Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

A Mascote do Tirano - Capítulo 233

  1. Home
  2. A Mascote do Tirano
  3. Capítulo 233 - 233 Obrigado pelos 150 Golden Tickets233 233 Obrigado pelos
Anterior
Próximo

233: [Obrigado pelos 150 Golden Tickets]233 233: [Obrigado pelos 150 Golden Tickets]233 “Você não quer fazer um inimigo de um Vandran. Especialmente, não Daniella Circe Vandran.”

Joaquim só conseguia olhar para as costas de Aries com olhos vazios, parado no mesmo lugar. Mesmo quando uma confusão barulhenta explodiu na sala do tribunal, ele manteve os olhos onde sua esposa havia desaparecido.

O que aconteceu? Ele se perguntou. Como ela mudou o resultado?

“Aquela vadia…” ele rangia os dentes enquanto a intenção assassina preenchia seus olhos. Suas mãos se fecharam em um punho até tremerem de raiva.

“Modesto.” Joaquim torceu o pescoço para trás, marchando em direção às grades do segundo andar, apenas para ver a confusão enquanto todos questionavam o veredicto. Para seu desgosto, Modesto simplesmente bateu o martelo e falou de maneira severa.

“O supremo tribunal de justiça concordou com a maioria dos votos e…” ele explicou mantendo o queixo bem erguido. “… aqueles que questionaram o veredicto podem enviar suas queixas formais ou serão apreendidos.”

Modesto bateu o seu martelo novamente antes de se levantar de seu assento. Enquanto saíam, Carlos ainda estava preso enquanto era arrastado para longe do caos. Ele baixou a cabeça, contendo seu riso, pois verdadeiramente recebeu uma sentença mais leve, como Aries havia dito.

Antes de poder sair, Carlos olhou para cima, apenas para pegar Joaquim fervendo de raiva. Assim que seus olhares se cruzaram, o canto dos lábios do oitavo príncipe se curvou em um sorriso debochado antes do cavaleiro arrastá-lo para fora.

“Aquele bastardo…” Joaquim apertou sua pegada nas grades. Seus olhos então viraram em uma direção particular e flagraram Ismael olhando de volta para ele, inexpressivo.

Ismael não sorriu como Carlos ou algo parecido. Ele apenas olhou Joaquim nos olhos antes de se virar e sair.

“Aries…” Joaquim chamou através de seus dentes cerrados, ofegante enquanto seu coração batia contra seu peito. “Não, Circe… essa mulher…”
Com a reviravolta dos eventos, Joaquim não sabia mais. Em um momento, ele estava certo de que sua esposa era sua Aries. Mas no segundo seguinte, ele estava questionando esta conclusão.

Ele cometeu um erro?

“Haimirich,” ele murmurou, pensando no império que enviou Aries de volta ao Império Maganti. “Tenho certeza de que eles a estão apoiando.”

Joaquim assentiu, convencendo a si mesmo de que Aries tinha se tornado capaz porque o Império Haimirich estava ao lado dela. Quem sabe? Talvez eles até tenham enviado pessoas para ajudá-la a arruinar o Império Maganti. Isso não era suficiente para ele acreditar que fez a escolha errada.

“Antes disso…” ele levantou os olhos afiados para os assentos vazios dos juízes do tribunal. “Modesto… você com certeza cresceu colhões. Eu vou te colocar de volta no seu lugar.”

Agora, havia apenas uma pessoa que poderia possivelmente complicar os planos de Joaquim. Era Aries. Mesmo como Ismael saiu ileso, era tudo obra de Aries. Como ela fez isso é desconhecido, mas ele não era estúpido a ponto de não ligar os pontos.

Mas mesmo assim, por que Aries deixaria todos estes pontos à mostra? Miríades de perguntas pairavam sobre a cabeça do príncipe herdeiro, mas nenhuma delas importava no momento.

Joaquim saiu tempestuosamente do segundo andar do tribunal e deixou qualquer que fosse a confusão que estivesse acontecendo. Ele correu imediatamente para a primeira chancelaria para encontrar Modesto.

“Saia da frente,” ele gritou para os cavaleiros guardando a porta, com os olhos injetados de sangue.

“Mas Sua Alteza —” o cavaleiro não conseguiu terminar sua frase enquanto de repente baixou a cabeça. Joaquim o mataria se o impedisse, então em vez disso, o cavaleiro se afastou e deu passagem.

Joaquim soltou um riso irritado e invadiu a chancelaria do chefe de justiça com um estrondo. Assim que entrou, seus olhos procuraram por Modesto e o flagraram parado em frente ao balcão, segurando dois copos de rum.

“Modesto Vida,” a voz do príncipe herdeiro tremeu enquanto empunhava sua espada. “É bom que você tenha uma boa explicação por ter ido contra mim. Há toneladas de pessoas que querem te substituir.”

Modesto simplesmente observava o príncipe herdeiro perturbado, imperturbável pela espada desembainhada em sua mão. Um suspiro superficial escapou de seus lábios enquanto ele caminhava em direção à mesa, colocando os copos em cima dela.

“Sua Alteza, eu não tinha escolha,” ele explicou.

“Ha! Eu pensei que você tinha preparado uma desculpa melhor do que essa!” Joaquim riu descontroladamente, observando o homem de meia-idade calmo enquanto este segurava um copo, com a outra mão atrás dele.

“Por favor, acalme-se, Sua Alteza —”
A respiração de Modesto se prendeu enquanto ele erguia o queixo, congelado no lugar quando a lâmina fria da espada tocou o lado de seu pescoço. Joaquim nem sequer piscou, inclinando a cabeça para o lado.

“Acalmar?” Joaquim repetiu em um tom de zombaria. “Você acha que eu vou me acalmar quando as pessoas para quem eu dei misericórdia me traíram? Você me vê como uma piada?”

Um escárnio escapou de seus lábios, pressionando a lâmina contra o pescoço de Modesto até que o sangue esguichasse do corte raso. “Diga-me, Modesto. O que você ganhou concordando com as palavras da minha esposa, hein? Ela por acaso te seduziu e usou aquele corpo dela para fazer você concordar?”

“Sua Alteza, não é nada disso —”
“Então o quê?!” Joaquim rugiu, fervendo de raiva.

Modesto engoliu em seco, sentindo a intenção assassina crescente naqueles pares de orbes cinzas. Joaquim estava realmente bravo, e com uma palavra errada, a cabeça de Modesto iria rolar. O príncipe herdeiro podia fazer isso. Se ele tivesse o mínimo de humanidade e remorso, Modesto não estaria tão assustado com esse homem.

Em outras palavras, o medo de Modesto por Joaquim era maior que uma montanha, então traí-lo exigiria uma vida inteira de coragem.

“A princesa herdeira…” os lábios de Modesto tremeram, engolindo outra porção de saliva enquanto respirava fundo. Ele fechou os olhos e quando os reabriu, um brilho de resolução cintilou em seus olhos.

“… é alguém de quem você precisa, Sua Alteza.”

“Ha!” Joaquim inclinou a cabeça para o lado.

“Antes do julgamento, a princesa herdeira me visitou e me pediu para dar ao oitavo príncipe uma sentença mais leve se ele confessasse —”
“Pare de andar em círculos. Minha paciência é bem curta, Vida.”

“É tudo pelo seu bem, Sua Alteza!” Modesto gritou enquanto Joaquim arqueava uma sobrancelha. “Por — por favor, me ouça, Sua Alteza. A princesa herdeira não é alguém que devemos fazer de inimiga porque… ela tinha suas maneiras distorcidas de manipular a situação.”

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter