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A Mais Doce Tentação - Capítulo 87

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87: Sentimento estranho 87: Sentimento estranho Depois de terminarem o jantar, Damien saiu para fazer uma ligação e Rhys a pediu para acompanhá-lo ao bar, que era parte da sala de jogos da casa.

Quando chegaram ao bar, ele acenou para o balcão.

“Posso?”

Beatrix assentiu, “Okay.”

Ele a levantou para que ela ficasse sentada na superfície do balcão.

Ela balançava as pernas que pendiam e observou enquanto ele encontrava um copo Solo vermelho. Ele abriu um armário cheio de todo tipo de bebida alcoólica conhecida pelo homem.

“Nossa,” ela respirou surpresa. Aquilo era muito álcool.

Ele sorriu. “Escolha seu veneno.”

“Eu escolho meu veneno e é….” Beatrix parou.

“Você!” Ela acrescentou.

“Uma mulher após meu próprio coração,” ele riu enquanto tirava várias garrafas de bebida do armário.

Beatrix riu e deu de ombros, “Surpreenda-me querido.”

Rhys assentiu e misturou tequila, gin, uísque, rum e vodca no copo quase até a borda e depois acrescentou um pouquinho de Coca.

Ele encontrou um canudinho misturador, jogou na bebida e entregou a ela.

Beatrix aceitou com gratidão e tomou um grande gole pelo canudo, bebendo quase um terço do líquido.

Os olhos dele se arregalaram. “Nossa ratinha, vá com calma.”

Beatrix corou, “Desculpa… é tão bom, o que é isso?”

“Chá gelado Long Island.” Ele respondeu com um sorriso maroto.

Se cozinhar era a especialidade de Damien, misturar bebidas era o próprio de Rhys.

Damien entrou na sala e o rosto dele, que estava franzido de preocupação, subitamente se iluminou quando os viu.

“O que vai querer?” Rhys perguntou.

“Bourbon.” Damien respondeu antes da sua mão tocar a parte baixa das costas dela e um calor percorreu por ela.

Ele sentou no banco perto do balcão bem ao lado dela, seus dedos se entrelaçando com os dela da mão direita antes de levar as costas das suas juntas aos lábios.

“O que houve?” Beatrix perguntou, notando o humor abatido dele.

Damien suspirou, “Alguém roubou um dos meus tanques. Estava cheio de armas e venenos mortais.”

Beatrix ficou surpresa que ele tivesse compartilhado essa informação com ela. Crescendo, ela sabia que mulheres não tinham lugar nos negócios da máfia. Tudo que tinham que fazer era ficar em casa, se embelezar e procriar para o marido.

“Oh… você sabe quem foi?” Ela perguntou.

Damien assentiu, “Yeah… malditos Russos.”

Rhys colocou sua bebida na mesa e deu um gole.

“O que você vai fazer a respeito?” Foi Rhys que perguntou desta vez.

O sorriso de Damien se curvou de forma ameaçadora, Beatrix não pôde evitar de estremecer.

“Enviar um aviso a eles. Se querem jogar sujo, eu não me importo de me sujar também.”

Ele disse, girando seu copo no joelho. Mesmo recostado em sua cadeira, ele parecia poderoso. Era difícil acreditar que era o mesmo homem que dançava com ela na cozinha há um tempo atrás.

Rhys assentiu e sentou-se na frente dos dois, com uma bebida estranha nas mãos.

Enquanto ela engolia um gole de sua bebida, o álcool imediatamente aquecia seu interior, seus músculos continuando a relaxar enquanto ela observava Rhys afastar o copo dos próprios lábios.

“No que está pensando?” Damien perguntou.

Beatrix não tinha notado como ela havia ficado tão silenciosa, seu processo de pensamento continuando a voltar para como tudo isso iria se resolver.

“Nada,” ela respondeu, tomando outro gole de sua bebida enquanto Damien colocava seu copo no balcão.

Ele a pegou do balcão e a colocou em seu colo.

Beatrix corou enquanto as pontas dos dedos dele traçavam a parte de cima do meu ombro.

“Você é uma péssima mentirosa, amor.” Rhys sorriu para ela.

Beatrix mordeu seus lábios enquanto se inclinava mais para o lado musculoso de Damien.

Os lábios dele depositaram um beijo delicado em sua pele.

O álcool já fazia sua pele formigar com apenas o toque mais leve,
“Você pode nos contar o que está te incomodando.”

Beatrix pegou sua bebida restante do balcão e a engoliu de uma vez. Ela precisava daquela coragem para o que estava prestes a dizer.

“Estou apenas confusa…” ela respondeu vagamente. Ela não sabia como dizer a eles exatamente o que sentia, especialmente sobre eles e como eles haviam consumido sua vida desde que entraram nela.

