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A Bruxa Amaldiçoada Do Diabo - Capítulo 230

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  3. Capítulo 230 - 230 Montando o Cavalo 230 Montando o Cavalo — E-Estamos
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230: Montando o Cavalo 230: Montando o Cavalo — E-Estamos montando cavalos? — Ember lançou sua pergunta gaguejante a Erlos.

O elfo apenas piscou, claramente confuso com o comportamento dela. — Sim, Senhorita. Montar animais é uma maneira normal de se locomover em outras cidades. Esses belos amigos animais estavam por perto e foram chamados para ajudar, e eles concordaram. —
Em Agartha, animais normais tinham liberdade para vagar, especialmente para elfos que os tratam como companheiros.

— Está com medo, Senhorita? — perguntou Erlos. — Não se preocupe. Não é muito diferente de você montar o Lusca. —
É diferente! — Ember sentiu o quanto ela sentia falta do Lusca agora. Aquele cervo fofo e macio era como um bebê comparado aos cavalos selvagens diante deles.

Ember forçou uma risada. — Eu nunca montei um cavalo antes. Eu não sei como montar… — Sua voz era baixa e hesitante.

— Está tudo bem, Senhorita. Não é difícil. Eles são amigos. Uma vez que você sentar em um, você vai saber. Além disso, esses cavalos são todos bem-comportados, — respondeu Erlos. Ele então esfregou o focinho do cavalo mais próximo a ele. — Não é mesmo, pequenino? —
Ela quase se engasgou. — ‘Essa égua vermelha não é pequena, não é?’ —
Erlos continuou, — Veja bem, Senhorita, diante do Senhor, não apenas esses cavalos, mas até os ancestrais deles farão o seu melhor para se comportar. Eles não ousariam deixar você cair, então você realmente não tem nada com que se preocupar. —
Ember não sabia o que dizer sobre esse comentário, mas uma voz digna interrompeu a conversa deles.

— Você terminou, Erlos? —
Erlos parou imediatamente e Draven, que estava acariciando seu cavalo, virou-se para olhar para Ember. — Você ficará bem. Estou aqui para cuidar de você. —
Ember piscou algumas vezes como se para dizer que as palavras dele não haviam se registrado em sua mente.

— Relaxe. Você vai gostar do passeio, — Draven simplesmente disse enquanto caminhava em direção a ela com a intenção de ajudá-la a sentar no cavalo.

Mas primeiro, ele olhou para Erlos. — Monte no seu cavalo. —
O inteligente Erlos sabia que estava sendo ordenado a mostrar para Ember como subir na sela do cavalo.

— Senhorita, é assim que se faz. — Erlos segurou a sela, depois colocou um pé no estribo e, no momento seguinte, levantou a outra perna e estava sentado corretamente nas costas da égua vermelha. Ele segurou as rédeas firmemente e disse, — Veja, é fácil. —
— ‘Será que um humano como eu pode se mover tão suavemente?!’ —
Neste momento, Ember estava questionando sua coordenação. Erlos sendo Erlos, ele fez o movimento de montar um cavalo não apenas pitoresco, mas também sem esforço.

Contudo, Draven já estava oferecendo a ela sua mão e ela aceitou, sabendo que não tinha outra escolha. Ele então a guiou até um elegante garanhão totalmente branco, o segundo maior em tamanho apenas para o maior de cor preta. Ela engoliu em seco quando ele segurou o estribo do cavalo branco, enquanto segurava a mão dela com a outra.

— Coloque seu pé aqui e suba. Não pense demais. —
Ember se sentiu aliviada por seus servos não a terem feito usar um longo vestido cheio de babados. Apenas agora ela descobriu que foi intencional. O vestido vermelho que ela usava era um vestido casual, com a saia um pouco abaixo dos joelhos, e por baixo, ela estava usando calças de montaria e botas longas de couro.

— Lá vai eu! —
Ember seguiu as instruções de Draven com os lábios apertados, tentando não fazer nenhum som, pois ela não queria ser um incômodo para ele ou para o garanhão branco. Ela agarrou a mão dele um pouco forte demais enquanto colocava o pé direito no estribo primeiro, assim como Erlos fez.

Justo quando ela estava prestes a se elevar, um par de mãos fortes a segurou pela cintura e a moveu facilmente para cima para que ela se sentasse na sela nas costas do cavalo. Tudo aconteceu em um piscar de olhos e, mesmo antes que Ember pudesse entender o que havia acontecido, ela estava adequadamente sentada na sela.

Draven soltou-a e ajustou a saia dela ao redor das pernas. Embora ele tivesse removido suas mãos, Ember ainda podia sentir o calor de suas palmas em sua cintura. Enquanto acalmava seu coração, ela olhou para o homem que segurava as rédeas do cavalo dela e as ofereceu a ela.

— Segure firmemente. —
Ember tinha visto o que Erlos fez, então ela segurou as rédeas com ambas as mãos. Ela então viu Draven acariciando o garanhão branco e conversando com ele. — Ande devagar. É a primeira vez que ela monta no seu tipo. —
Ele então olhou para Ember. — Não tenha medo. —
Ember acenou com a cabeça de maneira rígida, com metade de sua concentração em manter o equilíbrio. De vez em quando, ela espiava Draven, até vê-lo montar sem esforço no maior cavalo preto. Enquanto comparava os dois cavalos, eles pareciam como um par perfeito de preto e branco.

Até então, seus dois servos também já estavam em seus cavalos. Erlos liderava o caminho à frente enquanto Draven e Ember cavalgavam lado a lado e duas elfas atrás do grupo de cinco.

— Estamos partindo para Nimer, a cidade dos Tigres Brancos! — ela podia ouvir Erlos anunciar.

Conforme os cavalos começavam a se mover, Ember segurou firmemente as rédeas, seu corpo inteiro rígido, pois estava ansiosa com a possibilidade de cair. Ela estava a bons metros do solo. Se ela caísse dessa altura…

Ela chorou por dentro., ‘Lusca, eu realmente sinto sua falta. Você nunca foi tão assustador para montar.’
O corpo do cavalo balançava para a esquerda e direita a cada passo e ela sentia que cairia assim que perdesse a concentração.

Após vários minutos, outro problema surgiu.

‘Acho que meus músculos estão ficando dormentes.’
Embora a sela estivesse amaciando seu traseiro, ela achou difícil permanecer sentada. Ela sabia que logo, suas costas e bumbum começariam a doer.

Draven notou o desconforto crescente dela pelo canto dos olhos.  — Não fique rígida. Relaxe e combine-se com o ritmo de movimento do cavalo e você não achará difícil. —
Ember acenou silenciosamente, mas por dentro ela franzia a testa.

‘Ele está me subestimando só porque sabe montar um cavalo? É a minha primeira vez! Minha primeira vez!’ ela reclamou interiormente. ‘Se eu pudesse aprender as coisas simplesmente ouvindo uma vez, eu não estaria com esses problemas. Coisas assim precisam ser aprendidas. Sobrenaturais não conseguem entender as dificuldades dos humanos.’
Mesmo assim, ela tentou relaxar e fazer como lhe foi dito.

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Queridos leitores, este é o 4º capítulo de hoje. Como eu publico no momento em que escrevo e não os estoco para lançar como uma liberação em massa, eles sempre chegarão assim, um por um.

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