A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 134
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134: A Lição de Acasalamento para Rosina 134: A Lição de Acasalamento para Rosina Os cavaleiros procuraram por Draco desde que foram até a floresta atacar o 13º bando exatamente quando Rosina chegou de volta ao acampamento. Eles pensaram que Rosina tinha ido lá novamente.
‘Não vou esperar por eles,’ Rosina pensou e começou a se afastar. Ela sentia a necessidade de agir em vez de ficar parada ali.
‘Você precisa aceitar o seu companheiro.’
A voz de Vanda ecoou na cabeça de Rosina. O pensamento de ter que procurar por seu companheiro estava drenando sua energia.
“AH! POR QUE EU PRECISO FAZER ISSO!?” Rosina gritou em frustração. Ela ajoelhou-se no chão e arrancou a grama para desabafar suas emoções.
Os cavaleiros e servos por perto se assustaram com a voz de Rosina. Era a primeira vez que ouviam a voz de Rosina tão alta.
“O que você fez?” A voz de Draco falou atrás dela. Ele estava usando uma armadura com sua espada balançando ao lado. Ele olhou para Rosina com um olhar feroz, mostrando que estava irritado.
“Ah, meu caro Draco. Como vai você?” Rosina levantou-se e se recompôs. Ela olhou para Draco com um sorriso suave, tentando escapar de sua ira.
Draco ficou puto ao ver Rosina agindo como se nada tivesse acontecido. Ele olhou em volta, e todos estavam olhando para eles. Ele agarrou o braço de Rosina e a arrastou para dentro de sua tenda, ignorando as faíscas que acenderam em sua pele.
Rosina estava olhando para a mão de Draco, e as palavras de Vanda continuavam repetindo em sua cabeça.
‘A resposta sempre está na sua frente.’
“…” Rosina puxou seu braço de volta e sentiu a faísca desaparecendo.
“Eu já te disse para não sair deste acampamento, mas o que você fez? Você faz todo mundo se preocupar com o seu bem-estar!?” Draco gritou e passou a mão pelos seus cabelos molhados. Ele virou de costas para evitar ver Rosina, pois poderia explodir de raiva.
“Eu entendo, mas tenho muitas coisas para fazer,” Rosina disse suavemente. Ela não queria irritar Draco ainda mais, já que sabia que eles estavam apenas preocupados com ela.
“Você pode me dizer o que quer, e eu farei! Por que você sempre complica para mim!” Draco exclamou agressivamente. Seu corpo estava tremendo ao conter suas emoções.
“Huh!?” Rosina riu com diversão. “Eu sou uma loba independente, Draco. Eu tenho coisas que preciso fazer sozinha sem a ajuda de ninguém, e você violou nosso contrato ao fuçar nos meus assuntos como se você me possuísse!”
Rosina gritou e deu um passo à frente. Ela não estava com medo de Draco e sentia que ele estava tentando colocar uma coleira em seu pescoço e controlar seus movimentos.
“Rosina! Você faz todo mundo se preocupar com você! Deveríamos nos concentrar na guerra com o 13º bando, e aqui estamos nós, pensando em você em vez disso!” Draco gritou, seguido de um rosnado.
“Eu já te informei que eu deixaria o acampamento por um tempo. É você que acha que pode me controlar! Eu não preciso da sua permissão para fazer o que eu quiser! Eu não sou sua esposa ou sua companheira!” Rosina gritou com fúria. Sua loba chorava por dentro e tentava acalmá-la, mas não era eficaz.
Na cabeça de Rosina, ela sabia que precisava colocar Draco em seu lugar para que ele soubesse onde ele estava na relação falsa deles.
Ouvindo isso, Draco ficou surpreso com as palavras dela. Desde o desaparecimento de Rosina, ele havia esquecido que ela era sua companheira contratada. Ele vinha tratando ela como sua verdadeira companheira, e seu lobo aprovava isso ao ponto de que ele tinha dificuldade de achar outras lobas atraentes.
“Você está certa,” Draco zombou sacudindo a cabeça. Sua voz tornou-se suave, e seus ombros caíram juntos. Ele se sentiu derrotado que Rosina estava batendo nele com a verdade, mas no fundo, ele estava sofrendo. Seu lobo implorava para ele tocar Rosina e confortá-los com a faísca.
Rosina apertou os lábios com arrependimento. Ela não tinha intenção de ferir os sentimentos de Draco, mas queria que ele entendesse que ela estava sozinha. Ela viu a aura de Draco e a expressão facial mudar, o que se tornou fria.
“Vamos atacar o 13º bando amanhã à noite. Você pode não querer ser controlada, mas por favor, fique aqui até que tudo termine,” Draco disse com um suspiro profundo e saiu da tenda.
Conforme Draco passava ao lado de Rosina. Suas mãos tocaram uma na outra, e a faísca acendeu por alguns segundos antes de desaparecer.
Rosina fechou os olhos e saboreou a sensação antes que desaparecesse. Ela respirou fundo e virou-se, vendo as costas de Draco se afastando.
‘A resposta sempre está na sua frente.’
As palavras de Vanda voltaram a ecoar na cabeça de Rosina.