“Confusa por?” Rhys pressionou, inclinando o rosto para chamar sua atenção, mas ela ainda não conseguia olhar para ele.

Beatrix engoliu em seco, reunindo coragem.

“Como me sinto sobre vocês” ela respondeu timidamente, sentindo seu estômago afundar enquanto falava.

Damien deslizou sua mão para repousar em seu quadril, dando um aperto reconfortante.

“E como exatamente você se sente sobre nós?”

Beatrix respirou fundo para se acalmar antes que as palavras se prendessem em sua garganta.

“Então, quando meu pai me disse que eu iria me casar com você, Damien, eu fiquei brava — você o envenenou apenas para eu poder me casar com você. Eu te odiei e desejei nada além da pior sorte para você.”

Ele riu de suas palavras, “Desculpa por isso querida.”

“Mas assim que eu te conheci percebi que você não é nada como o homem que eu achava que você era. Em vez de um líder da máfia frio e imponente, eu consegui um homem que me fez a mais feliz.

Me sinto forte e confiante ao seu lado. Uma das coisas que enche meu coração ao seu redor é que você nunca me forçou a mudar, você apenas quer que eu seja eu mesma.

E conforme passei mais tempo com você não pude evitar de querer você mais. Eu nunca estive apaixonada antes e mesmo sendo uma romântica incorrigível não faço ideia de como é estar apaixonada mas o que sei é que sou a mais feliz quando estou com você.”

Rhys levou isso como um golpe que ele sabia que estava vindo mas ainda assim não estava completamente preparado. Um olhar de dor — real, terrível dor — cruzou seu rosto, e ele levou o copo aos lábios e esvaziou tudo em poucos goles praticados. Quando terminou, colocou o copo na mesa ao lado dele e a olhou com olhos da cor da dor.

Seu coração não pôde deixar de bater forte no peito.

“Estou feliz que meu irmão te faz a mais feliz.” Rhys disse suavemente.

“Não apenas ele… você também Rhys.”

Ela o viu enrijecer com suas palavras.

“Você me confunde mais do que qualquer outra pessoa que já conheci, e na primeira vez que te conheci, você me intimidou ao ponto de eu não conseguir pensar direito… eu esqueço como respirar toda vez que você só me olha, e esqueço como falar ao seu redor metade do tempo também. Eu achei que você fosse tão confiante e descolado.”

Rhys não disse nada enquanto esperava que ela continuasse.

“Eu tentei te esquecer quando voltei para casa mas não consegui. Eu te procurei por meses mas sem sorte.

Pensei que tinha superado meu interesse por você mas quando te vi novamente percebi que nunca passou.

Eu me disse que precisava ficar longe de você quando te vi de novo porque estava aterrorizada com o quanto de poder você ainda tinha sobre mim.

E quando descobri que você era irmão do Damien, fiquei mortificada. Quando você me beijou, eu sabia que deveria me sentir mal, mas eu não me senti. Percebi que não importa o quanto eu tentasse me convencer de que eu poderia ficar longe de você… eu não conseguiria.

Agora penso que estou louca porque meu coração bate não por um, mas por dois homens. Mas se ser louca significa que eu fico com os dois, então eu não quero estar sã nunca mais.”

Beatrix corou de vergonha quando nenhum deles disse nada. Claramente eles achavam que ela era louca. Por que ela disse isso mesmo? Sim, era o álcool.

O álcool estava mexendo com sua cabeça.

Quanto mais tempo eles ambos permaneciam calados, mais ela sentia que seus pulmões estavam se contraindo.

Ela tentava ficar o mais parada e calma possível, mas não estava funcionando, seu coração afundava mais e mais a cada segundo.

Ok, mas por que o que ela acabou de dizer soava como uma declaração de amor?

O coração de Beatrix acelerava no peito.

Amor?

Podia o que ela sentia por ambos ser amor?

Ela havia lido centenas de livros e sabia que não havia como se apaixonar por duas pessoas ao mesmo tempo.

A sociedade sempre diz que se você consegue se apaixonar por uma segunda pessoa enquanto está com a primeira, então você nunca esteve apaixonado de verdade desde o início.

Então—-
Rhys buscava em seus olhos como se estivesse decifrando qualquer besteira que ela tivesse acabado de dizer. Seu olhar era intenso, uma carranca em seu rosto.

Ele se serviu de um copo do que quer que estivesse bebendo e o esvaziou de uma vez.

“Eu não entendo emoções” ele disse abruptamente, soando confuso com suas próprias palavras.

“Eu não entendo.. esses.. sentimentos” ele disse esfregando o peito.

“É tão estranho…”

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