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A Mais Doce Tentação - Capítulo 115

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  3. Capítulo 115 - 115 Estúpido 115 Estúpido Remo levantou cuidadosamente o pé
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115: Estúpido 115: Estúpido Remo levantou cuidadosamente o pé de Beatrix e examinou o ferimento. Era um corte profundo, mas não muito largo. Ele rapidamente pegou um kit de primeiros socorros e sentou-se ao lado dela.

Com uma pinça, ele cuidadosamente removeu qualquer pedacinho de vidro ou espelho que ainda estivesse encravado na ferida.

Depois limpou-a completamente com água oxigenada e cobriu-a com um curativo estéril.

Beatrix estremeceu de dor enquanto Remo trabalhava.

“Desculpa, eu vou terminar logo.” Ele a confortou suavemente.

Beatrix fechou os olhos e assentiu, “T-tá bom.”

“Você deveria ter me deixado matá-lo, eu nem sei o que você vê naquele desgraçado. Se fosse pela aparência agora ele está feio pra caralho. Vou te encontrar um cara melhor.”

Remo cuspiu amargurado. Beatrix sabia que ele ainda estava irritado com Damien.

“Calma, Remo,” disse Beatrix, tentando diminuir a tensão. “Eu sei que você não entende, mas eu e o Damien temos uma conexão especial. Ele pode não ser perfeito, mas é o que eu amo.”

Remo balançou a cabeça frustrado. “Eu simplesmente não entendo. Ele não passa de um desgraçado sem coração.

Ele vai acabar te machucando e eu não suporto ver isso acontecer.”

Beatrix pigarreou e tentou manter a voz firme. “Eu agradeço sua preocupação, mas eu sei me cuidar. Eu sei que o Damien tem seus defeitos, mas eu acredito nele e sei que está sobrecarregado com tudo o que aconteceu com ele.”

Remo deu um suspiro pesado. “Tá, mas se ele te machucar de novo, não vou ser responsável pelos meus atos.”

Beatrix assentiu, “Eu sei. Não seja tão duro com ele tá? Ele só está estressado. A vida dele está desmoronando e eu sei que ele precisa de mim agora mais do que nunca.”

Remo a encarou por um momento antes de piscar, ” É assim o amor?” Remo perguntou com nojo na voz.

Beatrix arqueou as sobrancelhas confusa? “O quê?”

“O amor te deixa assim estúpida? Porque o que eu vejo são só desculpas.

Mesmo que ele esteja tendo o dia mais merda da vida dele, ele nunca deveria te machucar.” Remo disse
“Mas ele não-”
Remo levantou as mãos silenciando-a.

“Chega, vamos parar de falar dele antes que você me irrite mais ainda.”

Beatrix engoliu e assentiu, “C-certo. Então me diz como está o Ares? Por que ele não veio com vocês?”

Remo deu de ombros, “O moleque saiu de casa e cortou todo contato conosco depois que você foi embora. Ele nos culpa por ter ‘vendido’ a irmã predileta dele. Disse que não quer nada com os negócios da família. Eu acho que ele entrou na faculdade de medicina em outro país da última vez que eu chequei.”

O coração de Beatrix acelerou. Ares, ela percebeu que fazia muito tempo desde que teve notícias dele. Ela esperava que ele estivesse bem e que não estivesse se culpando.

“Engraçado, né? Nós tiramos vidas, mas seu irmão quer salvar vidas. Talvez ele possa ser o médico da gangue depois que terminar a faculdade.” Remo murmurou e guardou as coisas de volta no estojo de primeiros socorros.

“Remo—eu não acho que ele queria fazer isso.” Beatrix sussurrou.

“Hmm.” Remo murmurou em resposta.

“Me diz que pelo menos você colocou medidas de proteção para ele. Ele está sozinho em um país estrangeiro.” Beatrix murmurou.

Remo assentiu, “Claro que sim. Ele ainda é família, afinal de contas.”

Beatrix assentiu, “Ok.”

“Você ainda fala com aquela sua amiga? Qual é o nome dela? Sarah?”

Beatrix franziu o cenho, ela não tinha nenhuma amiga chamada Sarah.

“Eu não tenho nenhuma amiga chamada Sarah.”

Ele cerrava as sobrancelhas, “Sério? Estou falando da esquentadinha. Sua melhor amiga, se não a única.”

Beatrix riu quando percebeu de quem ele estava falando, “Stella?”

Remo passou os dedos pelos cabelos da frente, tirando-os do rosto, antes de olhar para ela com uma expressão séria.

“Hmm sim, essa mesmo.”

Beatrix assentiu, “Sim, eu tenho mas faz muito tempo que a gente não se fala. Não tenho notícias dela há meses e a última vez que eu liguei, ela não atendeu.”

Remo franziu a testa, “Hmm, entendo.”

“Por que está perguntando? Aconteceu alguma coisa com ela?” Beatrix perguntou com a preocupação evidente na voz.

“S-”
“Beatrix…” Uma voz a interrompeu. Estava tão baixa que ela pensou ter ouvido errado.

