A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 131
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131: O Coração que Dói 131: O Coração que Dói Draco olhou para Rosina e se aproximou dela. Ele pegou a mão de Rosina e a pressionou gentilmente.
“Você não sente nada? Como uma faísca onde nossa pele se toca?” Draco perguntou e olhou atentamente para a expressão de Rosina.
Rosina abriu a boca para falar, mas nenhuma palavra saiu. Ela estava hesitante sobre o que dizer a Draco, mas não sabia o que sentir.
‘Eu podia sentir a faísca,’ Rosina pensou, mas ela não conseguia dizer em voz alta. O medo de admitir a conexão entre eles estava consumindo a mente de Rosina de que Draco poderia ter sido seu companheiro o tempo todo.
“Não, eu não sinto nada,” Rosina mentiu e puxou sua mão de Draco. Ela se virou para escapar do olhar dele.
“Rosina—” Draco sussurrou e quis segurar a mão de Rosina novamente, mas um cavaleiro o chamou.
“Sua Alteza, você tem uma visita,” disse o cavaleiro do lado de fora da tenda de Draco.
“Ok,” Draco respondeu enquanto continuava olhando para as costas de Rosina antes de sair.
Rosina suspirou profundamente aliviada, já que a presença de Draco a estava sufocando. Ela sentiu a necessidade de fugir por um tempo e respirar ar fresco para limpar a mente dos pensamentos sobre faíscas e companheiros.
“Eu deveria sair,” Rosina murmurou e saiu da tenda quando viu Draco conversando com o visitante, que era Gastone.
“O que ele está fazendo aqui?” Rosina entrou imediatamente na tenda de volta e espiou. Ela viu como Draco e Gastone pareciam estar discutindo baseados em sua expressão facial.
“Ah, tanto faz. Isso não é problema meu,” Rosina revirou os olhos e se sentiu patética por se esconder na presença de Gastone. Ela ficou ereta antes de abrir a tenda e sair. Ela começou a caminhar para o lado em direção às árvores para relaxar, mas uma voz a chamou.
“Rosina!” Gastone gritou e correu em sua direção, empurrando Draco pelo caminho. “Você está bem? Está machucada?”
Rosina olhou para a expressão preocupada de Gastone. Ela podia ver a sinceridade em seus olhos.
“Sim, estou bem. Obrigada por se preocupar com meu bem-estar, Sua Alteza, o Príncipe Herdeiro,” Rosina reverenciou e ofereceu um sorriso gentil.
“Que bom! Eu estava tão preocupado depois de saber que você foi sequestrada sem deixar rastros. Seu marido falhou em protegê-la!” Gastone exclamou com ódio puro ao dizer o nome de Draco.
Rosian sorriu. “Por favor, não culpe ninguém, mas posso perguntar o que você está fazendo aqui? Este lugar é perigoso para você, Sua Alteza.”
“Eu vim aqui para garantir que você esteja bem, Rosina,” Gastone respondeu e estava prestes a tocar a bochecha de Rosina, mas ela inclinou a cabeça para o lado para evitar sua mão.
“Sua Alteza, acredito que sua noiva está muito preocupada com você vindo até aqui,” Rosina murmurou e deu um passo para trás. Ela olhou para Draco, que estava parado com um olhar de raiva ao fundo, olhando para eles enquanto conversava.
“Noiva?” Gastone ficou confuso com as palavras de Rosina.
“Senhora Melania Palmiotto,” Rosina respondeu e se forçou a não revirar os olhos.
“Ah,” Gastone riu com diversão. “Ela não é minha companheira, Rosina, e eu tenho mais alguns anos antes de ascender ao trono. Espero que, quando esse momento chegar, eu consiga encontrar minha companheira.”
Rosina levantou uma sobrancelha. Ela nunca esperou que Gastone falasse daquele jeito. Ele parecia diferente da última vez que se encontraram.
“Isso é ótimo! Espero que você a encontre logo,” Rosina apoiou a decisão de Gastone. Afinal, ela não gostava nem um pouco de Melania.
“Ok, chega,” Draco apareceu ao lado e ficou entre eles. “Você deveria voltar para o Palácio, irmão Gastone. É perigoso para você ficar aqui.”
“Não, eu já informei que ficarei aqui e assistirei à guerra contra o 13º bando. Minhas tropas já estão montando suas tendas,” Gastone respondeu com um sorriso, e de alguma forma, a atmosfera se tornou tensa.
Draco e Gastone se enfrentaram com sorrisos, mas o ódio deles transbordava por seus corpos.
Do outro lado, Rosina estava balançando a cabeça. Ela suspirou antes de se afastar para evitar ficar entre o conflito deles. Eles não perceberam Rosina se afastando já que estavam focados em vencer a dominância um do outro.
“Ah, é o caos,” Rosina murmurou, indicando a situação entre Draco e Gastone, mas ela estava aliviada que Gastone não estava mais a perseguindo. Ela olhou para as árvores ao redor e respirou fundo.
A mente de Rosina pensou no 13º bando além da floresta. Ela deixou o lugar com assuntos inacabados. Ela pensou em Donata e Ambra lá dentro e se preocupou com o que poderia acontecer com elas.
Um passo chamou a atenção de Rosina. Ela olhou para trás e viu Draco com um sorriso tenso.
“Draco, quando você planeja atacar?” Rosina perguntou sem olhar para ele.
“O mais rápido possível. Com as tropas de Gastone conosco, podemos ir à guerra mais cedo do que a data prevista,” Draco respondeu nonchalantemente.
“Entendo…” Rosina murmurou. “Vocês precisam matar todos eles?”
“Bem, é assim que a guerra funciona. Se Pepe se rendesse, talvez pudéssemos ter o território do bando sem derramamento de sangue,” Draco deu de ombros, mas sabia que Pepe não ficaria quieto e deixaria que conseguissem o que queriam.
“Vamos fazer isso,” Rosina se virou e encarou Draco. “Esses bandoleiros. Alguns deles podem ter um passado ruim, mas nem todos são perigosos. Eles viviam pacificamente em união, o que é completamente diferente do que eu vi na maioria dos bandos.”
“Eu acho… Eles merecem viver,” Rosina sussurrou e se virou. Ela não queria que Draco visse as lágrimas que ameaçavam cair.
“Rosina,” Draco sussurrou. De alguma forma, ele podia sentir a tristeza que transbordava dos poros de Rosina e percebeu que ela havia mudado um pouco.
“Eu não posso prometer nada. Haverá vidas perdidas para defender o bando. É assim que o mundo funciona, Rosina. Espero que você entenda,” Draco declarou e foi abraçar Rosina para consolá-la, mas antes que pudesse, sua mão parou e ele recuou, dando a Rosina o espaço para pensar.
Rosina não respondeu, mas se virou para ver Draco se afastando. Ela sentiu o coração doer, e ela não sabia por quê.