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A Garota Boa do Diabo - Capítulo 221

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  3. Capítulo 221 - 221 Despreocupação 221 Despreocupação Eu digo ei você diz ho
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221: Despreocupação 221: Despreocupação “Eu digo ei, você diz ho! Eeeei!!”

“Ho!!” 
“Ei!!”

“Ho!”

O rosto do Anton se contorceu, observando esse fiasco se desenrolar da seção VIP no segundo andar da boate. 
“O que diabos está errado com ele?” Anton balançou a cabeça, assistindo Michael enlouquecer no palco. “Nem é aniversário dele, mas tá fazendo festa como se fosse.”

Marianne deu uma risadinha, vendo Michael liderar a multidão que agora gritava seu nome como se ele fosse algum tipo de herói. “Você conhece ele. Quando faz uma festa, é festão. Não é o Michael se não for selvagem. Além disso, faz tempo que a gente não tem uma noitada assim. Você lembra da última vez que nos reunimos desse jeito?”

“Pois é.” Anton jogou a cabeça para trás, pensando nos últimos meses. Seu rosto se contraiu em desânimo assim que percebeu que tinha trabalhado incansavelmente. Mesmo quando tinha tempo, mal saía com o Michael. 
“Caralho.” Anton soltou, incrédulo. “Fui um escravo todo esse tempo.”

“Haha. Isso se chama virar adulto.” Marianne deu um sorrisinho enquanto se recostava. “Agora que penso nisso, faz um tempão que não te vejo, Anton. Até senti sua falta.”

“Bem, eu não.” Anton deu de ombros enquanto bebia tudo de uma vez. “Estou ocupado demais sentindo falta da Fil.”

Ela riu. “Por que você sentiria falta dela?”

“Porque a Fil é minha amiga? E ela simplesmente desaparece.” Ele piscou inocentemente. “Não tenho direito de sentir falta da minha boa amiga?”

“Tem sim, mas não por muito tempo.”

“Hã?”

“Fil vem hoje à noite, pelo que eu ouvi.” Marianne inclinou a cabeça para o lado. “Michael convidou ela, pelo que ela me disse.”

“O quê?!” Anton engasgou em descrença. “Como Michael ficou sabendo?”

Ela deu de ombros. “Ela só disse que topou com ele por aí.”

“Nossa! Simplesmente nossa!” Anton franzia a testa profundamente, olhando para Marianne com julgamento. “Anne, você está tentando monopolizar a Fil?”

“Monopolizar é exagero.”

“Sem ofensa, mas você não se sente nem um pouco constrangida? Ou com um pingo de vergonha?” ele perguntou por pura curiosidade. “Tipo, como você consegue sorrir na frente dela sabendo o que você fez pelas costas dela?”

“Costumava fazer,” ela corrigiu. “Vincent e eu terminamos.”

“Ainda assim.”

“Anton, você vai mesmo desenterrar coisas que já estavam enterradas?” ela arqueou uma sobrancelha. “Se for assim, pode se divertir sozinho.”

Anton estalou a língua enquanto olhava para o corrimão, só para se reclinar confortavelmente no assento. “Acho que estou mesmo ficando velho. Antes, eu me juntaria ao Michael lá embaixo, mas agora estou cansado demais pra qualquer coisa.”

“Estou surpresa de você ter vindo.”

“Se você visse a cara que ele fez, não ia ter outra escolha,” ele murmurou. “Também percebi que faz um tempo que não vou a esse tipo de festa. Então, não é tão ruim. A propósito, só estamos nós dois?”

“Eu disse que a Fil tá vindo.” Marianne deu de ombros. “Mas não tenho tanta certeza. Você conhece ela. Ela odeia esses lugares.”

“Se a Fil tá vindo… e o Vincent está vindo também..!” Anton arregalou os olhos. “Se esses dois se encontrarem… vai ser um desastre?”

Marianne riu com diversão. “Por que seria um desastre?”

“Vamos lá, Anne.” Anton estalou a língua. “Eles tiveram um relacionamento por um bom tempo e depois terminaram porque o Vincent pisou na bola. Sabe de uma coisa? A culpa é sua também! Se não fosse pelo teu caso, o Vincent não teria ficado tão paranóico.”

“Eles terminaram porque o Vincent deixou a culpa tomar conta dele, e não porque ela descobriu sobre nosso caso,” Marianne racionalizou brincando. “Então, não sinto necessidade de sentir culpa alguma. Ainda mais que o que eu e o Vincent tivemos não passou de um acordo contratual. Sem laços.”

