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A escrava odiada do rei alfa - Capítulo 60

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60: Capítulo 59. O ÓDIO QUE ELE TEM POR ELA… 60: Capítulo 59. O ÓDIO QUE ELE TEM POR ELA…   Karandy ficou em seu quarto cuidando de suas feridas. Aquela vadia, Danika, quase o espancou até a morte. Aquela vadia.

Ódio preencheu Karandy. Se não fosse um servo que o encontrou e o levou de volta para sua casa e chamou um homem da medicina para ele, ele teria morrido.

Ele respirou fundo e forçou-se a se acalmar. Se enfurecer não vai ajudá-lo agora de jeito nenhum.

Os guardas do Rei tinham vindo mais cedo no dia. Eles o visitaram. Aparentemente, Danika contou tudo ao rei.

“Aquela vadia!!” Ele amaldiçoou com raiva enquanto se levantava de sua cama.

Ele nunca soube que ela tinha isso dentro dela. Ele nunca soube que ela contaria! Também, ele não sabe que o rei jamais acreditaria nela.

Ele subestimou aquela vadia.

“Merda.” Ele gemeu.

A pior parte de tudo é que os guardas voltaram novamente e o convocaram ao palácio.

“O rei quer vê-lo.” Um deles disse a ele.

O rei certamente o punirá se ele admitir que as alegações de Danika são verdadeiras. Inferno, o rei pode ordenar sua execução… outros reis fazem isso.

Enquanto Karandy se preparava para ser confrontado pelo rei, ele estava enfurecido. Aquela vadia não o conhece de jeito nenhum.

De jeito nenhum ele admitirá que as alegações dela são verdadeiras. Ele também fará questão de que o rei acabe se sentindo traído por até mesmo confiar um pouco nela e por acreditar nela.

Ele fará questão de que Danika seja a punida… publicamente.

Danika chegou ao quarto subterrâneo para ver Madame Baski saindo pela porta com uma tigela de água e a fechando atrás de si.

Baski a viu chegando, captando o medo em seu rosto, seus olhos inchados, a maneira hesitante como ela anda e a marca vermelha em seu braço.

“Por favor, como está Sally?” Danika perguntou, com o coração apertado.

Ela ficou mais surpresa ainda quando os olhos de Baski se encheram de lágrimas.

“Oh, Danika….” Ela deixou a tigela de água cair no chão e andou até ela. Danika ficou chocada quando Baski a abraçou.

“Você fez ele dormir…. Ele dormiu por sua causa…. Você não sabe o quão feliz você me fez…!” Baski chorou em um sussurro.

Atônita, Danika permaneceu imóvel até a mulher mais velha se afastar.

Ela tinha um sorriso no rosto enquanto olhava para ela, “Eu o verifiquei duas vezes e ele ainda estava dormindo…” Baski disse com admiração.

“Uhm…isso significa que o rei não dorme bem?” Danika perguntou, confusa, “Eu sei que ele está acordado na maior parte do tempo, mas eu pensei que era escolha dele.”

Baski sacudiu a cabeça. “Nunca foi. O rei não dorme bem há quinze anos.”

“Oh, Não!” Os olhos de Danika se arregalaram. É muito tempo para uma pessoa não dormir bem. O sentimento de culpa se juntou quando ela soube que era por causa de seu pai. Ela não se incomodou em perguntar.

Baski balançou a cabeça tristemente. “Ele conseguiu dormir ontem à noite, estou tão feliz por isso. Eu fiz tantas poções…” ela respirou fundo e olhou para ela, “Não se preocupe, vou te dar poções para as dores e músculos doloridos.”

Danika agradeceu com um aceno de cabeça. “Obrigada, Baski.”

Baski enxugou os olhos e se recomps. “Imagino que você deve estar faminta. Uyah trouxe sua comida e a de Sally cedo. Vamos, entre. Não queremos que mais pessoas saibam que estamos aqui e por quê.”

Danika cravou os calcanhares, forçando-a a parar. “E quanto a Sally, Senhora Baski?” Ela perguntou novamente, com a voz temerosa.

“Ela está aguentando bem. Abriu os olhos há algumas horas e procurou por sua princesa. Depois, os fechou de novo.”

