A Mordida do Alfa Entre Minhas Pernas - Capítulo 113
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113: A Outra Violante 113: A Outra Violante Rosina apertou o punho contra a pena que usava para assinar os papéis à sua frente. Ela estava trabalhando nas necessidades das lobas do bando e marcava aquelas que seriam implementadas.
“Ah! Isso é uma merda!” Rosina gemeu em voz alta antes de se levantar, batendo os pés, e ir ao escritório do Pepe.
Rosina bateu duas vezes antes de entrar na porta e viu o rosto abatido do Pepe por causa do trabalho. Ele olhou para Rosina e forçou um sorriso.
“Tem algo que você precisa, Rosa?” Pepe perguntou. Quando ele disse o apelido de Rosina, sua voz ficou suave, e um tom rosado apareceu em suas bochechas em poucos segundos antes de desaparecer, mas Rosina conseguiu vislumbrar.
“Estamos chamando um ao outro pelos nomes agora?” Rosina provocou. Era a primeira vez que Pepe a chamava pelo apelido.
“Claro, Rosa,” Pepe respondeu com um sorriso malicioso. “Você também pode me chamar de Pepe.”
“Pepe,” Rosina murmurou. Sentindo a estranheza de sua língua ao dizer o nome de Pepe.
“Hmm,” Pepe murmurou e encarou Rosina com uma expressão impassível, mas no íntimo. Seu coração batia alto, quase derrubando-o. Ele limpou a garganta e acalmou-se. “Do que você precisa?”
Rosina olhou para Pepe com um sorriso largo. Ela estava entediada e queria fazer algo. Afinal, seu corpo ainda ansiava por uma alma.
“Quero conhecer as outras lobas sequestradas,” Rosina declarou nonchalantemente, o que surpreendeu Pepe.
“O quê!?” Pepe bateu a mão na mesa, surpreso, e olhou para Rosina com descrença. “O que você está planejando fazer?”
Rosina inclinou a cabeça para a reação de Pepe ao seu pedido. “Eu sou a Rainha. Preciso ver como estão as lobas. Afinal, elas foram tiradas de suas famílias, e o mínimo que podemos fazer é tornar suas vidas um pouco melhores aqui.”
O rosto de Pepe endureceu com as palavras de Rosina, mas o que ela disse era verdade. Ele não conseguia evitar o olhar de Rosina, já que a condição das lobas sequestradas era horrível, e ele se envergonhava de mostrar isso a ela.
“Queria saber uma coisa, Pepe, e quero que você seja honesto comigo,” Rosina declarou pensativamente. Sua voz era firme enquanto se aproximava da mesa de Pepe.
“Qual é o propósito de sequestrar lobas dos outros bandos e trazê-las para cá?”
Pepe limpou a garganta e olhou sinceramente para Rosina. “Este bando cresce a cada dia, mas a proporção de gêneros está desequilibrada. Este bando tem mais lobos bandoleiros do que fêmeas, e como seu Rei, quero que eles encontrem suas companheiras.”
“Então você sequestrou lobas na esperança de que uma delas seja a companheira de um de seus membros?” Rosina perguntou, franzindo a sobrancelha.
“Sim,” Pepe respondeu.
Essas informações começaram a se formar na mente de Rosina. Ela não pôde deixar de rir da ideia de Pepe de conseguir companheiras para seus lobos machos.
“Mas o que acontecerá com as lobas que não têm um companheiro neste bando?” Rosina cruzou os braços, esperando que não fosse tão ruim.
Pepe suspirou e massageou as têmporas. Ele esperava que Rosina perguntasse sobre as outras lobas sequestradas, mas ainda não estava pronto para responder. Inicialmente, ele não se importava com isso, mas queria ter uma boa imagem para Rosina.
“Aquelas lobas sem companheiro ficaram aqui e serviram como Omega. Várias delas também se casaram com nossos outros membros sem companheira,” Pepe declarou nonchalantemente. Tentando mostrar que tudo acabava bem no final.
Rosina apertou os lábios e não disse uma palavra. Ela não esperava que Pepe deixasse as garotas livres, pois elas denunciariam o que aconteceu ao seu Alfa, e isso chegaria ao Palácio.
“Também, uma das razões por não deixá-las sair foi porque elas já eram consideradas bandoleiros pelos seus bandos individuais,” Pepe acrescentou. Pensando que isso o ajudaria a ganhar pontos positivos com Rosina.
“Entendi. Então vou visitá-las,” Rosina declarou alegremente antes de se curvar e sair pela porta antes que Pepe pudesse falar.
Rosina suspirou pesadamente do lado de fora. Ela sentia pena das lobas sequestradas que não podiam ver suas famílias por causa do que Pepe fez com elas.
‘Eles arrancaram aquelas lobas de suas famílias, e ele acha que está tudo bem já que elas não poderão voltar para seus bandos, pois agora são consideradas bandoleiros,’ Rosina pensou. Ela estava irritada com a maneira como Pepe gerenciava as companheiras de seus membros, mas não podia culpá-lo.
Rosina caminhava pelo Castelo quando percebeu que havia esquecido onde as celas estavam localizadas. Ela parou no longo corredor e farejou o ar.
“Vou seguir o cheiro da Donata,” Rosina murmurou antes de andar. O que ela gostava no Castelo era que nenhum servo a seguia.
Rosina se sentia livre para se vestir e tomar banho sozinha mesmo sendo tratada como Rainha. Ela passou pelos guardas, e eles se curvaram diante dela e voltaram ao trabalho.
Havia vários servos pelo caminho, e eles imediatamente se submetiam a ela, embora Rosina fizesse o possível para ignorá-los.
Rosina começou a farejar novamente quando uma serva familiar se aproximou dela.
“Minha Rainha, me foi incumbido levá-la às celas,” ela afirmou com a cabeça abaixada. Ela deu um passo para trás e gesticulou para Rosina andar à frente.
“Pepe usou o vínculo mental com você?” Rosina perguntou, e a serva estremeceu ao ouvir o nome de Pepe falado sem o título.
“Si-sim, minha Rainha,” a serva respondeu suavemente.
“Entendi. Me diga, você também é uma loba sequestrada?” Rosina parou de caminhar e encarou a garota atrás.
“Ah… Sim, minha Rainha,” a serva murmurou e deu um passo atrás para criar alguma distância de Rosina.
Rosina olhou para a serva com piedade e observou seu corpo frágil. “Qual é o seu nome, e de qual bando você veio?”
A serva ficou surpresa por Rosina se interessar por sua história. Seu corpo começou a tremer quando ela tentou se lembrar de quem era. “Minha Rainha, por favor, mantenha minha identidade em segredo.”
“Claro, você pode confiar em mim,” Rosina sorriu para a serva e segurou sua mão para mostrar sinceridade.
“Sou Ambra Violante, do bando Sabrecrown.” a serva sussurrou com dor em seus olhos.