A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 127
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127: O Plano do Servo 127: O Plano do Servo Rosina olhou para o homem que a dominava. Ela levantou a mão para tocar seu rosto. “Qual é o seu nome, Senhor?” ela perguntou inocentemente.
“Perise.”
Nos próximos três anos, Rosina se tornou a cadela de Perise. Uma jovem she-wolf que ele fodia todas as noites depois de terminar com a esposa. Afinal, Rosina era bem mais jovem que a doente Luna do bando.
Rosina pensou que era normal, já que a ação demonstrava amor e cuidado baseado nas palavras de Perise, mas ela era mantida dentro do quarto. Não tinha permissão para sair e brincar com outras crianças.
“Enquanto eu não apanhar. Está tudo bem,” Rosina murmurou e se encolheu na cama. Seus olhos observavam as crianças brincando lá fora. Ela invejava o riso alegre delas. Isso fez Rosina pensar quando foi a última vez que ela riu.
A porta se abriu e uma serva entrou no quarto. Rosina se virou e notou que era uma nova serva. Ela pensou que a serva iria dar-lhe um banho.
“Estou pronta,” Rosina murmurou e estava prestes a tirar suas roupas, mas a serva a deteve. “Hã? O que houve?”
“Você é a Rosa, certo?” a serva sussurrou.
“Sim,” Rosina respondeu com curiosidade. Ela se perguntava o que a serva queria dela.
“Me ajude,” a serva puxou Rosina para mais perto. Seus olhos mostravam determinação em forçar Rosina a seguir com seu plano.
“O-o que você quer?” Rosina murmurou e tentou se afastar, pois ficou assustada.
“O Re— Quero dizer, Perise. Eu preciso que você o distraia durante o jantar mais tarde,” a serva sussurrou enquanto olhava para Rosina com olhos arregalados.
“Como posso distraí-lo? Eu não posso sair deste quarto,” Rosina murmurou desinteressadamente. Embora, fosse uma mudança em sua rotina diária, já que apenas Perise e outros dois servos a visitavam todos os dias.
A serva tirou uma chave do bolso e entregou para Rosina. “Depois que ele foi e dormir com você. Ele irá para a sala de jantar comer. Eu quero que você o distraia para que eu possa fazer meu final.”
“Que final?” Rosina perguntou mais. Ela estava ficando interessada pela serva e isso a animou.
“Você saberá em breve,” a serva sorriu e abraçou Rosina. “Sua dor também terminará mais cedo ou mais tarde.”
“Hã?” Rosina estava confusa, pois ela não sentia dor, mas sim um vazio no peito.
A serva não respondeu e saiu apressadamente do quarto, trancando a porta novamente.
Rosina suspirou fundo e olhou para a chave em sua mão. Um sorriso apareceu em seus lábios, ela se sentia feliz por algum motivo desconhecido e imediatamente escondeu a chave embaixo da cama para impedir que Perise descobrisse o plano delas.
Algumas horas se passaram e Rosina passou o dia deitada na cama, esperando por Perise chegar. Quando ele chegou naquela noite, ele fodeu Rosina, manipulando-a que isso era um sinal de amor.
Depois que Perise terminou, ele saiu do quarto e fez questão de trancar a porta.
Rosina esperou alguns minutos antes de pegar a chave e destrancar a porta. Seu coração batia alto ao empurrar a porta aberta.
Essa era a primeira vez em três anos que Rosina veria o mundo exterior. O pensamento de sair de sua zona de conforto era o suficiente para fazer o corpo de Rosina tremer de nervosismo.
“Eu consigo fazer isso,” Rosina sussurrou e suspirou fundo para reunir energia para realizar a tarefa. Ela deu alguns passos lentos e notou que estava atrás do primeiro andar.
À frente de Rosina havia um longo corredor escuro. Ela precisava usar seu poder de lobisomem para enxergar na escuridão. Ela começou a andar e farejou o ar para localizar a sala de jantar. Afinal, ela não conhecia o lugar e se esqueceu de perguntar à serva onde ficava a sala de jantar.
Quando Rosina se aproximou, ela viu vários guardas rondando o local. Isso a deixou nervosa e congelada no lugar. Ela não sabia o que fazer.
O cérebro de Rosina gritava para ela fugir e se esconder, mas seu corpo não seguia o comando.
Um dos guardas a notou parada no canto.
“Ei Omega, o que você está fazendo aqui?”
Rosina estremeceu e forçou seu corpo a se mover, mas o guarda lobo conseguiu agarrar seu braço e puxá-la em sua direção.
“Ah! Me deixa em paz!” Rosina tentou se soltar, mas ela estava muito fraca pela falta de atividade física.
O guarda lobo bateu em uma porta grande e a empurrou para abrir, revelando uma longa mesa cheia de comida e no centro estava Perise. Ao lado estava um jovem, e do lado oposto estava uma mulher com aparência doente.
“Meu Rei… Capturamos uma Omega esgueirando-se pelo Castelo tarde da noite,” o guarda lobo declarou com orgulho e empurrou Rosina ao chão.
‘Rei?’ Rosina pensou e sentiu o cheiro de Perise, indicando que era ele.
“Que diabos você fez!” Perise gritou, seguido de um rosnado. Ele estava furioso ao ver Rosina fora do seu quarto, mas acima de tudo, ela tinha um leve cheiro de seu gozo.
O guarda lobo congelou. Ele pensou que seria recompensado pelo que fez, mas foi o oposto.
‘Eu devo estar errado. De jeito nenhum o Senhor Perise é o Rei,’ Rosina pensou e forçou-se a olhar para cima para ver por si mesma. Seus olhos se arregalaram quando ela viu Perise segurando o pescoço do guarda lobo, matando-o.
Os olhos de Rosina se voltaram para a serva ao lado da mesa. Ela percebeu que a serva era a que tinha ido ao seu quarto mais cedo. Ela assistiu enquanto a serva derramava uma mistura na taça do Rei com um sorriso.
A serva lançou um olhar para Rosina e lhe deu um grande sorriso, um sinal de agradecimento.
“O que ela está…” Rosina murmurou, mas seus olhos se voltaram para a mulher que a encarava.
A mulher estava usando um vestido mais sofisticado, mas tinha olhar morto.
“L-luna!” Rosina exclamou e imediatamente se curvou. Ela tremia furiosamente sabendo que estava diante da esposa de Perise