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A Luna Amaldiçoada de Hades - Capítulo 193

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193: RHEA 193: RHEA Eve
Pisquei enquanto ele olhava diretamente para mim, através de mim, minha pulsação disparando.

Um rosnado me tirou do nevoeiro de espanto, mas não era do lobo. Era do próprio Hades.

Eu parecia retomar completamente a consciência do meu corpo, o presente, a ele.

Hades estava se desfazendo.

Eu podia sentir — seu corpo tremendo acima de mim, músculos travados pela tensão, respiração ofegante contra minha pele. Ele estava perdendo a luta. Contra si mesmo. Não era normal. Ele estava lutando contra a fome monstruosa e avassaladora que o tinha dominado.

Eu podia ver as mudanças em seus olhos; eles haviam ficado completamente vermelho-negro.

Havia retornado.

Mas ele ainda estava se segurando. Por mim.

Sua testa pressionada contra a minha, seu quadril girando profundo, lento — controlado, mas por pouco. Desesperado. Seu prazer era um castigo, um apelo, um tormento reverente.

Um som rasgou sua garganta, arruinado e cru. Um rosnado — não, uma oração.

“Por favor… não… tenha medo de mim.”

As palavras mal passaram por seus lábios, sua voz gutural, forçada como se estivesse fisicamente lutando contra a escuridão que se desenrolava debaixo de sua pele. Veias negras pulsavam ao longo de seus braços, se espalhando pelo seu peito, brilhando com uma luz sombria e estranha.

Ele estava se desfazendo.

Mas eu não tinha medo.

Suas estocadas aprofundavam, raspando contra todas as terminações nervosas dentro de mim, iluminando meu corpo com calor fundente. Eu ofegava, minhas costas arqueando, o prazer me enviando para uma espiral.

Deuses — era demais.

Não apenas a maneira como ele estava dentro de mim — esticando, reivindicando, possuindo — mas o peso dele. O desespero em seu aperto. A maneira como seus lábios esmagavam os meus, não apenas beijando mas tomando. Devorando.

Minhas unhas arranhavam suas costas, e ele se contorceu, um gemido escapando dele. Suas mãos encontraram meus pulsos, prendendo-os acima da minha cabeça, me pressionando mais profundamente nos lençóis, me mantendo no lugar enquanto seu membro inchado se dirigia a mim com mais força. Cada vez que eu acreditava estar preenchida, ele só aumentava, alcançando pontos que ainda seriam explorados.

Minhas paredes respondiam, estrangulando seu membro, cada relevo e veia extraindo cada gota de prazer.

“Vermelho,” ele grunhiu com dificuldade, sua testa pressionando à minha. “Merda — você é tão perfeita.”

Um calafrio o atravessou.

Eu senti o momento que ele escorregou.

Seu corpo travou, suas estocadas vacilaram, seu aperto ficando quase contundente. As veias negras pulsavam — mais grossas, mais escuras — se espalhando como rachaduras em sua pele.

Um rosnado partiu de seus lábios, dessa vez mais profundo. Não era apenas Hades.

Algo mais.

Algo mais sombrio.

Um uivo rasgou o quarto, vibrando pelo ar como uma onda de choque. Não era de Hades.

Vinha de dentro dele.

No momento que o som se chocou contra mim, eu senti.

Uma mudança.

Um puxão.

Como se o tecido da própria realidade tivesse se deformado entre nós, torcendo, enrolando. Como se algo antigo tivesse acabado de despertar.

Cérbero.

Eu sabia seu nome. O lobo de Hades.

Um rosnado profundo e tritonal ecoou por minha mente, sacudindo meus ossos, vibrando por cada célula do meu corpo. Um chamado. Uma exigência.

Ele procurava por algo.

Por Rhea.

No momento em que seu nome surgiu na minha mente, um pulso de calor insuportável explodiu dentro de mim.

Eu gritei, meu corpo arqueando violentamente, o prazer detonando em ondas agudas e incontroláveis. Minha pele queimava. Minhas veias ferviam com fogo.

Hades rosnou, seus dedos cravando em meus quadris, me batendo para baixo sobre ele, até o fundo, prazer explodindo em mim. O nó na base de seu membro inchava, nos trancando juntos.

Deuses — era demais.