Ela olhou para a porta e viu Damien parado lá.

Ele parecia perdido em seus próprios pensamentos novamente, alternando apenas entre olhar para ela e para o chão.

Ela se levantou, mas gemeu de dor.

“Você está bem?” Ele perguntou, pânico na sua voz.

Remo se levantou e o encarou com fúria.

“O que você quer?”

Damien pigarreou e olhou para Remo.

“Pode nos dar um minuto – preciso ter um momento a sós com Beatrix”
Remo olhou para ele com nojo “Não. Não vou deixá-la sozinha com você. Eu a deixei sozinha com você por um segundo e você conseguiu machucá-la. ”
Beatrix agarrou Remo e implorou com os olhos.

“Tudo bem, eu vou embora. Estarei na cozinha. Grite se acontecer alguma coisa.” Remo disse antes de dar a Damien um olhar de advertência e sair da sala.

Damien soltou um suspiro irritado e esfregou o indicador e o polegar nos olhos, como se tentasse suprimir a irritação.

“Tudo bem?” Ela perguntou delicadamente, imaginando o porquê de ele querer privacidade.

Damien suspirou, “Desculpa. Eu – Eu não queria te machucar.” Ele disse, sua voz quieta e envolvida em desculpas.

Beatrix sorriu para ele e assentiu, “Eu sei, Damien. Não se preocupe com isso. Como você está?”

Ele franzuiu a testa para ela, “Você não está brava comigo?”

Beatrix deu de ombros e mancou em direção a ele.

Ela agarrou as mãos dele e viu os hematomas ali. O sangramento tinha parado, mas as feridas ainda não foram tratadas.

“Como posso estar brava com você? Eu entendo que você está chateado e passando por muita coisa agora.”

Ela disse, dando-lhe um toque tranquilizador e pressionou um beijo na sua testa para animá-lo, mas era como se nada pudesse consolar o que estava passando em sua cabeça.

“Você sabe que eu nunca te machucaria, não sabe? E que você significa o mundo para mim?” Ele perguntou em voz baixa
“Eu acho que sim – por quê?” Beatrix questionou. Pelo jeito que ele estava evitando o olhar dela, ela tinha a sensação de que não iria gostar do que ele estava prestes a dizer.

Sabe aquele pressentimento de quando algo ruim está para acontecer?

Ele passou as mãos pelos cabelos antes de falar,
“Eu não sei como te explicar isso, mas sinto que tudo está desmoronando, Beatrix. Eu sei que você passou por muita coisa nos últimos meses, tudo por minha causa, e por isso sou grato. Você é a coisa mais incrível que aconteceu comigo”
O que ele estava dizendo deveria fazê-la sentir borboletas no estômago, mas só fazia seu coração afundar, algo não parecia certo.

Era como o discurso de apreciação após um término. Ela havia lido o suficiente para saber como isso iria terminar.

“Eu também, Damien.” Ela murmurou,
“Sua felicidade e você significam tudo para mim.” ele declarou, soando ainda mais solene.

“Eu sei” Beatrix respondeu, o coração batendo forte no peito porque ela não gostava do tom na voz dele.

Damien agarrou seu rosto entre as mãos, puxando seu rosto para o dele. Ele olhou profundamente em seus olhos, buscando as palavras que queria dizer, mas não conseguia encontrar.

Em vez disso, ele se inclinou e a beijou. Foi um beijo cheio de saudade e tristeza, como se fosse um beijo de despedida. Seus lábios eram macios e quentes, mas tremiam enquanto pressionavam contra os dela.

As mãos de Damien estavam em seu cabelo, segurando sua cabeça contra ele como se tentasse memorizar a sensação dela antes de moverem para seu rosto enquanto seus lábios desaceleravam no beijo mais doce e mais satisfatório que ele já tinha dado a ela.

Deus como ela sentiu saudades dele. O beijo foi elétrico, cheio de paixão e desejo. Beatrix sentiu seus joelhos enfraquecerem enquanto os braços de Damien a envolviam fortemente, puxando-a ainda mais para perto.

Seus lábios eram macios, mas exigentes, explorando cada centímetro da boca dela como se fosse a primeira vez. Beatrix retribuiu o beijo com igual fervor, suas mãos passando pelos cabelos de Damien, puxando-o ainda mais para perto.

O mundo ao redor deles se desvaneceu enquanto se perdiam no momento. Era como se nada mais existisse além dos dois e da intensidade de seu beijo.

Beatrix sentiu como se estivesse flutuando no ar, seu coração batendo com excitação.

Quando o beijo lentamente chegou ao fim, Damien se afastou e olhou nos olhos de Beatrix. Houve um momento de silêncio enquanto ambos recuperavam o fôlego, e então o momento mágico foi destruído em um instante quando ele sussurrou.

“Eu não posso fazer isso”
Beatrix congelou antes de soltar uma risada sem humor, “O quê?”

Ela piscou e seu coração despencou com a tristeza nos olhos dele.

“Damien — o que — você quer dizer com não pode fazer isso?” Ela gaguejou, nervosismo agitando em seu estômago.

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