“O quê?” O coração de Danika se apertou com culpa, “Ela procurou por mim e eu não estava a-aqui…”

“Não fique se culpando, ela acordará de novo.” Baski consolou, “Mas, até que ela acorde, você tem que comer, tomar seu banho e se refrescar.”

Danika concordou, mas ela ainda precisava ver Sally. Ela seguiu Baski para dentro do quarto e ficou parada na porta. Ela observou Sally lá deitada na cama.

A posição de dormir de Sally havia mudado e agora, ela estava deitada de lado. Havia uma toalha em sua cabeça, seus olhos ainda fechados.

Danika assistiu sua respiração trabalhosa para se certificar de que ela ainda estava viva, antes de pegar a comida da mesa e comer. Então, ela entrou no banheiro.

Ela tomou banho e saiu do banheiro para ver suas roupas limpas e dobradas na cama. Uyah trouxe-as. Baski terminou de misturar outra mistura, que ela forçou goela abaixo de Sally.

A mistura lembrou Danika de algo importante. Ela esperou até Uyah sair em um recado enviado por Baski.

Ela se aproximou e sentou-se na cama ao lado de Sally. Ela pegou a mão de Sally nas suas, apertando levemente.

Baski estava mexendo o pequeno pilão vigorosamente, misturando suas ervas. Ela lançou um olhar, “Estou fazendo as poções. Eu também adicionei ervas que fortalecem aqueles músculos exaustos também. Vou terminar em pouco tempo.”

Danika limpou a garganta. “Uhm… Senhora Baski, você pode me fazer poções que impeçam um bebê….? Você sabe…. aquela que você me fez antes…?”

A mão de Baski parou, seu rosto empalidecendo. Por alguns segundos, raiva e ressentimento cruzaram o rosto da mulher mais velha enquanto ela olhava para Danika. Então, ela se virou.

A pergunta ficou no ar, tensa e desconfortável.

Danika não sabia o que ela disse de errado para provocar tal reação de Baski. Ela não faz ideia de por que Baski de repente se afastou dela.

“Você o odeia tanto que nem pode suportar a ideia de ter um filho dele?” Baski perguntou por fim, sua voz baixa e ressentida.

Os olhos de Danika se arregalaram de surpresa. Ela não esperava essa pergunta.

Baski abandonou suas ervas e virou-se completamente para encará-la. Ela cruzou os braços, “Você o odeia tanto assim? A ideia de ter um filho dele te enoja?”

Danika abriu a boca….fechou-a. Ela abriu novamente….bateu-a. A pergunta lhe roubou a fala.

Baski virou-se e enfrentou suas ervas novamente, seus ombros tensos, sua pose exalava raiva e ressentimento. Ela pegou o pequeno pilão de madeira e começou a misturar suas ervas novamente.

“Na verdade, é o contrário, Baski.” Danika sussurrou por fim, sua voz pequena.

Baski virou-se e observou-a cautelosa.

Ela levantou um ombro e deixou cair. “É o contrário. O rei me odeia demais. Ele me odeia demais para eu gerar um filho seu.” seus olhos fixaram os de Baski, “Eu sou filha do Cone. A filha do Cone não pode ter um filho para o rei Lucien, ele me odeia demais para aceitar isso bem.”

Antes que Baski pudesse dizer algo, Danika acrescentou, “Não vamos esquecer o que acontece com qualquer escrava que se permite carregar o filho de seu senhor. Não é lei, mas a maioria dos senhores considera isso uma ofensa punível com a morte. Eles matam a escrava por isso.”

Danika desviou o olhar então, balançando a cabeça. “Eu estou mal sobrevivendo aqui, Baski… Eu não quero ser morta por cometer tal ofensa.”

Suas palavras se estabeleceram entre elas e o silêncio se estendeu.

Finalmente, Baski respirou fundo, seus ombros relaxando. “O rei não é como os outros homens, Danika.” Ela disse calmamente. “Ele a odeia, sim, mas ele não é como os outros senhores de escravos. Você já deveria saber disso até agora.”

“Sim. Sim, eu sei.” Danika admitiu.

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