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A Garota Boa do Diabo - Capítulo 245

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245: Talvez seja apenas o mesmo nome? 245: Talvez seja apenas o mesmo nome? Duas semanas antes do casamento, Fil ganhou uns dias de folga para que pudesse se concentrar em seu casamento que se aproximava. Era uma vantagem de se casar com o grandão da firma.

Enquanto preparava suas malas, Fil sorriu ao olhar para os presentes que tinha preparado para os amigos e a família.

“Filly, você está nos ouvindo?” A voz que vinha do telefone era do Simon. Ele estava numa chamada de vídeo com sua filha.

“Mhm. Estou ouvindo, Papai.” Fil fixou seus olhos no telefone que tinha colocado na cadeira. “Só estou ocupada arrumando as coisas.”

Simon franziu a testa e esticou o pescoço como se isso o ajudasse a ver tudo o que ela estava fazendo. Fil não pôde deixar de rir quando ouviu a voz da mãe ao fundo.

Como Fil tinha que ficar no exterior por um projeto jogado em sua direção pelo escritório, ela precisava manter contato com os pais. Uma ligação não era suficiente para ela, pois queria ver com os próprios olhos que eles estavam bem. Desde então, ela esteve em constantes chamadas de vídeo com eles.

“Você vai agora, Filly?” Irene se espremeu ao lado do marido. “A gente deveria te buscar?”

“Jackson já tem gente para nos buscar, mas iremos direto pra lá assim que pegarmos o Eli.”

“Ah! Seu pai consertou seu caminhão e ele está como novo!”

“Sério?” Fil retomou a arrumação, ainda conversando com os pais.

“Sim. Temos um novo vizinho e ele é um mecânico muito bom.” Irene deu uma risadinha. “Seu pai gosta muito dele.”

Fil deu uma olhada no telefone e sorriu. “Fico feliz em saber disso. Deveria agradecer a ele por ajudar o Papai com meu caminhão.”

“Você devia conhecer ele e o Jack. Ele é jovem, mais ou menos da sua idade.”

“Ele se mudou sozinho?” Fil franziu a testa. Essa era a primeira vez que ouvia sobre isso, embora soubesse que seu pai estava trabalhando no seu caminhão.

“Sim.”

“Que estranho,” ela murmurou. “Quem se mudaria para nossa cidade nessa idade?”

A cidade deles era um bom lugar para ficar de férias ou se alguém precisasse de paz e tranquilidade longe da cidade. Mas nessa idade, as pessoas geralmente vão para a cidade em busca de melhores oportunidades.

Fil não se apegou a isso porque ela também entendia que nem todo mundo queria fazer sucesso na cidade.

“Até o convidamos para jantar conosco amanhã. Um rapaz tão simpático. Se você não fosse se casar, eu te arranjava com ele.”

“Irene, Jackson pode te ouvir.” Simon franziu a testa. “Você sabe como o Jackson é. Ele vai ficar chateado se ouvir que você está de olho em outro homem para a esposa dele.”

“Eu não estou de olho em outro homem. Só estou dizendo que, se o Jackson não estivesse com nossa Filly, eu não me importaria de arranjar outro para ela. O Jackson não vai ficar magoado — ele me entende! Sabe que tudo que eu quero para nossa filha é o melhor, e ele é o melhor!”

Fil deu uma risada enquanto ouvia a conversa dos pais. Agora que Elijah tinha se mudado e estava morando no apartamento da Fil, ela queria dar o máximo de tempo aos pais. Portanto, ouvir a conversa deles não era tão surpreendente.

“Enfim, diga à Filly que estou indo para o campo. Acabei de lembrar que pedi ajuda ao Quentin.”

Fil congelou ao ouvir o comentário do pai, virando a cabeça para o telefone com as sobrancelhas franzidas. “Quentin?”

“Ah, se cuida!” Irene comentou antes de voltar sua atenção para o telefone. “O que você está dizendo, querida?”

