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A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 132

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132: A Ameaça de Partir 132: A Ameaça de Partir Fazem dois dias desde que Rosina está com Draco. Ela viu como a preparação para a guerra estava mais rápida do que ela esperava, mas ela não queria que a guerra acontecesse.

“O que devo fazer para impedir que a guerra aconteça?” Rosina sussurrou e continuou andando de um lado para o outro enquanto mordia as unhas. Ela pensava em um plano que impedisse a guerra a todo custo.

“O Palácio queria muito o 13º bando, mas e se eles simplesmente o deixassem em paz?” Rosina murmurou com um sibilo. “Mas então, criaria um caos, já que há dois Reis.”

“A opção segura era fazer o Pepe se render ao 13º bando. Então, tudo estaria em seu lugar, mas o que aconteceria com os bandoleiros?” Rosina acrescentou e colocou as mãos na cintura.

“Podemos acolhê-los. Afinal de contas, nós que estaríamos liderando o 13º bando, certo?” Draco respondeu ao ouvir a última frase de Rosina.

“Ah! Você está certo!” Rosina exclamou, encantada por Draco estar disposto a acolher os bandoleiros.

“Mas será um problema se eles não quiserem se submeter a nós. Afinal, eles precisariam seguir nossas regras em vez das do Pepe. As mudanças podem ser demais para eles, já que o bando seria legalizado,” Draco acrescentou e colocou sua espada na mesa.

“Hmm, sim,” Rosina suspirou. Ela não percebeu o quão difícil seria. Ela sentou-se na cadeira, de costas para Draco. Ela não sabia por que seu corpo reagia de forma diferente à presença de Draco.

“Aliás, eu arrumei uma tenda para você ao lado da minha. Você pode ocupá-la agora—”
Antes que Draco pudesse terminar sua frase. Rosina saiu correndo para se instalar em sua tenda. Ela havia morado na tenda de Draco por dois dias e não conseguiu uma hora de sono bom, já que as faíscas a mantinham acordada.

Rosina entrou na tenda e desabou na cama. Sua tenda era simples, ao contrário da tenda de Draco, que estava cheia de suas coisas.

“Finalmente, uma boa noite de sono para mim!” Rosina murmurou com um enorme sorriso de satisfação.

“Fico feliz que você goste da tenda,” Draco entrou com um sorriso. Ele olhou à volta, assentindo com a cabeça.

“Está ótimo. Eu também posso ter meu tempo sozinha,” Rosina murmurou e sentou-se.

Os dois se olharam e imediatamente as faíscas irromperam em suas espinhas, fazendo seus corpos tremerem. Eles agiram como se nada tivesse acontecido e evitaram o olhar um do outro.

Para Draco, ele não queria admitir que sentiu a faísca, já que não queria que Rosina ficasse desconfiada dele. Especialmente porque ele sabia que Pepe também sentia a faísca, mas Rosina não sentia nada.

‘Talvez seja apenas uma faísca regular causada pela tensão,’ Draco pensou e deu de ombros.

“Então vou deixá-la sozinha. Tenho uma reunião com Gastone sobre atacar o 13º bando daqui a dois dias,” Draco informou antes de sair da tenda.

Rosina abriu a boca para perguntar se poderia ir junto, mas Draco já tinha ido.

“Dois dias, hein?” Rosina suspirou profundamente e fechou os olhos, tentando relaxar, mas ela não conseguia. “Por que estou assim? Literalmente mato lobos na maior parte do tempo, mas agora… por que me importo se eles morrem?”

Rosina gemeu e puxou o cabelo. Ela tinha uma dor de cabeça pela quantidade excessiva de pensamentos em um plano para impedir que a guerra acontecesse.

“Oh, espera… Se eu pudesse encontrar a companheira do Pepe. Então eu poderia chantageá-lo a se render ao 13º bando!” Rosina exclamou com empolgação, mas seu sorriso desapareceu. “Mas como?”

“Hum, Alteza?” uma voz suave chamou por Rosina do lado de fora da tenda.

“Entre,” Rosina se posicionou para parecer sofisticada. Seus olhos se arregalaram quando ela viu quem tinha entrado em sua tenda.

“Mari…” Rosina ofegou. Ela não esperava que ela entrasse no território do 13º bando. “O que você está fazendo aqui?”

“Alteza… Príncipe Draco me trouxe para cuidar de você,” Mari sussurrou e não conseguiu olhar nos olhos de Rosina. Ela se sentia incomodada depois do que tinha acontecido entre elas antes.

Foi quando Rosina percebeu que Fina e Sal não estavam por perto, mas Mari foi enviada em seu lugar como sua serva.

“Entendi,” Rosina sorriu, pois não podia fazer nada além de planejar repreender Draco mais tarde. “Talvez me traga um pouco de leite quente, Mari.”

“Sim, Alteza!” Mari estremeceu e saiu rapidamente da tenda para buscar leite para Rosina.

“Ugh,” Rosina gemeu e tocou seu olho esquerdo, que ficou verde brilhante. “Talvez… eu deveria visitá-la novamente.”

Rosina se levantou e saiu de sua tenda. Como só tinha dois dias para encontrar um caminho, ela precisava se mover o mais rápido possível, e desaparecer sem uma palavra de Draco pioraria a situação.

Rosina foi até a tenda principal, onde a reunião estava acontecendo. Ela esperou do lado de fora, pois não queria perturbá-los.

Os cavaleiros ficaram tensos com a aparição de Rosina, e eles não puderam deixar de se sentir desconfortáveis quando Rosina os encarava por tédio.

Do outro lado, Draco bateu a palma da mão na testa, pois sabia que Rosina estava esperando do lado de fora. Ele não conseguia se concentrar, pois podia ouvir os passos de Rosina ecoando no chão.

“Espera, já volto,” Draco declarou a Gastone antes de sair da tenda e ver Rosina deixando os cavaleiros desconfortáveis.

“Rosina, o que você está fazendo aqui?” Draco perguntou e se aproximou dela.

“Tenho algo a dizer,” Rosina sorriu e puxou a camisa de Draco em vez da mão dele, pois a faísca se acenderia novamente.

Rosina arrastou Draco para a floresta, onde não havia ninguém por perto. “Vou me ausentar por um tempo, mas não se preocupe comigo.”

“Hã? Para onde você vai? Não me diga que vai voltar a procurar aquele bandoleiro?” Draco afirmou com firmeza, referindo-se a Pepe.

“Não! Em outro lugar, mas não vou te dizer o motivo. Informei para prevenir pânico com o meu desaparecimento,” Rosina sorriu, pensando que Draco concordaria.

Draco não disse uma palavra, mas sua expressão facial tornou-se sombria e seus olhos fixaram em Rosina. Ele se aproximou com sua aura dominante exsudando de seus poros.

“Rosina, você foi sequestrada, e nós procuramos incansavelmente por você. Agora, você está de volta aos meus braços mas quer partir novamente. Não, eu não vou permitir,” Draco rosnou e mostrou suas presas em direção a Rosina como sinal de ameaça se ela se afastasse de seu olhar.

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