A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 149
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149: As Flores Mais Bonitas 149: As Flores Mais Bonitas Rosina conseguiu dormir por algumas horas, mas acordou no meio da noite já que seu cérebro estava funcionando mesmo quando ela estava profundamente adormecida.
“Aff, isso é ruim,” Rosina sussurrou e esfregou os olhos. Ela vinha pensando no que Fina lhe disse por sinais e queria saber o significado daquelas palavras.
“Mantenha distância de Sal…” Rosina murmurou as palavras que Fina havia dito. Ela queria saber por que precisava manter distância de Sal, já que ela tinha sido gentil com ela.
Em primeiro lugar, Rosina sempre duvidou de Fina, já que ela parecia suspeita e suas ações eram sombrias.
“Por que eu deveria manter distância de Sal? Há algo nela que devo ter cuidado? Ou Fina não quer que eu tire a amiga dela?” Rosina gemeu com as múltiplas perguntas que pensou e ela não podia perguntar diretamente já que deveria haver algo grande acontecendo dentro da residência que Draco desconhecia.
“Eu mesma deverei descobrir,” Rosina sussurrou e começou a se vestir antes de sair de seu quarto. Ela planejava perambular pelo lugar e procurar por algo distintivo.
Rosina garantia passos leves e presença invisível aos servos e guardas que estavam acordados naquela hora. Quando ela passou pelo quarto de Fina e Sal, percebeu que elas não estavam lá. Essa era outra dica para Rosina.
‘Onde elas estarão?’ Rosina pensou antes de farejar o fraco perfume delas e perceber que elas tinham saído há poucos minutos. Ela seguiu o cheiro e ele a conduziu até o depósito nos fundos da residência.
‘Elas estariam roubando?’ Rosina levantou uma sobrancelha. Não era novidade que servos tentassem roubar vários itens do depósito e era raro que um proprietário os pegasse.
As pernas de Rosina começaram a andar em direção ao depósito movidas pela curiosidade, mas em vez de roubo, ela ouviu murmúrios vindos de dentro. Ela se posicionou atrás, onde havia uma pequena janela. Ela pressionou os ouvidos contra a parede e aguçou seu sentido auditivo.
“Você acha que aquela vadia nova vai ser útil?” Sal disse, e seu tom mudou de alegre para maldoso.
“Não faça isso, Sal. Ela é inocente,” Fina sussurrou baixinho.
“Isso é o ponto! Ela é nova e não sabe como o mundo gira dentro do Palácio. Ela servirá como um bode expiatório perfeito para nossos planos,” Sal riu malignamente.
“Eu ainda não—”
O som de um tapa ecoou na noite silenciosa, seguido por silêncio.
“Você deveria fechar a boca, Fina, ou eu matarei você e sua família,” Sal disse com uma voz apática.
“C-certo,” Fina soluçou com a dor em suas bochechas.
“Devemos seguir com nosso plano. A Rainha não tem muita paciência para esperar. Devemos aproveitar quando aquela Princesa ralé não estiver aqui ou ela vai nos atrapalhar de novo. Ela é adulta mas precisa de ajuda. Os nobres realmente têm uma vida mais fácil, mas têm expectativa de vida curta. Que irônico! Haha!” Sal riu de coração, indicando sobre Rosina.
A boca de Rosina ficou aberta com o que ouviu. Ela não podia acreditar que Fina e Sal eram lacaias da Rainha e que estavam conspirando contra Draco. Ela queria saber mais, mas ouviu a porta do depósito se abrir e passos se afastando.
‘Elas têm realmente a audácia de me usar,’ Rosina pensou antes de olhar pelo buraco na parede e ver Fina e Sal se afastando juntas.
‘Vamos brincar um pouco, especialmente você, Sal,’ Rosina sorriu maliciosamente e voltou para o seu quarto alguns minutos depois.
Pela manhã, por volta das 6h00, Sal bateu na porta de Rosina para acordá-la, mas Rosina já estava de pé atrás da porta, à espera dela.
Rosina massageou o rosto por alguns segundos para criar a expressão de uma loba ingênua. Ela abriu a porta com um sorriso radiante.
“Bom dia, Senhorita Sal! Senhorita Fina!” Rosina exclamou, o que deixou Sal satisfeita com seu entusiasmo.
“Bom dia para você também, Rosalina. Vamos começar hoje já que temos apenas três dias antes de você servir o Príncipe Draco,” Sal disse alegremente. Atrás dela estava Fina, que tinha uma expressão vazia.
“O que eu devo fazer hoje?” Rosina falou com excitação. Eles estavam caminhando pelo corredor em direção à cozinha.
“Bem, você precisa saber o que o Príncipe Draco gosta de comer,” Sal disse e entregou à Rosina um papel e caneta para anotar o que ela estava dizendo.
“Certo,” Rosina começou a escrever e agiu com profundo interesse em aprender.
“O Príncipe Draco gosta de café preto com um cubo de açúcar, especialmente esse tipo de açúcar,” Sal pegou um frasco do bolso que continha alguns cubos de açúcar e entregou a Rosina.
“Certo,” Rosina pegou e colocou o item no bolso. Ela olhou para Fina e viu que ela tinha uma expressão endurecida.
‘Parece que esses cubos têm algo neles,’ Rosina pensou e planejou investigá-los mais tarde.
Sal continuou a contar a Rosina sobre outras coisas sobre Draco que ela já sabia.
Rosina reprimiu o impulso de bocejar já que estava ficando entediante para ela. Ela já sabia de tudo. Já se passaram duas horas desde aquela palestra ininterrupta.
“Você tem alguma pergunta?” Sal perguntou com um sorriso alegre.
“Ah, sim,” Rosina disse e agiu hesitante, mas aproveitou a oportunidade para perguntar sobre si mesma.
“O que é?” Sal inclinou a cabeça, esperando por Rosina.
“Sobre a companheira do Terceiro Príncipe… Onde ela está? É verdade que ela sumiu?” Rosina perguntou lentamente e viu as expressões de Fina e Sal mudarem levemente.
“Ah, Princesa Rosina,” Sal riu constrangida. Ela olhou para Fina e usou a cabeça para sinalizar que vinha e pegasse o assunto.
“A Princesa Rosina é uma loba forte. Ela pode agir fraca e frágil às vezes, mas se você passar mais tempo com ela. Você pode distinguir a diferença,” Fina afirmou, mas sua face não demonstrava admiração.
“Hah! Ela deve ser amada por muitos. Afinal, lobas fortes são mais adoradas,” Rosina exclamou e achou estranho que estava falando de si mesma.
“Sim, mas você não sabia? As flores mais bonitas são colhidas primeiro,” Fina afirmou com uma expressão neutra.