A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 119
- Home
- A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas
- Capítulo 119 - 119 As Partículas Brancas em Seu Pelo Pubiano 119 As
119: As Partículas Brancas em Seu Pelo Pubiano 119: As Partículas Brancas em Seu Pelo Pubiano Rosina sorriu maliciosamente quando Dino concordou com ela. Ela agarrou o ombro de Dino e o empurrou para trás para ele se sentar no tronco.
“Eu gosto muito de você, mas você precisa gostar de mim também,” Rosina murmurou e segurou a cabeça de Dino para olhá-la.
“Mas eu não te conheço,” Dino respondeu. Seu coração pertencia a Ines, mas ele estava atraído pela b*ceta de Rosina.
Rosina se fez de surda para as palavras de Dino. Seu corpo começou a tremer com antecipação lasciva pelo membro de Dino. Ela baixou a cabeça e plantou um beijo em seus lábios.
As defesas de Dino imediatamente desmoronaram com a textura dos lábios de Rosina. “Você é macia.”
“Eu sei,” Rosina sussurrou e se abaixou. Ela pegou as calças de Dino e as rasgou, expondo seu membro.
O sorriso de Rosina desapareceu quando ela viu os pelos que cercavam seu membro. Ela inicialmente não se importava com os pelos pubianos, já que era normal, mas no caso de Dino, os pelos eram tão longos que chegavam à metade de seu pênis de cinco polegadas endurecido.
‘Vai ficar tudo bem,’ Rosina pensou, afastando os pelos pubianos de Dino. Ela estava prestes a lamber a cabeça quando um cheiro terrível atingiu seu nariz. Seus olhos se arregalaram quando ela viu pequenos pedaços de algo branco grudados nos pelos pubianos.
Rosina olhou para cima e viu a antecipação no rosto de Dino. Ela podia sentir seu corpo aquecendo com a luxúria, e de alguma forma, duvidou se deveria se sacrificar pelo prazer dele.
“Ah, deixa pra lá,” Rosina soltou o membro de Dino. Ela se levantou e limpou a mão com um lenço antes de jogá-lo na fogueira. Ela havia perdido o seu tesão devido à aparência e ao cheiro que até seu lobo estava achando repulsivo.
“Huh? Pra onde você está indo?” Dino perguntou. Seus ombros caíram quando Rosina virou as costas para ele.
“Não estou mais no cio. Deveria ir,” Rosina murmurou e estava prestes a se afastar quando Dino a interrompeu.
“Pensei que você gostava de mim!?” Dino gritou enquanto segurava o manto de Rosina com força. Ele queria que Rosina chupasse seu membro e experimentasse como é estar dentro da boca de uma mulher.
Rosina suspirou profundamente. Ela sabia o que Dino queria, mas não tinha energia para fazer mais esforço. Ela planejava encontrar a próxima presa, mas Dino não queria deixá-la ir.
“Mudei de ideia. Não gosto mais de você,” Rosina declarou com um sorriso. Ela pegou a mão de Dino na tentativa de removê-la, mas ele a segurou com mais força.
“Então, vou fazer você gostar de mim de novo!” Dino gritou e empurrou Rosina contra o chão.
“Yah! Isso dói!” Rosina gemeu quando suas nádegas bateram primeiro. Ela não conseguiu processar a dor quando Dino levantou sua saia e olhou para sua b*ceta.
“Então isso é o paraíso de uma mulher!” Dino sussurrou e abriu à força as pernas de Rosina para seus olhos se deliciarem.
“Oi,” a voz de Rosina se aprofundou enquanto ela encarava Dino. Ela poderia chutá-lo, mas a excitação venceu.
Dino lembrou da conversa com os anciãos sobre como satisfazer suas esposas na cama. Ele ainda era inexperiente, mas queria que Rosina gostasse dele novamente.
“Vou fazer você gozar!” Dino exclamou antes de colocar o dedo no clítoris de Rosina. Ele massageou o botão e lentamente seguiu para baixo.
“Ah!” Rosina gemeu com a sensação. Era um gesto pequeno, mas seu corpo era sensível.
Quando Dino ouviu o gemido de Rosina, isso aumentou sua confiança.
‘Eu ouvi dizer que tem um buraco aqui,’ Dino pensou antes de pressionar o dedo indicador na carne de Rosina, esperando encontrar o ponto do paraíso. Seu dedo mergulhou no fim. Foi assim que ele encontrou o buraco de Rosina.
“Ah, encontrei!” ele exclamou e começou a bombear seus dedos.
“Ah~” Rosina gemeu com a inserção. Ela podia sentir cada bombeada do dedo de Dino dentro dela, mas não era o suficiente para satisfazê-la completamente.
Rosina moveu a mão e a colocou em seu clítoris. Ela massageou seu próprio botão para ajudar a alcançar o prazer que ela precisava.
Dino viu o que ela estava fazendo. Ele se sentiu insultado por Rosina estar tocando seu próprio corpo quando ele era quem deveria dar a ela o prazer. Ele afastou a mão de Rosina e desabotoou suas calças, tirando seu pênis endurecido.
“Se minhas mãos não podem te satisfazer. Então meu pênis vai!” Dino exclamou e mirou seu pênis na direção do buraco de Rosina.
Os olhos de Rosina se arregalaram em choque. Ela não queria o pênis sujo de Dino dentro dela, e a ideia de transar com ele a repugnava até o âmago. Seu olho esquerdo brilhou em verde intenso e ela direcionou seus poderes em direção a Dino.
“Ack!” O corpo de Dino ficou petrificado e não conseguiu se mover.
“Hmph!” Rosina se levantou e sacudiu seu manto. Ela olhou para o rosto de Dino e seu pênis tremendo.
“Você não me serve para nada,” Rosina suspirou enquanto balançava a cabeça. Ela estava prestes a ir embora quando se lembrou de algo. Ela voltou para a frente de Dino e o arrastou para mais fundo na floresta.
Rosina o encostou contra uma árvore.
“Se você não pode satisfazer minha luxúria. Então, satisfaça a minha alma,” Rosina sussurrou, se inclinando para ficar com o rosto próximo ao de Dino. As laterais de sua boca se rasgaram, exibindo seus dentes afiados. Sua língua se alongou e ficou pontiaguda.
Rosina segurou as bochechas de Dino e o beijou, deixando sua língua entrar em sua garganta até alcançar seu coração. Ela começou a sugar sua alma e gostou da sensação de juventude.
Depois de alguns minutos, o corpo de Dino colapsou no chão. Seu corpo se tornou nada além de ossos e pele ressecada.
Rosina limpou a boca, e suas características físicas voltaram ao normal. Ela olhou para o corpo de Dino por alguns segundos antes de deixar o local. Ela não estava preocupada se seu corpo cheiraria mal ou se alguém o encontraria naquele estado.
Já que sua alma estava alimentada, o tesão de Rosina diminuiu. Seu humor melhorou ao voltar para o castelo. O único problema era subir até seu quarto.
Para o deleite de Rosina, não havia guardas do lado de fora da porta. Ela entrou lentamente no castelo com um sorriso largo, pensando que havia sido bem-sucedida, mas um cheiro familiar atingiu seu nariz.
“Rosina, onde você esteve?” Pepe emergiu das sombras. Seus olhos estavam fixos nela com uma expressão sombria.