Anton estreitou os olhos. “Você ficaria de boa se você e o Vincent se encontrassem?”

“Eu não tenho problema algum.” O ar de desprendimento e confiança emanava dela. “Terminamos amigavelmente. Foi uma decisão mútua.”

“Vocês não dormem mais juntos? Nem em ocasiões especiais?”

“Não.” Marianne sorriu. 
“Tem certeza?”

“Pois é.” Ela girou sua bebida enquanto pensava. “Desde que terminamos, não dormimos juntos, mas quem sabe? Por diversão. Ele é bom nisso. Reconheço.”

Nojo brilhou nos olhos de Anton, assistindo Marianne tomar um gole. Para ser honesto, Anton nunca poderia negar que Marianne se encaixava no grupo como uma luva. Ele ainda não tinha certeza se isso era bom ou ruim, mas era um bom lembrete para ele não mexer com ela.

“Vocês chegaram cedo.”

De repente, a voz do Vincent alcançou Marianne e Anton. Eles viraram suas cabeças, seus olhos pousando na figura do Vincent.

“Gato,” Marianne comentou, mas tudo que conseguiu de Vincent foi um olhar indiferente. 
“Oopsie.” Anton assobiou provocativamente, lançando um olhar para Marianne. “Vin, eu estava só perguntando à Marianne se vocês não tinham dormido juntos em ocasiões especiais. Ela disse —”
“Eu disse o quê, Anton?” Ela arqueou uma sobrancelha enquanto Anton mordia a língua.

‘Merda!’ Anton pigarreou, lembrando a si mesmo para não provocar Marianne. “Deixa pra lá. Vincent, achei que você estava ocupado. Não esperava você aqui!”

Vincent caiu sentado no assento e desviou os olhos entre os dois. Ele não olhou muito para Marianne enquanto estendia seu braço sobre o encosto. 
“Também achei que não viria,” ele disse preguiçosamente. “Mas pensei que uma festa me livraria de algumas coisas na cabeça.”

“Problemas da empresa?”

Havia quanto tempo eles eram amigos? Vincent olhou para Anton com uma leve decepção. Pelo que ele se lembrava, nunca havia compartilhado ou demonstrado que problemas da empresa o afetavam. Ele não mostrou isso antes quando a pressão sobre o diretor recém-eleito Hale era alta. O que fazia Anton pensar que Vincent mostraria um lado vulnerável seu agora?

“Fil,” ele disse enquanto pegava a garrafa para se servir um copo. “Eu vi ela, e percebi que ainda gosto dela.”

Anton assobiou e intuiu lançando um olhar para Marianne. Ela rolou os olhos para ele.

“Não fique tão pra baixo, cara,” Anton consolou sem muito entusiasmo. “Se está se sentindo triste esta noite, ouvi dizer que a Marianne está disponível.”

“Anton, tá louco?” Marianne sibilou, mas seu rosto endureceu quando Vincent falou com desprendimento.

“O que a Anne e eu tivemos é coisa do passado.” Vincent se recostou, olhando para Marianne sem nenhum afeto. “Foi divertido enquanto durou, mas prefiro passar a noite com uma estranha do que com ela.”

“Ai!” Anton mordeu a língua, verificando a expressão de Marianne. Um só olhar e ele pôde dizer que Marianne parecia um pouco surpresa com o desprendimento de Vincent em relação a ela. Quem não estaria? Vincent estava agindo exatamente como antes do caso deles. 
“Não leve para o pessoal, Anne.” Vincent repentinamente virou os olhos para Marianne. “Você sabe a razão de eu ter dito isso.”

Marianne forçou um sorriso enquanto assentia. “Claro. Eu sou a melhor amiga da Fil.”

“Exatamente. Se a Fil ouvir que estou vendo a melhor amiga dela, nunca vai me ver como um pretendente em potencial.” Vincent racionalizou, falando como se o relacionamento com Marianne fosse fácil de descartar. “Enfim, chega do nosso passado imundo. Como vocês estão?”

“Na mesma.” Marianne franziu os lábios e sorriu enquanto Anton compartilhava empolgado sobre seu trabalho. Por alguma razão, Vincent ouvia Anton com gosto. 
‘Por que…’ Marianne se perguntou, com os olhos fixos no perfil lateral de Vincent. ‘… ele tá agindo como se o que nós tivemos não significasse absolutamente nada?’

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