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A Garota Boa do Diabo - Capítulo 185

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  3. Capítulo 185 - 185 Isso o assustou 185 Isso o assustou Vincent pressionou o
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185: Isso o assustou 185: Isso o assustou Vincent pressionou o botão de travar no chaveiro do carro, fazendo com que o carro emitisse um bip e as luzes piscassem. A caminho da entrada do hotel onde estava hospedado, ele parou ao avistar uma pessoa familiar encostada em uma grande moto. 
“Michael,” ele chamou, observando Michael desencostar as costas de sua moto. “Desde quando você gosta de me emboscar no estacionamento?”

Michael riu. “É isso que você vai me dizer depois da noite passada?” 
Vincent suspirou, enquanto Michael sorria maldosamente.

“Se não fosse por mim, todos os teus convidados teriam ido pra casa com um trauma! Ainda bem que eu organizei aquela festa e ninguém tá falando sobre a tentativa de suicídio da tua irmã.” O canto da boca de Michael estendia-se de orelha a orelha. “De nada.”

“Valerie não tentou suicídio e eu não tenho que te agradecer, mas sim. Ajudou.” Vincent admitiu. “Obrigado.”

Logo após, ele ergueu levemente as sobrancelhas. “Foi pra isso que você veio aqui? Pra ouvir um obrigado?”

“Não estou aqui só pra ouvir um simples obrigado, mas pra ter certeza de receber os créditos!” Michael exclamou. “Por mim, está ótimo agora.”

“Você realmente tem tempo de sobra. Às vezes, te invejo.” Vincent balançou a cabeça enquanto retomava seus passos. “Vai pra casa. Não tô afim de sair.”

Michael manteve sua expressão irônica enquanto observava Vincent passar por ele. “Ei.”

“Vai pra casa.” Vincent acenou displicentemente sem olhar para trás. “Vai pro António ou pro Marcus se quer companhia. Melhor ainda, arranja uma puta pra ser feliz.”

“Posso chamar a Fil pra sair?” 
Vincent parou, olhando para trás até Michael. Este último sorriu com malícia, rindo ao descobrir o quão fácil era chamar a atenção dele. 
“Não use a Fil pra me fazer escutar da próxima vez,” Vincent avisou calmamente, acostumado com as manhas de Michael para conseguir o que queria. “Se você quer me dizer algo, é só falar.”

“É isso que eu quero!” Michael deu de ombros. “Quero é chegar na frente, porque a fila de amanhã vai ser muito maior.”

Vincent franziu a testa, pensando que Michael estava se referindo à atenção que Fil recebeu na noite passada. Mas então, Michael continuou, o que desfez suas suposições.

“Não viu ainda?” Michael inclinou a cabeça para o lado.

“Ver o quê?”

“Não sabe?” Michael riu. “O videoclipe do Antônio saiu.”

“E daí?”

“A Fil está nele!” 
Vincent lentamente franziu a testa enquanto Michael arqueava as sobrancelhas.

“Bem, acho que você não sabe.” Michael smacked his lips. “Sei que você não é chegado na internet, mas por que você não dá uma olhada hoje à noite antes de dormir? Você vai entender o que eu quis dizer.”

Com isso, Michael virou casualmente enquanto acenava. “Vou entrar na fila hoje e você não pode me impedir. Você me deve essa.”

Vincent franziu a testa ao observar a figura de Michael. “Ela te odeia.”

“Ainda vou tentar~!”