“Mamãe, aquele cara que você mencionou… Esse novo vizinho se chama Quentin?”

“Sim, querida. Eu te contei outro dia, não foi?”

“Contou?” Fil franziu a testa, pois não conseguia se lembrar de nada disso.

Vendo que Fil parecia um pouco confusa, Irene suspirou. “Foi naquela vez que você ligou rapidinho, mas disse que tinha jantado com os amigos.”

“Ah…” Fil estava ocupada e às vezes, ela perdia um pouco do que seus pais estavam dizendo.

“Quentin é um bom garoto. Ele vem quase todo dia.” Irene só tinha coisas boas pra falar sobre ele.

‘Talvez seja apenas o mesmo nome?’ Fil pensou consigo mesma. ‘É muito impossível que o Quentin sobre quem eles estão falando e o Quentin que conheci há alguns meses sejam a mesma pessoa.’
Era muita coincidência.

Fil jogou o pensamento para o fundo da cabeça, pensando que estava pensando demais nas coisas.

Mãe e filha conversaram mais, mudando para um tópico diferente. Elas falaram sobre o casamento que estava chegando, e Fil repetiu várias vezes para sua mãe descansar até lá. Ela queria que sua mãe estivesse tão linda quanto ela naquele dia especial.

Mas mesmo quando a ligação terminou, um pensamento permaneceu na mente de Fil.

“Eu só conheci uma pessoa chamada Quentin uma vez,” ela murmurou, balançando a cabeça. “Estou só pensando demais. Não tem como ser a mesma pessoa.”

“De quem a mesma pessoa?”

“Hã?” Fil se assustou quando ouviu outra voz. Ela virou-se para a porta, apenas para sorrir ao ver Kim espiando com a cabeça dentro da porta.

“Eu entrei quando ninguém respondeu a porta, e também sei que o Jackson não está aqui. Então sei que não vou entrar em nenhuma cena classificação R,” ela explicou brincalhona enquanto entrava no quarto. “Pensei que você estivesse falando com alguém, então não entrei.”

“Eu estava só numa chamada com minha mãe,” Fil explicou enquanto Kim tomava assento pelo quarto.

“Ah?” Os olhos de Kim se iluminaram. “Como ela está?”

“Ela está bem. Está super animada com o casamento.”

“Claro que está.” Kim sorriu, lembrando-se da querida Irene e sua cozinha nostálgica. Mas então, percebeu um breve desconforto nos olhos de Fil. “O que houve, querida?”

“Hã?”

“Você parece que acabou de ouvir uma má notícia,” Kim brincou. “Ou será que os nervos do casamento estão começando? O Jackson tem estado estressado com isso.”

Jackson estava?

O homem mencionou isso, mas não parecia tão preocupado. Fil também o tinha tranquilizado.

“Não são os nervos do casamento, mas algo mais. Lembra daquela pessoa sobre quem eu te falei?” Fil deixou para lá os comentários anteriores enquanto Kim inclinava a cabeça para o lado.

“Qual?” nesse ponto, elas tinham se tornado tão próximas que Fil tinha compartilhado muitas histórias com ela.

“O que o Kenzo bateu?”

O sorriso de Kim desapareceu um pouco. “Aquele homem esquisito? Como era mesmo o nome dele…?”

“Quentin.” Fil suspirou. “Não consigo esquecer esse nome.”

“E o que tem ele?”

“Bem, minha mãe disse que eles têm sido amigos do nosso novo vizinho e de alguma forma, o nome dele é Quentin.” Fil balançou a cabeça. “Mas é muita coincidência, certo? Quer dizer, eu só conheci o homem por causa daquele acidente e nunca o encontrei de novo. Deve ser uma pessoa diferente.”

“Deve ser.” Kim forçou um sorriso. “Enfim, você precisa de ajuda? Estou livre.”

Com Kim ali, Fil deixou a ideia de lado e a tratou como tal.

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