Ler Romance
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
Avançado
Entrar Cadastrar-se
  • Todos os romances
  • Em curso
  • Concluídas
  • Romântico
  • Fantaisie
  • Urbano
  • MAIS
    • MISTÉRIO
    • Geral
    • Ação
    • Comédia
    • Magia
    • Histórico
Entrar Cadastrar-se
Anterior
Próximo

A Garota Boa do Diabo - Capítulo 139

  1. Home
  2. A Garota Boa do Diabo
  3. Capítulo 139 - 139 Acerto de contas 139 Acerto de contas FLASHBACK
Anterior
Próximo

139: Acerto de contas 139: Acerto de contas [FLASHBACK]
“Aqui é pra você!”

Um olhar de surpresa reinava no rosto de Marianne enquanto olhava para a pequena caixa embrulhada delicadamente à sua frente. Levantando os olhos para a pessoa que a segurava, um grande e radiante sorriso era o que a recebia.

“Parabéns pela formatura!” Fil cumprimentou alegremente. “Estou tão orgulhosa de você!”

Os olhos de Marianne se suavizaram enquanto ela sorria, pegando o pequeno presente dela. “Você não precisava me animar tanto,” disse ela, lembrando de como Fil havia batido palmas empolgadamente e se levantado quando seu nome foi chamado para receber o diploma. “Mas obrigada. Eu realmente agradeço.”

“Hehe. Não estou te animando. Este é um dos melhores dias da vida da minha melhor amiga, e estou feliz por estar aqui com você.” Fil foi animadamente para o lado dela. “Confere aí.”

“Você quer que eu abra agora?”

Fil acenou com a cabeça vigorosamente. “Quero ver sua reação. Você sabe o que me custou não te dizer que comprei algo para você?”

“Haha. Você é bobo.” Marianne balançou a cabeça impotente enquanto abria lentamente o pequeno presente.

Ela entendeu que Fil era alguém que nunca surpreenderia as pessoas com sucesso. Afinal, sempre que ela comprava algo para seus entes queridos, excitadamente lhes dizia que comprou algo. Mas pelo fato de Fil manter isso em segredo, Marianne aprecia o esforço dela em tentar surpreendê-la.

Quando Marianne viu o presente dentro, seus olhos se suavizaram. O canto de sua boca se curvou em um sorriso sutil, tirando um pequeno chaveiro de farol.

“É personalizado,” Fil piscou, observando Marianne olhar de volta para ela. “Eu que fiz.”

“Sério?”

“Você me disse que eu sou como um farol para as pessoas. Então, se você se sentir meio perdida, isto vai te lembrar que sempre há um farol que estará lá por você para te mostrar o caminho. E uma pessoa dentro dele que está torcendo por você.” Fil se aproximou do lado de Marianne, sorrindo de orelha a orelha ao olhar para o chaveiro na mão da outra. “Acho que é um belo presente.”

“Você deveria esperar eu dizer se é bonito ou não,” Marianne riu, voltando seu olhar para o chaveiro. “Um farol, meu farol… isso sempre é verdade.”

“Aliás, eu reservei uma mesa no seu restaurante favorito,” Fil sorriu largamente. “Esta celebração está só começando.”

“Fil, você não precisava.” Desta vez, o tom de Marianne mudou para preocupação. “Só de estar aqui comigo já significa muito para mim. Mas aquele restaurante —”
“Eu guardei minha mesada.” Fil riu orgulhosa. “Não se preocupe com isso. Você pode comer o que quiser. É por minha conta.”

“Fil.”

“Ei pessoal!”

Foi então que uma voz familiar soou em seus ouvidos. Fil e Marianne instintivamente levantaram os olhos, vendo Vincent correndo em direção a elas.

“Anne, parabéns!” ele disse quando parou, entregando a ela um pequeno buquê.

“Obrigada.” O sorriso de Marianne não chegou aos olhos, mas ela ainda aceitou a flor. “Você não precisava me comprar flores.”

“Bom, Fil que me pediu.” Vincent coçou a nuca. “Então —”
“Por que você está dizendo isso?” Fil imediatamente ficou na defensiva, beliscando o lado de Vincent. “Se eu não pedisse, você nem faria esforço pela minha amiga?”

“Fil, ai! Espera! Não, não é isso!”

Fil e Vincent foram para o seu habitual bate-boca infantil, com ela beliscando-o enquanto ele tentava se proteger. Marianne ficou parada, observando os dois em silêncio.