Eu ofegava, minha mente se apagando, cada nervo vivido com sensação. O estiramento espesso e aquecido de seu nó enviava uma deliciosa dor espiralando por mim, uma onda de prazer pulsante e implacável que fazia minha visão embaçar.

Mas, abaixo da intoxicação carnal, algo mais profundo agitava.

Minhas unhas se cravavam em seus ombros, meu corpo apertando em torno dele, meu prazer colidindo com o dele em uma tempestade fervente e incontrolável.

Hades estalou.

Suas mãos arrancaram minhas coxas mais abertas, me forçando a recebê-lo mais profundamente, mais inteiramente, suas estocadas se tornando frenéticas, brutais, arruinadas. Ele não era mais humano. Não era mais controlado.

“Minha,” ele rosnou contra minha garganta, sua voz em camadas — dele, mas não dele. Hades, mas algo mais.

O nó pulsava dentro de mim, e senti meu corpo responder.

Algo dolorosamente familiar, algo poderoso.

Algo retornando.

O calor dentro de mim se transformou, torcendo em algo selvagem, indomado. Meu corpo tremia, cada músculo se contraindo enquanto minha mente se dividia — rasgada entre a realidade e algo inteiramente diferente.

E então — o uivo.

Um segundo.

Não Cérbero.

Eu.

Hades se endureceu, seus olhos se encontrando com os meus — negros e dourados, arregalados de choque.

Eu mal entendia o que tinha acontecido, mas eu sentia.

No momento que meu orgasmo me atingiu, no momento que meu corpo totalmente se rendeu a ele, ao nó, a tudo —
Algo dentro de mim respondeu.

A pressão no meu peito estourou, um surto de energia crepitando por minhas veias como um relâmpago, como fogo. Minha visão embaçada, mudando, sobrepondo — duas realidades colidindo.

E parada dentro dessa fratura —
Minha loba.

Olhos carmesins brilhando, imponente com uma graça predatória.

Eu ofegava, minhas unhas mordendo os ombros de Hades, prazer e algo sobrenatural me rasgando ao mesmo tempo. Meu corpo sacudia, meus nervos fritando, a pura intensidade destruindo qualquer pensamento restante em minha cabeça.

Hades esmagou seus lábios nos meus, seu corpo rígido, seu próprio prazer o dominando violentamente. Um tremor o percorreu enquanto ele derramava dentro de mim, cobrindo minhas paredes com seu lançamento quente, seu nó nos trancando completamente, mantendo seu sêmen dentro.

Mas seu olhar permaneceu fixo em mim.

Arregalado. Atônito.

Sua respiração ofegante enquanto ele murmurava, “Vermelho… o que diabos acabou de acontecer com você?”

Eu não conseguia responder.

Eu mal conseguia pensar.

Mas no reflexo de suas pupilas dilatadas, eu vi —
Meus próprios olhos.

Brilhando. Âmbar, mas ardendo mais brilhante, pontilhados de vermelho lentamente aparecendo e se espalhando.

Não humana.

Loba.

Dessa vez, não foi apenas um vislumbre ou um lampejo de sua presença. Era ela, verdadeira e certamente, quase tangível, eu podia sentir seu pelo roçar contra minha mente, calmante e reassegurando.

Lágrimas brotaram em meus olhos enquanto amanhecia completamente em mim. Ela estava voltando para mim. Como ela prometeu.

“Vocêvaisobreviver, Eve,” eu me lembrei de suas últimas palavras para mim. “Euvougarantirquevocêsobreviva. Nósnosveremosdenovo.” Suas palavras passadas ressoavam em minha mente enquanto o presente colidia.

Hades enxugou minhas lágrimas, me beijando gentilmente. “Você sente ela?”

Eu não podia falar, só pude acenar com a cabeça.

Então ele me beijou, devagar, saudosamente, sussurrando promessas em meus lábios.

Então uma voz — minha voz — sussurrou pela minha mente, entrelaçada com algo eterno.

“Feche seus olhos, minha querida,” Maternal, sabedora, como eu me lembrava. Eu nunca poderia ter esquecido. “Não deixe ele ver o que somos ainda. É a minha vez.”

Eu senti Hades cravar suas presas na carne tenra do meu pescoço, a dor alimentando as chamas do prazer de novo enquanto Rhea saltava ao mesmo tempo que Cérbero. Era hora da marcação.

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