“Oh, deusa, o que eu deveria fazer?” Rosina afundou para baixo e segurou o rosto. Ela começou a pensar que Draco era seu companheiro, especialmente porque ela estava sentindo a faísca, mas ela não tinha certeza se Draco também estava sentindo.
“Sua Alteza?” uma voz masculina familiar soou atrás de Rosina.
“Silvio…” Rosina murmurou sem olhar para quem era.
“Rosina— Sua Alteza. Estou aqui para pedir desculpas por não fazer meu trabalho como seu guarda pessoal e por causar uma vida miserável para você neste bando de renegados,” Silvio ajoelhou e colocou a cabeça no chão para mostrar o quanto estava arrependido.
Rosina se levantou e olhou para ele. Ela sorriu e levantou a cabeça de Silvio. “Você não precisa se desculpar, e pare de se culpar, certo?” ela disse suavemente.
“Mas— ” Silvio queria argumentar, mas Rosina colocou o dedo indicador em seus lábios para impedí-lo de falar.
“Se você quiser se redimir comigo. Me ajude,” Rosina sussurrou e olhou nos olhos de Silvio.
“Farei tudo o que puder para ajudá-la, Princesa!” Silvio exclamou com determinação.
“Isso é ótimo, mas prometa-me não contar a ninguém sobre isso,” Rosina sussurrou e arrastou Silvio de volta para sua tenda para que pudessem ter uma conversa privada.
Silvio estava confuso, mas decidiu não pedir uma explicação e esperou que Rosina lhe contasse.
Rosina sentou Silvio na cadeira e olhou para ele sem quebrar o contato visual.
“Silvio, eu quero encontrar meu companheiro, e eu só tenho 24 horas para encontrá-lo,” Rosina declarou firmemente.
Silvio piscou várias vezes para deixar as palavras de Rosina afundarem em seu cérebro. “O que você disse?”
“Eu disse… eu preciso encontrar meu companheiro, e eu só tenho 24 horas para encontrá-lo,” Rosina repetiu suas palavras, mas Silvio mostrou um olhar confuso.
“Sua Alteza— ” Silvio foi interrompido.
“Me chame de Rosina. Essa coisa de título me arrebenta os ouvidos,” Rosina revirou os olhos e incentivou Silvio a falar seu nome.
“Ok… Rosina… Eu não entendo muito bem o que você está tentando dizer,” Silvio balançou a cabeça com olhos confusos.
“Preciso repetir o que eu disse?” Rosina cruzou os braços. Ela não achava que era difícil entender o que ela queria dizer.
“Ok, não precisa repetir, mas você já não está emparelhada com o Príncipe Draco?” Silvio falou devagar para dar ênfase a cada uma de suas palavras. “Rosina, você esqueceu que já está casada?”
“… Não,” Rosina respondeu e cobriu o rosto com a mão. Ela havia esquecido que Silvio não sabia do arranjo contratual entre ela e Draco.
“Rosina, o que está acontecendo?” Silvio perguntou com preocupação. Ele sentiu que algo estava ocorrendo por trás das cortinas.
Rosina suspirou profundamente. Ela hesitava em contar a verdade para Silvio, mas precisava dele. Sua cabeça estava trabalhando para achar uma solução para conseguir o que queria sem acabar com o contrato.
“Bem, veja só, Silvio. Eu quero saber sobre como funciona o vínculo de companheiros. Como você pode ver, eu duvido da… arg… conexão que eu e o Draco temos… Você entendeu,” Rosina forçou um sorriso e riu sem graça.
Silvio franziu o cenho, mas não fez mais perguntas. Ele podia perceber que Rosina e Draco tinham brigado e pensou que era por isso que Rosina duvidava do vínculo de companheiros deles.
“Você procurou a pessoa errada para perguntar, Rosina. Como você pode ver, eu ainda não tenho companheira,” Silvio riu ao ver como o rosto de Rosina caía.
“Ah, é,” Rosina resmungou e se sentiu derrotada.
“Mas minha mãe uma vez me disse sobre o momento em que você saberá que aquele lobo é o destinado para você,” Silvio sorriu ao pensar em sua mãe.
“Me conte,” Rosina se aproximou com interesse. Embora ela soubesse como era encontrar seu companheiro. Ela queria ouvi-lo de outro lobo.
“Bem, é como se você estivesse na nuvem nove. Quando você olha nos olhos da pessoa, você pode sentir o puxão, uma força que quer ficar mais perto. Quando você toca, uma faísca eletrifica seu corpo e deixa você fraco. O cheiro deles se torna um vício que você quer sentir para sempre,” Silvio estava sorrindo enquanto contava a Rosina sobre companheiros.
“Certo,” Rosina assentiu com a cabeça. Ela não pôde evitar de sorrir ao ver o quão sonhador Silvio parecia enquanto falava. “Mas, eu quero saber como você vai aceitar essa pessoa como seu companheiro. Isso acontece naturalmente ou você precisa trabalhar nisso?”
Silvio inclinou a cabeça. Ele estava novamente confuso com as perguntas de Rosina. “Eu acredito que acontecerá naturalmente, já que ambos os lobos podem sentir a conexão, mas será diferente se um rejeitar o outro.”