*
*
*
Vincent foi direto para o pequeno bar em sua suíte como rotina sempre que chegava em casa. Enquanto engolia um gole, lançou um olhar para o seu celular. 
[Sei que você não é chegado na internet, mas por que você não dá uma olhada hoje à noite antes de dormir? Você vai entender o que eu quis dizer.]
“Foi por isso que o Antônio estava tão puto?” ele murmurou para si mesmo, lembrando como Antônio foi ao seu escritório para confrontá-lo. Um suspiro profundo escapou dele, balançando a cabeça conforme também se lembrava de como acusou Antônio de sair com sua mulher. 
Vincent deveria ter sabido que Antônio não ultrapassaria aquele limite. Se Fil realmente ajudou Antônio em seu videoclipe, então era natural que Antônio ficasse zangado com Valerie e protegesse Fil. Agora que ele se lembrava, Antônio tinha falado muito sobre esse videoclipe e até convidou Fil para a festa do Marcus.

“Fui tão cego de ciúmes… droga.” Outro suspiro profundo escapou de suas narinas, navegando pela internet para ver o que Michael estava falando. No entanto, Vincent não precisou procurar muito, pois Antônio e o videoclipe estavam por toda parte. 
Ao clicar no link, a primeira coisa que apareceu foi a miniatura. 
“Ela realmente está aqui,” ele sussurrou. “Ela costumava odiar atenção indesejada, mas agora… seu rosto está em todo lugar.”

Vincent deu play no videoclipe antes de lentamente se sentar no banco. Não podia deixar de admitir que a música o impressionou; sabia que Antônio era um bom cantor, mas ele nunca foi fã. Portanto, não perdeu tempo ouvindo sua música no passado. Mas agora, seus olhos estavam colados no videoclipe pois ele se viu imerso na história. 
No início, Antônio (seu personagem) apenas mostrava sua perspectiva de estar com Fil (a personagem dela). Eles se davam muito bem e estavam confortáveis um com o outro. Não se importavam nem em dormir juntos na mesma cama, o que levou a um mal-entendido no início da história de que eles eram amantes. Aos olhos dele, ela era a única — a única.

Mas à medida que a história progredia, lentamente revelava que Fil não era sua amante, mas sua melhor amiga. E Fil tinha um amante. 
Ela estava apaixonada por ele, feliz com ele, e até queria casar com ele. Aos olhos dela, seu amante era o único. Ela estava tão cega para ver o amor ardente do seu melhor amigo por ela. Mas este homem que ela amava… estava traindo ela. 
O videoclipe mostrava a luta de Antônio com seu amor por ela e sabendo que seu amante a enganava. Mas antes que pudesse tomar uma decisão, Fil confessou. 
Ela sabia da infidelidade do seu amante, o que explicava como o brilho dela lentamente diminuía. Ela o tinha visto, chorado em silêncio e sofrido sozinha. Escondia sua dor atrás de seu belo sorriso, fazendo todos ignorarem o fato de que, quanto mais ela estava com seu amante, menos ela se sentia viva.

A mandíbula de Vincent se apertou enquanto seu aperto no celular tremia. Sua respiração desacelerou, assistindo o final do videoclipe. 
“Hah…” uma risada curta escapou dele, passando a língua pelo interior da bochecha. “Que bobagem.”

Vincent largou o celular e engoliu o restante do álcool na sua taça. Ao engoli-lo, outro suspiro profundo escapou dele. 
“Todo aquele amor… ela deu tudo a ele, mas no final, ela ainda o deixou e foi com outro homem?” ele zombou, servindo-se de outro copo. O final foi frustrante. “Que música frustrante.”

Vincent engoliu todo o copo e sibilou insatisfeito. Quando ele bateu levemente o copo no balcão, um brilho reluziu em seus olhos. 
‘Isso… não pode ser,’ ele disse a si mesmo, rangendo os dentes, seu rosto contraindo. “Ela não pode estar com outro homem… Eu não vou deixar.”

Ele balançou a cabeça, incapaz de se impedir de prever o infortúnio iminente do relacionamento deles. Mesmo que o videoclipe fosse apenas uma narrativa, Vincent teve que concordar numa coisa. Aquele final… não acontece só na ficção. 
Poderia acontecer na vida real — poderia acontecer com ele. 
Ela poderia encontrar outro homem que a amasse de verdade sem complicações.

Isso o assustava. 

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