“Enfim, vamos?” Marianne falou depois de um minuto inteiro de silêncio, impedindo Fil de esmagar a têmpora de Vincent enquanto ela pressionava os nós dos dedos nos dois lados de sua cabeça.

“Ah, certo!” Fil acenou com a cabeça, soltando Vincent.

“Ai…” Vincent franziu a testa, olhando para Fil com indignação. “Fil, nesse ponto, estou com medo de ser seu marido.”

“Hmp! Deveria mesmo.” Ela o encarou e depois olhou para Marianne. “Vamos?”

“Claro.”

“Ah, mas a reserva é só daqui a duas horas,” Vincent comentou olhando para o relógio de pulso. “Por que não vamos a outro lugar antes?”

“Oh… eu não tinha notado a hora.” Fil franziu a testa enquanto Marianne desviava o olhar entre os dois.

“Você vem?” Marianne perguntou, recebendo um olhar dos amantes. “Vincent vai vir?”

“Claro.” Fil acenou com a cabeça, com os olhos cheios de inocência. “Vincent disse que não é seguro se for só nós duas. Além disso, ele está sempre conosco. Por quê? Você não quer que ele venha?”

Marianne sorriu. “Não, claro que não. Só pensei que seríamos só nós duas.”

“De jeito nenhum eu deixaria minha garota ir a algum lugar sem proteção. Ela é tão linda e preciosa. Tenho medo que alguém a roube.” Vincent comentou orgulhosamente antes de pegar a mão de Fil. “Acabei de pensar em um bom lugar para irmos enquanto esperamos. Vem, Fil. Tem um caminhão de sorvete perto da universidade. Vamos experimentar!”

Assim que Fil ouviu falar do caminhão de sorvete, ela foi feliz com Vincent. Enquanto iam, ela olhou para trás para Marianne e a encorajou. “Anne, vamos!”

“Mhm.” Marianne murmurou acenando com a cabeça, mas ela não os seguiu. Em vez disso, ela ficou parada no mesmo lugar com os olhos em Fil e Vincent. O sorriso em seu rosto lentamente desvaneceu, fitando o farol em sua mão.

********
[TEMPO PRESENTE]
Marianne comeu em silêncio em sua vila com a outra mão segurando o mesmo chaveiro de farol. Ela mastigava lentamente, os olhos no chaveiro, lembrando daquela vez em que recebeu este presente de sua melhor amiga.

[Talvez você não tenha se apaixonado por Vincent como você e eu pensávamos que tivesse. Mas dormir com Vincent é apenas um dos seus modos de remover a ameaça.]
Sua expressão permaneceu fria e distante, friccionando o chaveiro com o polegar. “Como ele ousa falar como se me conhecesse completamente?” ela sussurrou, não satisfeita com tudo o que Marcus insinuou.

Isso era pior do que ele sendo grosseiro sobre seu caso com Vincent. Pelo que ela sabia, Marcus não era realmente próximo dela. Claro, ele era legal, mas não havia nada pessoal que compartilhassem simplesmente porque se preocupavam um com o outro.

“Ele deveria parar de se intrometer nesse relacionamento e cuidar da própria vida,” ela murmurou novamente, levantando os olhos quando ouviu a campainha. Linhas profundas surgiram entre suas sobrancelhas, empurrando-se para verificar quem estava do lado de fora.

Assim que ela chegou ao monitor na área de estar e viu Vincent do lado de fora, Marianne soltou um suspiro profundo.

[Se você quer ter sucesso, não o encontre mesmo que ele toque sua campainha. Você acabará transando.]
Marianne deu uma risada sarcástica ao se lembrar dos comentários de Marcus. Por algum motivo, ela se sentiu humilhada por ele, embora ele não tivesse dito nada diretamente degradante.

“Ele não me conhece tanto assim. Como ele se atreve?”

Talvez tenha sido o fato de Marcus a irritar que a impulsionou a abrir a porta para Vincent. Ou talvez ela quisesse provar que Marcus estava errado. De qualquer forma, Marianne foi até a porta e abriu.

“Precisamos conversar.”

Anterior
Próximo
  • Início
  • 📖 Sobre Nós
  • Contacto
  • Privacidade e Termos de Uso

2025 LER ROMANCE. Todos os direitos reservados

Entrar

Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Cadastrar-se

Cadastre-se neste site.

Entrar | Esqueceu sua senha?

← Voltar paraLer Romance

Esqueceu sua senha?

Por favor, insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail. Você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.

← Voltar paraLer Romance

Report Chapter