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A Garota Boa do Diabo - Capítulo 218

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218: Por que ele é tão esquisito? 218: Por que ele é tão esquisito? Fil tentou ligar para o número de Kenzo para notificar Quentin sobre a situação de Kenzo. No entanto, o homem não respondia, não importava o que acontecesse. Considerando que Quentin também não estava bem, ela decidiu ir pessoalmente contar a ele.

“Quentin?” ela chamou, batendo na porta. “Quentin, você está aí?”

Fil bateu e bateu, cada vez mais alto, mas sem sucesso. Dando um passo para trás, ela inclinou a cabeça para o lado.

“Ele saiu?”, ela se perguntou franzindo a testa. “Ou aconteceu alguma coisa com ele?”

Ela mordeu o lábio interno inferior, indecisa se deveria entrar sem a permissão de Kenzo. Ela ainda tinha a chave reserva dele, já que Kenzo tinha o mau hábito de se trancar do lado de fora no passado. Assim, para segurança e para que ele parasse de incomodar a proprietária toda vez que isso acontecia, ele deu a ela uma chave reserva. Afinal, o lugar dela era apenas a um ponto de ônibus de distância daqui.

Mas mesmo quando ele superou aquele hábito terrível, ela ainda tinha sua chave reserva. Eles simplesmente se esqueceram disso.

‘Quentin tem perda de memória de curto prazo,’ ela pensou. ‘Ele não caiu e bateu a cabeça, não é?’
Fil andou de um lado para o outro em aflição, olhando para a porta de vez em quando. Quando sua preocupação crescente começou a se tornar avassaladora, Fil vasculhou suas bolsas em busca de suas chaves. A chave reserva de Kenzo estava junto com as dela. Quando a encontrou, ela bateu na porta mais uma vez.

“Quentin, sou eu, Fil! Se você não abrir, eu vou entrar, tá bom?” ela anunciou alto. “Kenzo não pode voltar para casa, então se você…”

De repente, ela interrompeu quando avistou uma figura familiar em seu campo de visão periférico. Virando a cabeça, seus olhos caíram sobre a figura alta e esguia de Quentin.

“Meu Deus.” Ela respirou aliviada, observando-o diminuir a distância entre eles. “Quentin, onde você estava? Eu estou batendo na porta desde sei lá Deus a quanto tempo. Eu estava preocupada demais.”

Quentin não respondeu e apenas a encarou com curiosidade.

“Enfim, Kenzo não vai poder voltar para casa esta noite. Ele está no hospital e terá que ficar lá a noite toda,” ela explicou rapidamente, olhando para cima dele e em seguida franzindo a testa.

Sua expressão permaneceu a mesma. Seus olhos giravam com curiosidade, estudando ela tão abertamente. Ela disse isso ontem, mas o modo como Quentin olhava para ela a deixava desconfortável. Não era um olhar de desejo ou admiração como os que ela costumava receber desde que embelezou-se.

O jeito como ele a olhava nos olhos parecia que ele não estava apenas encarando seu rosto. Sentia como se ele estivesse olhando diretamente para a sua alma. Fil engoliu seco, tentando ignorar o sentimento inexplicável em seu coração.

“Isso… isso é tudo que eu vim dizer.” Ela gaguejou. “Eu — eu preciso ir.”

Dito isso, Fil ofereceu a ele um sorriso forçado e rapidamente passou por ele. Mas depois de cinco grandes passos, ela parou e olhou para trás.

“Você… você se lembrou de alguma coisa agora?” ela perguntou, olhando para as costas largas de Quentin.

Ela não sabia porquê, mas Quentin nem sequer olhou para trás. Mas ela sentiu como se ele ainda estivesse encarando ela. Ele não respondeu sua pergunta e simplesmente caminhou em direção à porta, abrindo-a sem colocar a chave.

‘Ah…’ Fil limpou a garganta mentalmente. ‘Estava aberta.’
Isso a deixou um pouco envergonhada. Ela poderia ter entrado sem problema. Se apenas tivesse feito isso, não teria se preocupado tanto.

‘Esse cara…’ Fil hesitou, olhando para a porta fechada. ‘… por que ele é tão estranho?’
Não era como se Quentin fosse mudo. Mas ele nem ao menos respondia a uma simples pergunta. Mesmo assim, Fil já fez o que tinha que fazer, e isso era informar Quentin sobre seu guardião atual. Mas ao retomar seus passos, ela parou mais uma vez.

“O que ele vai jantar?” Ela pensou nisso antes de pegar o telefone e voltar para o apartamento de Kenzo. Batendo, ela disse, “Quentin, eu —”
Fil deu um pulinho quando a porta subitamente se abriu no momento em que os nós dos dedos tocaram a porta. Olhando para cima, ela pigarreou sob o olhar dele.

“Eu pedi uma entrega para o seu jantar,” ela disse. “Eles vão chegar aqui logo. Só pensei que deveria te dizer isso, já que eu sei que Kenzo não é do tipo que cozinha comida extra. Ele nem mesmo sabe cozinhar.”

A reação de Quentin foi a mesma, piscando seus longos cílios muito lentamente.

“Bem.” Ela riu constrangida. “Isso é tudo que eu queria dizer. Enfim, eu já vou. A comida já está paga e se precisar de alguma coisa, meu número está no telefone fixo da casa. Isso é tudo. Agora vou parar de te incomodar. Boa noite.”

Com isso dito, Fil virou rapidamente nos seus calcanhares e deu um grande passo para longe. Ela quase correu de volta, mas não queria deixar óbvio que ele estava a deixando desconfortável. Afinal, o homem não estava fazendo nada além de encará-la. Ele não tinha feito nem dito nada nem tentado nada indevido. Ela não queria parecer estar exagerando ou pegando no pé de um pobre homem que eles quase mataram.

*
*
*
Fil suspirou pela enésima vez enquanto voltava para seu apartamento. Tudo o que conseguia pensar no caminho para casa era em Quentin. Era um pouco preocupante quando ela deveria estar pensando em algo ou alguém mais importante do que aquele homem.

No entanto, ela não conseguia evitar.

Assim que Fil entrou em sua unidade, seu telefone tocou brevemente. Vendo o nome de Elise como remetente, ela se lembrou da promessa que fez a ela naquele dia.

“Certo,” ela suspirou. “Por que estou pensando em outra pessoa quando já tenho tanto em meu prato?”

É possível que tenha perdido a cabeça por um segundo depois de levar Kenzo às pressas para o hospital.

“Desde que Marcus soltou sua refém, eu tenho que acabar com tudo sobre nós de uma vez por todas.” Fil não se deu ao trabalho de responder Elise enquanto ligava para Michael. O telefone tocou por muito tempo, mas o homem não atendeu.

“Ele está dormindo?” ela se perguntou, ligando novamente mas ainda sem resposta. “É tarde demais para ele ainda estar dormindo e cedo demais para estar em uma festa.”

Fil esfregou o queixo por um tempo, ligando para ele pela terceira vez. Quando Michael ainda não respondeu, Fil refletiu por um tempo.

“Preciso acabar com isso,” ela disse a si mesma. “E ele vai me ajudar.”

Com o pensamento de que queria escapar da ilusão de Vincent e Marcus o mais rápido possível, Fil descansou brevemente antes de trocar de roupa e colocar um vestido de festa. A coisa boa sobre Michael era que o homem praticamente estava em festas todas as noites. Era fácil encontrá-lo, já que ele frequentava apenas as boates de alta classe.

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