso, e a ânsia de saber sobre o passado dela o deixou louco. 
“Ah! Eu devo encontrar o corpo do Pepe primeiro antes de falar com Rosina para garantir a segurança dela!” Draco murmurou antes de pegar sua capa e caminhar pelo corredor.

Quando Draco estava prestes a chegar à porta da frente, ele viu Vanda encostada na parede.

“Venha comigo,” Vanda disse e fez um sinal para Draco segui-la.

Draco queria perguntar o motivo, mas Vanda não deixou espaço para conversas. Ele não teve escolha senão segui-la.

Vanda levou Draco até o aposento de Rosina e abriu a porta para ele, mas antes que ele pudesse entrar, Vanda segurou seu braço para impedi-lo.

“Você deveria ser honesto com seus próprios sentimentos, Draco, ou vai se arrepender de tudo no fim,” Vanda sussurrou antes de empurrar Draco para dentro e fechar a porta atrás. 

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